O que é o ID, o ego e superego? .
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O que é o ID, o ego e superego? .

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São conceitos adotados por perspectivas psicanalíticas sobre como funcionaria o consciente e o inconsciente da mente humana.
Me coloco à disposição caso queira conversar mais ou tenha mais dúvidas!
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Freud descreveu o id, o ego e o superego como três instâncias da psique. O id é a fonte dos impulsos, do desejo bruto, daquilo que quer satisfação imediata sem se preocupar com regras ou consequências. O superego é a voz da proibição, o que impõe limites, funcionando como um juiz interno que reprime e exige. O ego está no meio desse conflito, tentando negociar entre os impulsos do id e as exigências do superego, ao mesmo tempo em que precisa lidar com a realidade. Para Lacan, o ego não é uma instância forte e racional, mas um efeito imaginário, sustentado por identificações. Ou seja, o sujeito nem sempre tem controle sobre si mesmo como imagina. A psicanálise não busca “fortalecer o ego”, mas fazer o sujeito escutar o que nele insiste, além das ilusões que construiu sobre si.

ID é a instância responsável pelo "princípio do prazer"; o Ego é o "Eu", a subjetividade do sujeito, que media conflitos entre desejos e a demandas advindas da realidade; Superego é a instância responsável pelas "leis", "acordos morais", advindos da cultura - é a instância responsável pelo "princípio de realidade".

Resumidamente e de forma bem suscinta, o ID é responsável pelos desejos e impulsos primitivos, o ego por mediar os desejos do id com a realidade e o superego pela moral e pelas regras sociais.

