Uma pessoa diagnosticada com transtorno de personalidade antissocial pode viver sem remédios, por co

19 respostas
Uma pessoa diagnosticada com transtorno de personalidade antissocial pode viver sem remédios, por conta da impulsividade e a irritabilidade, apenas fazendo terapia?
 Amanda Lima
Psicanalista, Psicólogo
Rio de Janeiro
Pode.
A questão é, se essa pessoa, em específico, a qual vc se refere, poderá... E se isso será bom para ela...
Somente iniciando um tratamento, estabelecendo o contato entre os profissionais que a acompanham, e lidando com os efeitos do tratamento iremos saber deste caso em particular.

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Olá! Depende do quadro. O principal método para trabalhar o entendimento com relação aos sentimentos dos outros é a psicoterapia. Em alguns casos, apenas ela é suficiente. Já em outros, é necessária a intervenção medicamentosa também. Porém, vale ressaltar que não existe um medicamento específico para o tratamento do transtorno. Quando necessário, costumam ser utilizados fármacos para depressão e ansiedade mas somente após a avaliação é que será possível determinar o melhor tratamento para que o paciente possa conviver com os sintomas. Cuide-se bem!
 Ricardo C. Koury
Psicólogo
Rio de Janeiro
Depende da gravidade do transtorno. Se o sujeito está muito disfuncional e está prejudicando a si mesmo ou aos outros, é recomendado que esteja sob medicamentos, além da prática psicoterápica. Não deixe de procurar um especialista. Abraço
Olá, boa tarde!
O profissional indicado para avaliar a conduta medicamentosa é o psiquiatra. Será através da avaliação do médico que o plano terapêutico será apresentado. A psicoterapia é o tratamento padrão ouro nos transtornos de personalidade, mas somente um médico é indicado para avaliar se há ou não necessidade da medicação. Cada caso, é um caso.
 Franselmo Braga
Psicólogo
São Luís
O transtorno diz menos sobre a pessoa do que ela mesma sobre este, é possível sim. Isso vai depender do quanto ela está disposta a engajar no processo dela.
 Lucas Antonucci
Psicólogo, Psicanalista
Ubá
Pode sim, depende muito menos do diagnóstico em si, e muito mais de como a pessoa está, como está sua relação com as coisas da sua vida, suas relações, etc.
Dra. Marina Beccalli
Psicólogo
São Paulo
olá. É um diagnóstico que dificilmente a pessoa acredita precisar de ajuda. O mais indicado para avaliar a necessidade de medicação ou não seria uma avaliação psiquiátrica e psicológica, para se determinar o melhor tratamento para o caso.
 Mérope Vedana
Psicólogo
Florianópolis
Olá!
Sim, pode, mas é necessária uma avaliação psicológica e psiquiátrica para descartar ou não o uso da medicação.
Um abraço!
 Adelson Paiva
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá boa tarde.
De acordo com a evolução positiva de seu quadro em ações diárias sendo acompanhadas em análise e em conjunto observacional de um psiquiatra, podemos chegar em momentos de equilíbrio sem a medicação (mas sem processo a priori de planejamento e sim um decorrer evolutivo natural) por intervalo de tempo não determinado, porém dependerá bastante do momento em análise em vigor.
Não. O tratamento deve ser psicoterapia comportamental dialética e farmacológico. Importante frisar que a medicação vai atuar apenas para o comportamento impulsivo e irritabilidade. Importante uma boa avaliação psicológica inicial para proceder com o tratamento.
 Rosiane Camelo
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá! Cada caso deve ser avaliado! Depende muito do quadro, de como a pessoa está! Uma avaliação minuciosa deve ser feita, além de um acompanhamento adequado!
 Alcyanne de Oliveira Gouveia
Psicólogo, Psicanalista
Fortaleza
Sim. É perfeitamente possível. O importante é que tenha acompanhamento psicoterápico regular, pois assim, caso seja necessário o uso de medicação, o psicólogo mesmo fará o encaminhamento para o psiquiatra.
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É essencial reconhecer que o tratamento do transtorno de personalidade antissocial geralmente requer uma abordagem multifacetada. Embora a terapia seja crucial, especialmente para ajudar a pessoa a desenvolver habilidades de controle de impulsos e gerenciamento de emoções, a necessidade de medicação pode surgir em casos mais graves, onde os sintomas interferem significativamente no funcionamento diário ou representam um risco para a segurança. O acompanhamento próximo por profissionais de saúde mental é fundamental para avaliar o progresso do tratamento e fazer ajustes conforme necessário.
Olá
O manejo do transtorno de personalidade antissocial geralmente envolve uma combinação de terapias psicológicas, uma vez que não existem medicamentos especificamente aprovados para tratar o transtorno em si. A terapia é central para ajudar a pessoa a entender e gerenciar comportamentos, impulsos e atitudes associadas ao transtorno.

A terapia pode ser bastante eficaz, especialmente se a pessoa está motivada e comprometida com o tratamento. Algumas abordagens terapêuticas incluem:

1. Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC):Ajuda a pessoa a reconhecer e mudar padrões de pensamento e comportamento prejudiciais.
2. Terapia de Grupo: Pode oferecer um espaço para aprender e praticar habilidades sociais, além de receber feedback sobre comportamentos e interações com os outros.
3. Psicoterapia: Focado em longo prazo, trabalha aspectos profundos da personalidade e das relações interpessoais.

No entanto, se houver sintomas concomitantes, como depressão, ansiedade ou problemas de controle de impulsos, medicamentos podem ser recomendados para tratar esses aspectos específicos. Isso pode ajudar a reduzir a irritabilidade e a impulsividade, contribuindo para a eficácia da terapia.