Na teoria da psicanálise de Sigmund Freud, a mente humana é estruturada em três instâncias psíquicas: o Id, o Ego e o Superego. Cada uma delas representa um aspecto diferente da personalidade e interage de forma dinâmica para moldar o comportamento humano.
Id
* O Id é a instância mais primitiva e instintiva da mente, presente desde o nascimento.
* É regido pelo princípio do prazer, buscando a satisfação imediata dos desejos e impulsos, sem se preocupar com as consequências ou com a realidade externa.
* O Id é a fonte de energia psíquica, impulsionada por instintos básicos como fome, sede, sexo e agressividade.
* Ele opera de forma inconsciente e impulsiva, buscando a gratificação imediata e evitando a dor.
Ego
* O Ego se desenvolve a partir do Id por volta dos 2-3 anos de idade.
* É a parte racional da mente, que busca equilibrar os desejos do Id com as demandas da realidade externa e as normas sociais.
* O Ego opera de acordo com o princípio da realidade, buscando formas seguras e socialmente aceitáveis de satisfazer os desejos do Id.
* Ele age como um mediador entre o Id e o mundo externo, tomando decisões e planejando ações.
* O Ego é responsável por funções como percepção, memória, raciocínio e linguagem.
Superego
* O Superego se desenvolve por volta dos 5 anos de idade, a partir da internalização das regras e normas morais e sociais transmitidas pelos pais e pela cultura.
* Representa a "consciência moral", que julga as ações do Ego com base em padrões de certo e errado.
* O Superego busca a perfeição e pune o Ego por comportamentos considerados inadequados, gerando sentimentos de culpa e remorso.
* Ele atua como uma espécie de "voz interior" que nos diz o que devemos ou não fazer.
Interação entre as instâncias
As três instâncias psíquicas interagem de forma dinâmica e constante, influenciando o comportamento humano. O Id impulsiona o indivíduo a buscar prazer, o Ego busca conciliar esses desejos com a realidade, e o Superego avalia as ações do Ego com base na moral.
O equilíbrio entre essas três instâncias é fundamental para a saúde mental. Quando há conflito entre elas, podem surgir problemas psicológicos como ansiedade, depressão, neuroses e psicoses.
Exemplo
Imagine uma pessoa com fome (Id) que vê um bolo delicioso na vitrine de uma padaria. O Ego avalia a situação e decide que a melhor forma de satisfazer o desejo é comprar o bolo, em vez de roubá-lo. O Superego entra em ação, lembrando a pessoa que roubar é errado e que ela deve agir de acordo com seus valores morais.
Observação
É importante ressaltar que a teoria das instâncias psíquicas é uma construção teórica que busca explicar o funcionamento da mente humana. Ela não deve ser interpretada como uma divisão literal da mente em três partes distintas.
Id
* O Id é a instância mais primitiva e instintiva da mente, presente desde o nascimento.
* É regido pelo princípio do prazer, buscando a satisfação imediata dos desejos e impulsos, sem se preocupar com as consequências ou com a realidade externa.
* O Id é a fonte de energia psíquica, impulsionada por instintos básicos como fome, sede, sexo e agressividade.
* Ele opera de forma inconsciente e impulsiva, buscando a gratificação imediata e evitando a dor.
Ego
* O Ego se desenvolve a partir do Id por volta dos 2-3 anos de idade.
* É a parte racional da mente, que busca equilibrar os desejos do Id com as demandas da realidade externa e as normas sociais.
* O Ego opera de acordo com o princípio da realidade, buscando formas seguras e socialmente aceitáveis de satisfazer os desejos do Id.
* Ele age como um mediador entre o Id e o mundo externo, tomando decisões e planejando ações.
* O Ego é responsável por funções como percepção, memória, raciocínio e linguagem.
Superego
* O Superego se desenvolve por volta dos 5 anos de idade, a partir da internalização das regras e normas morais e sociais transmitidas pelos pais e pela cultura.
* Representa a "consciência moral", que julga as ações do Ego com base em padrões de certo e errado.
* O Superego busca a perfeição e pune o Ego por comportamentos considerados inadequados, gerando sentimentos de culpa e remorso.
* Ele atua como uma espécie de "voz interior" que nos diz o que devemos ou não fazer.
Interação entre as instâncias
As três instâncias psíquicas interagem de forma dinâmica e constante, influenciando o comportamento humano. O Id impulsiona o indivíduo a buscar prazer, o Ego busca conciliar esses desejos com a realidade, e o Superego avalia as ações do Ego com base na moral.
O equilíbrio entre essas três instâncias é fundamental para a saúde mental. Quando há conflito entre elas, podem surgir problemas psicológicos como ansiedade, depressão, neuroses e psicoses.
Exemplo
Imagine uma pessoa com fome (Id) que vê um bolo delicioso na vitrine de uma padaria. O Ego avalia a situação e decide que a melhor forma de satisfazer o desejo é comprar o bolo, em vez de roubá-lo. O Superego entra em ação, lembrando a pessoa que roubar é errado e que ela deve agir de acordo com seus valores morais.
Observação
É importante ressaltar que a teoria das instâncias psíquicas é uma construção teórica que busca explicar o funcionamento da mente humana. Ela não deve ser interpretada como uma divisão literal da mente em três partes distintas.

Olá, tudo bem? O Id, o Ego e o Superego são conceitos fundamentais da teoria psicanalítica de Freud, representando diferentes aspectos da mente humana e sua dinâmica interna.
O Id é a parte mais primitiva da psique, ligada aos instintos e desejos inconscientes. Ele opera pelo princípio do prazer, buscando satisfação imediata sem considerar consequências ou normas sociais. É como um impulso bruto, uma força movida por necessidades biológicas e emoções intensas, como fome, desejo sexual e agressividade.
O Ego, por outro lado, atua como um mediador entre o Id e a realidade. Ele funciona pelo princípio da realidade, tentando equilibrar os impulsos do Id com as exigências do mundo externo. É responsável pelo pensamento lógico, pela tomada de decisões e pelo controle das ações, buscando atender aos desejos de forma mais socialmente aceitável.
Já o Superego representa a internalização das normas, valores e regras morais da sociedade. Ele funciona como uma espécie de "juiz interno", trazendo sentimentos de culpa ou orgulho conforme as ações da pessoa estejam alinhadas ou em conflito com os padrões morais que ela absorveu ao longo da vida. É como uma voz crítica que orienta e, às vezes, reprime impulsos considerados inaceitáveis.
Essas três instâncias psíquicas estão em constante interação. O Id quer satisfazer seus desejos de forma imediata, o Superego impõe limites e regras, e o Ego tenta equilibrar os dois, tomando decisões que sejam viáveis na realidade. Essa dinâmica pode gerar conflitos internos, e grande parte do trabalho da psicanálise é ajudar o paciente a compreender como esses elementos influenciam seus pensamentos, emoções e comportamentos.
Caso tenha interesse em aprofundar essa compreensão ou explorar como essas forças atuam em sua vida, estou à disposição!
O Id é a parte mais primitiva da psique, ligada aos instintos e desejos inconscientes. Ele opera pelo princípio do prazer, buscando satisfação imediata sem considerar consequências ou normas sociais. É como um impulso bruto, uma força movida por necessidades biológicas e emoções intensas, como fome, desejo sexual e agressividade.
O Ego, por outro lado, atua como um mediador entre o Id e a realidade. Ele funciona pelo princípio da realidade, tentando equilibrar os impulsos do Id com as exigências do mundo externo. É responsável pelo pensamento lógico, pela tomada de decisões e pelo controle das ações, buscando atender aos desejos de forma mais socialmente aceitável.
Já o Superego representa a internalização das normas, valores e regras morais da sociedade. Ele funciona como uma espécie de "juiz interno", trazendo sentimentos de culpa ou orgulho conforme as ações da pessoa estejam alinhadas ou em conflito com os padrões morais que ela absorveu ao longo da vida. É como uma voz crítica que orienta e, às vezes, reprime impulsos considerados inaceitáveis.
Essas três instâncias psíquicas estão em constante interação. O Id quer satisfazer seus desejos de forma imediata, o Superego impõe limites e regras, e o Ego tenta equilibrar os dois, tomando decisões que sejam viáveis na realidade. Essa dinâmica pode gerar conflitos internos, e grande parte do trabalho da psicanálise é ajudar o paciente a compreender como esses elementos influenciam seus pensamentos, emoções e comportamentos.
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Na psicanálise o ID, o ego e o superego são três instâncias psíquicas propostas por Freud para explicar o funcionamento da mente humana, são instâncias psíquicas que podem transitar entre os níveis consciente e inconsciente. Cada uma delas desempenha um papel específico na dinâmica interna entre desejos, realidade e moralidade.
ID: É a parte mais primitiva e inconsciente da mente. Ele representa os impulsos e desejos mais básicos, como fome, prazer e sexualidade, buscando satisfação imediata sem considerar regras, consequências ou a realidade. É regido pelo princípio do prazer.
Ego: É a parte racional e consciente da mente. Ele atua como mediador entre o ID, o superego e a realidade externa. Enquanto o ID quer tudo agora, o ego avalia o que é possível e tenta encontrar maneiras realistas de atender aos desejos, seguindo o princípio da realidade.
Superego: É a instância moral e crítica da mente. Ele internaliza as regras, valores e normas sociais aprendidos com a família e a cultura. O superego atua como uma espécie de "fiscal", cobrando perfeição e inibindo os impulsos do ID quando considera algo errado ou inadequado.
Resumindo: o ID busca o prazer imediato, o ego equilibra os desejos com a realidade, e o superego impõe limites morais. A mente funciona a partir da interação, muitas vezes conflituosa, entre essas três instâncias, e o ego tem o desafio de manter o equilíbrio entre elas.
ID: É a parte mais primitiva e inconsciente da mente. Ele representa os impulsos e desejos mais básicos, como fome, prazer e sexualidade, buscando satisfação imediata sem considerar regras, consequências ou a realidade. É regido pelo princípio do prazer.
Ego: É a parte racional e consciente da mente. Ele atua como mediador entre o ID, o superego e a realidade externa. Enquanto o ID quer tudo agora, o ego avalia o que é possível e tenta encontrar maneiras realistas de atender aos desejos, seguindo o princípio da realidade.
Superego: É a instância moral e crítica da mente. Ele internaliza as regras, valores e normas sociais aprendidos com a família e a cultura. O superego atua como uma espécie de "fiscal", cobrando perfeição e inibindo os impulsos do ID quando considera algo errado ou inadequado.
Resumindo: o ID busca o prazer imediato, o ego equilibra os desejos com a realidade, e o superego impõe limites morais. A mente funciona a partir da interação, muitas vezes conflituosa, entre essas três instâncias, e o ego tem o desafio de manter o equilíbrio entre elas.