É importante que o tratamento seja personalizado e ajustado às necessidades individuais da pessoa, com acompanhamento regular por um profissional de saúde mental (psicólogo e /ou psiquiatra) para avaliar a eficácia e fazer ajustes conforme necessário. A colaboração entre o terapeuta e o paciente é crucial para abordar efetivamente os desafios associados ao transtorno de personalidade antissocial.

Espero ter lhe auxiliado com as minhas considerações!
Um forte Abraço.
Dra. Michelle Teixeira
Olá! Sim, é possível que uma pessoa diagnosticada com transtorno de personalidade antissocial viva sem medicamentos, focando apenas na terapia, mas isso depende de diversos fatores.

A gravidade dos sintomas desse varia de pessoa para pessoa. Algumas pessoas podem ter sintomas mais leves e conseguir gerenciá-los bem com a terapia. Outras podem ter sintomas mais graves que interferem significativamente em suas vidas e nos relacionamentos interpessoais.

Muitas pessoas com transtorno de Personalidade Antissocial também têm outras condições de saúde mental, como depressão, ansiedade, transtorno por uso de substâncias, ou transtorno bipolar. Nesses casos, a medicação pode ser necessária para tratar essas condições concomitantes.

A eficácia da terapia depende muito do nível de motivação e engajamento do paciente. Aqueles que estão dispostos a participar ativamente das sessões de terapia e a aplicar as técnicas aprendidas no dia a dia tendem a se sair melhor.
 Camila Mackert
Psicólogo
Ubatuba
Olá, boa tarde! O transtorno de personalidade antissocial (TPAS) é uma condição complexa e desafiadora. A abordagem para tratar TPAS geralmente envolve uma combinação de psicoterapia e, em alguns casos, medicação, especialmente se houver comorbidades como depressão, ansiedade, ou outros transtornos.
Espero ter ajudado.
Um abraço.
O tratamento ideal envolve ambos os formatos: ele inclui a psicoterapia, preferencialmente semanal na abordagem cognitivo comportamental, e a medicamentosa orientada pelo psiquiatra. Não se preocupe: as dosagens atualmente são bastante baixas e seguras, e a inclusão de atividades físicas, alimentação adequada e lazer ajudam reduzir ainda mais o seu uso. A psicoterapia, por si só, é ótima, mas o conjunto dos cuidados traz um sucesso ainda maior ao tratamento.
 Aurilene Recco Silva
Psicólogo
Dourados
O transtorno de personalidade antissocial é uma condição complexa, caracterizada por padrões de comportamento impulsivo, desrespeito pelas normas sociais e uma tendência à irritabilidade, entre outros sintomas. Embora a psicoterapia seja uma parte fundamental do tratamento e possa ajudar a pessoa a compreender e a lidar com seus comportamentos, sentimentos e impulsos, a medicação também pode ser útil, dependendo das circunstâncias e das comorbidades associadas, como ansiedade, depressão ou dificuldades de controle de impulsos.

A psicoterapia pode fornecer estratégias para ajudar a pessoa a lidar com impulsos, melhorar o controle emocional e desenvolver habilidades sociais, mas é importante ressaltar que cada caso é único. O tratamento deve ser individualizado, levando em conta as necessidades específicas da pessoa. Em alguns casos, a combinação de psicoterapia e medicação pode ser a melhor abordagem para garantir o bem-estar e o funcionamento adequado no dia a dia.

Portanto, é fundamental que o acompanhamento médico e terapêutico seja contínuo, para avaliar a evolução e ajustar o tratamento conforme necessário. Se você ou alguém próximo a você está lidando com esse diagnóstico, buscar a orientação de um profissional de saúde mental é crucial para receber o apoio adequado e entender as melhores opções de tratamento.
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem?

O tratamento do transtorno de personalidade antissocial (TPA) é desafiador, pois envolve padrões de comportamento profundamente enraizados, como impulsividade, irritabilidade e dificuldades em criar vínculos afetivos genuínos. A terapia pode ser uma ferramenta essencial, especialmente abordagens que trabalham regulação emocional, desenvolvimento da empatia e estratégias para lidar com impulsos. No entanto, a necessidade de medicação vai depender de cada caso, da gravidade dos sintomas e da presença de comorbidades, como transtorno do humor ou abuso de substâncias.

Do ponto de vista da neurociência, o cérebro de pessoas com TPA pode apresentar alterações em regiões responsáveis pelo controle dos impulsos e pela resposta emocional, como o córtex pré-frontal e a amígdala. Essas diferenças podem dificultar o reconhecimento das consequências das próprias ações e a regulação de emoções intensas. A terapia ajuda a criar novas conexões neurais e estratégias para minimizar comportamentos destrutivos, mas, em alguns casos, a medicação pode ser útil para reduzir impulsividade extrema ou agressividade, quando essas características comprometem significativamente a vida do paciente.

Você já se perguntou quais são os momentos em que essa impulsividade se manifesta de forma mais intensa? O que acontece antes e depois desses episódios? Existe algum padrão nas situações que desencadeiam essa irritabilidade? Compreender esses gatilhos pode ser um primeiro passo para desenvolver um maior controle sobre as próprias reações.

Cada caso deve ser avaliado individualmente, e um acompanhamento especializado pode ajudar a definir a melhor estratégia, seja apenas com terapia ou com o suporte da psiquiatria. Se for algo que esteja trazendo sofrimento ou prejuízos significativos, buscar ajuda pode ser um caminho importante. Caso precise, estou à disposição.

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