id, ego e superego são conceitos centrais da teoria psicanalítica de Sigmund Freud, representando diferentes aspectos da psique humana.
1. Id – É a parte mais primitiva da mente, presente desde o nascimento. Funciona segundo o princípio do prazer, buscando a satisfação imediata de desejos e impulsos, sem considerar a realidade ou normas sociais. É a fonte das pulsões instintivas, como fome, sede e libido.
2. Ego – Desenvolve-se a partir do id e opera com base no princípio da realidade. Sua função é mediar os impulsos do id e as exigências do mundo externo, equilibrando as necessidades instintivas com as regras sociais e morais. Ele busca satisfazer o id de maneira realista e socialmente aceitável.
3. Superego – Representa a internalização das normas, valores e ideais da sociedade, adquiridos por meio da educação e das figuras de autoridade (pais, professores, cultura). Atua como um juiz interno, impondo padrões morais e gerando sentimentos de culpa quando o indivíduo transgride essas normas.
O equilíbrio entre essas três instâncias é essencial para a saúde psíquica. Se o id for dominante, pode levar a comportamentos impulsivos; se o superego for excessivamente rígido, pode gerar culpa excessiva; e se o ego for fraco, a pessoa pode ter dificuldade em lidar com conflitos internos e externos.
1. Id – É a parte mais primitiva da mente, presente desde o nascimento. Funciona segundo o princípio do prazer, buscando a satisfação imediata de desejos e impulsos, sem considerar a realidade ou normas sociais. É a fonte das pulsões instintivas, como fome, sede e libido.
2. Ego – Desenvolve-se a partir do id e opera com base no princípio da realidade. Sua função é mediar os impulsos do id e as exigências do mundo externo, equilibrando as necessidades instintivas com as regras sociais e morais. Ele busca satisfazer o id de maneira realista e socialmente aceitável.
3. Superego – Representa a internalização das normas, valores e ideais da sociedade, adquiridos por meio da educação e das figuras de autoridade (pais, professores, cultura). Atua como um juiz interno, impondo padrões morais e gerando sentimentos de culpa quando o indivíduo transgride essas normas.
O equilíbrio entre essas três instâncias é essencial para a saúde psíquica. Se o id for dominante, pode levar a comportamentos impulsivos; se o superego for excessivamente rígido, pode gerar culpa excessiva; e se o ego for fraco, a pessoa pode ter dificuldade em lidar com conflitos internos e externos.

São instancias da personalidade que funcionam e tem objetivos diferentes.Determinam açoes, e se conjugam .

O ID, o Ego e o Superego são conceitos fundamentais na teoria psicanalítica de Sigmund Freud, usados para descrever as diferentes partes da personalidade humana e como elas interagem.
1. ID: Representa os impulsos e desejos instintivos mais primitivos, como os desejos sexuais e agressivos. Ele funciona com base no princípio do prazer, buscando satisfação imediata, sem se preocupar com as consequências ou com as normas sociais. O ID é inconsciente e opera desde o nascimento.
2. Ego: É a parte racional da personalidade, que tem a função de mediar entre os impulsos do ID e as exigências da realidade. O Ego opera com base no princípio da realidade, ajudando a pessoa a tomar decisões realistas, equilibrando os desejos internos com as limitações externas. Ele também é responsável por lidar com os conflitos internos e encontrar maneiras de satisfazer as necessidades do ID de forma socialmente aceitável.
3. Superego: Representa a moralidade e os valores internalizados, muitas vezes derivados dos pais, sociedade e cultura. O Superego busca fazer com que o Ego siga as normas éticas e sociais, promovendo sentimentos de culpa ou orgulho dependendo das ações. Ele age como uma espécie de "conselheiro moral" da pessoa.
Essas três instâncias formam a dinâmica da psique humana. O Ego tenta equilibrar os desejos do ID e as exigências do Superego com a realidade externa. O conflito entre esses três componentes pode gerar tensões emocionais, que, quando não resolvidas, podem se manifestar como dificuldades psicológicas.
A psicoterapia pode ajudar a compreender esses conflitos internos e trabalhar para promover um equilíbrio saudável entre essas partes da personalidade, levando a um maior autoconhecimento e bem-estar emocional. Se você está lidando com questões relacionadas a essas dinâmicas, um psicólogo pode ser essencial para apoiar esse processo.
1. ID: Representa os impulsos e desejos instintivos mais primitivos, como os desejos sexuais e agressivos. Ele funciona com base no princípio do prazer, buscando satisfação imediata, sem se preocupar com as consequências ou com as normas sociais. O ID é inconsciente e opera desde o nascimento.
2. Ego: É a parte racional da personalidade, que tem a função de mediar entre os impulsos do ID e as exigências da realidade. O Ego opera com base no princípio da realidade, ajudando a pessoa a tomar decisões realistas, equilibrando os desejos internos com as limitações externas. Ele também é responsável por lidar com os conflitos internos e encontrar maneiras de satisfazer as necessidades do ID de forma socialmente aceitável.
3. Superego: Representa a moralidade e os valores internalizados, muitas vezes derivados dos pais, sociedade e cultura. O Superego busca fazer com que o Ego siga as normas éticas e sociais, promovendo sentimentos de culpa ou orgulho dependendo das ações. Ele age como uma espécie de "conselheiro moral" da pessoa.
Essas três instâncias formam a dinâmica da psique humana. O Ego tenta equilibrar os desejos do ID e as exigências do Superego com a realidade externa. O conflito entre esses três componentes pode gerar tensões emocionais, que, quando não resolvidas, podem se manifestar como dificuldades psicológicas.
A psicoterapia pode ajudar a compreender esses conflitos internos e trabalhar para promover um equilíbrio saudável entre essas partes da personalidade, levando a um maior autoconhecimento e bem-estar emocional. Se você está lidando com questões relacionadas a essas dinâmicas, um psicólogo pode ser essencial para apoiar esse processo.

O id, o ego e o superego são conceitos centrais da teoria psicanalítica de Sigmund Freud, representando diferentes partes da mente que interagem para influenciar o comportamento e os conflitos internos.
O id é a parte mais primitiva da mente, que representa os impulsos instintivos e os desejos inconscientes, como fome, sede, sexo e agressividade. Ele funciona com base no princípio do prazer, buscando satisfação imediata sem considerar a realidade ou as consequências. Por exemplo, o id pode querer gratificação instantânea, como comer um doce mesmo que não seja o momento certo.
O ego é a parte racional da mente que atua como um mediador entre o id e a realidade externa. Ele funciona com base no princípio da realidade, ajudando a pessoa a equilibrar seus desejos instintivos com as exigências do mundo real. O ego tenta encontrar formas socialmente aceitáveis de satisfazer os desejos do id, mantendo a pessoa em segurança e em harmonia com o ambiente.
O superego representa a internalização das normas sociais, valores e moralidade, muitas vezes incorporados durante a infância por meio da influência dos pais e da sociedade. Ele age como uma espécie de consciência moral, julgando os pensamentos e comportamentos e gerando sentimentos de culpa ou orgulho. Se o superego for muito rígido, a pessoa pode se sentir constantemente culpada ou inadequada.
Essas três partes da mente estão em constante interação e, muitas vezes, em conflito. A angústia emocional pode surgir quando o ego tem dificuldade em equilibrar os impulsos do id e as regras rígidas do superego. Em abordagens como a Terapia do Esquema, o foco está em reconhecer e trabalhar esses conflitos internos, ajudando a pessoa a lidar melhor com suas emoções e desenvolver um autoconceito mais equilibrado e saudável.
O id é a parte mais primitiva da mente, que representa os impulsos instintivos e os desejos inconscientes, como fome, sede, sexo e agressividade. Ele funciona com base no princípio do prazer, buscando satisfação imediata sem considerar a realidade ou as consequências. Por exemplo, o id pode querer gratificação instantânea, como comer um doce mesmo que não seja o momento certo.
O ego é a parte racional da mente que atua como um mediador entre o id e a realidade externa. Ele funciona com base no princípio da realidade, ajudando a pessoa a equilibrar seus desejos instintivos com as exigências do mundo real. O ego tenta encontrar formas socialmente aceitáveis de satisfazer os desejos do id, mantendo a pessoa em segurança e em harmonia com o ambiente.
O superego representa a internalização das normas sociais, valores e moralidade, muitas vezes incorporados durante a infância por meio da influência dos pais e da sociedade. Ele age como uma espécie de consciência moral, julgando os pensamentos e comportamentos e gerando sentimentos de culpa ou orgulho. Se o superego for muito rígido, a pessoa pode se sentir constantemente culpada ou inadequada.
Essas três partes da mente estão em constante interação e, muitas vezes, em conflito. A angústia emocional pode surgir quando o ego tem dificuldade em equilibrar os impulsos do id e as regras rígidas do superego. Em abordagens como a Terapia do Esquema, o foco está em reconhecer e trabalhar esses conflitos internos, ajudando a pessoa a lidar melhor com suas emoções e desenvolver um autoconceito mais equilibrado e saudável.

De maneira bem resumida, são instâncias psíquicas definidas por Freud. O Id está ligado aos impulsos da pessoa, o superego as suas regras e valores morais, já o ego é a instância que media essas outras duas e se relaciona com os outros.

Olá! São três conceitos presentes na chamada segunda tópica da teoria freudiana. A segunda tópica de Freud é uma teoria estrutural que propõe um novo modelo do aparelho psíquico. Este modelo é composto por três instâncias psíquicas: id, ego e superego. De forma bem resumida e numa linguagem bem leiga, o id é o reservatório das pulsões, o superego é uma instância psíquica que se forma a partir do ego e é composta por valores morais e faz exigências ao ego e o ego é a instância central que serve ao id, ao superego e ao mundo externo, equilibrando as exigências dessas instâncias. Sugiro a leitura do texto "O Ego e o Id" de Freud (1923) para um melhor esclarecimento, pois são conceitos muito amplos para serem tão resumidos assim.

O ID é a parte mais primitiva da personalidade, presente desde o nascimento. Ele representa os instintos básicos e desejos inconscientes. O ego é a parte da personalidade que se desenvolve a partir do ID (inconsciente) e atua como mediador entre os desejos do ID e as exigências da realidade e relações. O superego é a parte da personalidade que incorpora os valores, normas e moralidades aprendidos no convívio social e de seus cuidadores.

Dentro da perspectiva psicanalítica, o Id, Ego e Superego fazem parte da estrutura psíquica do sujeito. O Id é a parte inconsciente da mente que busca satisfação imediata dos impulsos sem considerar as consequências. O Ego é o componente consciente e racional, responsável por mediar os desejos do Id com as demandas da realidade, buscando uma solução equilibrada e realista. Já o Superego representa a internalização das normas morais, valores sociais e ideais, funcionando como uma espécie de 'consciência moral' que guia o comportamento.

De forma prática e objetiva, o id é a parte mais primitiva da nossa mente. Ele é impulsivo, instintivo e busca a satisfação imediata de desejos e necessidades básicas, como fome, sede e prazer. Funciona com base no princípio do prazer, não considera regras sociais ou morais. É como uma criança pequena que quer tudo agora. Exemplo: Quando você vê um bolo delicioso e sente uma vontade imediata de comê-lo, isso é o id falando.
Já o ego é a parte da mente que age como mediadora entre o id e o mundo real. Ele tenta satisfazer os desejos do id de maneira prática e socialmente aceitável. Funciona com base no princípio da realidade. Considera as consequências de nossas ações e busca soluções que sejam possíveis e aceitáveis. Exemplo: O ego reconhece que comer o bolo inteiro pode não ser uma boa ideia e sugere comer apenas uma fatia para satisfazer o desejo de forma equilibrada.
O superego é a parte moral da nossa mente, ele incorpora os valores e normas sociais que aprendemos ao longo da vida, geralmente através dos pais e da sociedade. Funciona com base no princípio da moralidade. Julga nossas ações e pensamentos, e nos faz sentir orgulho quando agimos corretamente e culpa quando fazemos algo errado. Exemplo: O superego pode fazer você se sentir culpado por querer comer o bolo, lembrando você da importância de manter uma alimentação saudável.
O equilíbrio entre essas três partes é essencial para um comportamento saudável, quando uma delas se torna muito dominante, pode causar problemas emocionais e comportamentais.
Já o ego é a parte da mente que age como mediadora entre o id e o mundo real. Ele tenta satisfazer os desejos do id de maneira prática e socialmente aceitável. Funciona com base no princípio da realidade. Considera as consequências de nossas ações e busca soluções que sejam possíveis e aceitáveis. Exemplo: O ego reconhece que comer o bolo inteiro pode não ser uma boa ideia e sugere comer apenas uma fatia para satisfazer o desejo de forma equilibrada.
O superego é a parte moral da nossa mente, ele incorpora os valores e normas sociais que aprendemos ao longo da vida, geralmente através dos pais e da sociedade. Funciona com base no princípio da moralidade. Julga nossas ações e pensamentos, e nos faz sentir orgulho quando agimos corretamente e culpa quando fazemos algo errado. Exemplo: O superego pode fazer você se sentir culpado por querer comer o bolo, lembrando você da importância de manter uma alimentação saudável.
O equilíbrio entre essas três partes é essencial para um comportamento saudável, quando uma delas se torna muito dominante, pode causar problemas emocionais e comportamentais.

Id, Ego e Superego são três instâncias da psique humana. Sendo que, o Id é a fonte de energia psíquica ligada à impulsividade. Além disso, está relacionado aos instintos e aos desejos orgânicos. Por exemplo, o prazer, vontades e impulsos primitivos. E está totalmente inconsciente. o Id é irracional e está sempre em busca do prazer. Já que é no Id que os impulsos sexuais estão. Por isso, não lida bem com frustrações, procurando por soluções imediatas. Dessa forma, essa instância desconhece a razão, o juízo, a lógica e os valores morais. Portanto, não existe o certo ou errado, tempo ou espaço e as consequências não têm importância. Enfim, uma pessoa já nasce com o Id. E, é a partir dele que se desenvolvem as outras instâncias, Ego e Superego. Que compõem a personalidade humana.

Olá, iD, Ego e Superego, são nomenclaturas na tradução americana dos conceitos freudianos relacionados a diferentes aspéctos da psique humana.

Respondendo de uma forma muito mais conceitual a esta pergunta psicanalítica.
Cabe observar, em primeiro lugar, que os termos ID, Ego e Superego são traduções britânicas para os termos em alemão do escrito de Freud, que poderia ser traduzido também como o Isso, o Eu e o Supereu. Tanto que, dependendo da tradução no Brasil, pode-se encontrar nesses termos.
Vamos lá para uma resposta bem resumida e breve dos termos:
ID (Isso) : nasce com o ser humano, comumente ligado aos desejos instintivos, impulsos e busca pelo prazer imediato - funciona segundo o princípio do prazer, onde toda carga acumulada encontrará meio imediato para ser descarregado, obtendo satisfação imediata. Ex: vontade de comer doce, imediatamente come um doce para satisfazer-se. É inconsciente, irracional, tem a sua própria lógica, e também é a fonte para os impulsos sexuais, agressivos.
EGO (Eu) : Considera-se a parte racional da mente, que media o exterior com o interior, entre a realidade (exterior) e o insconciente. Teoricamente, atua sobre o Princípio da Realidade, que limita a satisfação imediata do inconsciente, pois a descarga de impulsos dependerá dos limites da realidade, como a lei, os processos civilizatórios, etc. Seguindo o exemplo do doce, a pessoa esperará o momento de comer o doce, pois o momento não o propicia. Talvez ir até uma loja para comprar ou preparar o doce - há um momento de espera, pois a realidade não vai dar-lhe imediatamente o doce (desejável).
SUPEREGO (Supereu) : o humano também vai se deparando com os limites da realidade para os impulsos do inconsciente e também para as proibições e censuras que o inibem para a satisfação imediata de impulsos. Internaliza-se essas censuras, regras, normas, valores sociais, que de acordo com o seu grau de repressão, pode apresentar uma estrutura mais rígida ou mai flexível diante das regras da sociedade. É como um juiz interno, pode gerar culpa e vergonha no indivíduo. Fica mais difícil querer comer o doce por sentimentos como culpa, vergonha, seguindo o exemplo do impulso por comer doce. O Ego sempre tentará ser o mediador entre o Id e o Superego.
O ideal é ter um equilíbrio entre estas três instâncias e lidar com os conflitos que desencadeiam sofrimento psíquico.
Cabe observar, em primeiro lugar, que os termos ID, Ego e Superego são traduções britânicas para os termos em alemão do escrito de Freud, que poderia ser traduzido também como o Isso, o Eu e o Supereu. Tanto que, dependendo da tradução no Brasil, pode-se encontrar nesses termos.
Vamos lá para uma resposta bem resumida e breve dos termos:
ID (Isso) : nasce com o ser humano, comumente ligado aos desejos instintivos, impulsos e busca pelo prazer imediato - funciona segundo o princípio do prazer, onde toda carga acumulada encontrará meio imediato para ser descarregado, obtendo satisfação imediata. Ex: vontade de comer doce, imediatamente come um doce para satisfazer-se. É inconsciente, irracional, tem a sua própria lógica, e também é a fonte para os impulsos sexuais, agressivos.
EGO (Eu) : Considera-se a parte racional da mente, que media o exterior com o interior, entre a realidade (exterior) e o insconciente. Teoricamente, atua sobre o Princípio da Realidade, que limita a satisfação imediata do inconsciente, pois a descarga de impulsos dependerá dos limites da realidade, como a lei, os processos civilizatórios, etc. Seguindo o exemplo do doce, a pessoa esperará o momento de comer o doce, pois o momento não o propicia. Talvez ir até uma loja para comprar ou preparar o doce - há um momento de espera, pois a realidade não vai dar-lhe imediatamente o doce (desejável).
SUPEREGO (Supereu) : o humano também vai se deparando com os limites da realidade para os impulsos do inconsciente e também para as proibições e censuras que o inibem para a satisfação imediata de impulsos. Internaliza-se essas censuras, regras, normas, valores sociais, que de acordo com o seu grau de repressão, pode apresentar uma estrutura mais rígida ou mai flexível diante das regras da sociedade. É como um juiz interno, pode gerar culpa e vergonha no indivíduo. Fica mais difícil querer comer o doce por sentimentos como culpa, vergonha, seguindo o exemplo do impulso por comer doce. O Ego sempre tentará ser o mediador entre o Id e o Superego.
O ideal é ter um equilíbrio entre estas três instâncias e lidar com os conflitos que desencadeiam sofrimento psíquico.

Olá. São estruturas da personalidade descritas na 2ª tópica de Freud. De forma bem pincelada: ID: é a parte instintiva que busca prazer imediato; Ego: é o mediador do ID e Superego mediando a realidade, juntamente com os mecanismos de defesa do Ego; Superego: representa os valores e moral da sociedade/família. Qualquer questão, estou à disposição.
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