Trabalho c crianças e comecei a ter crise de pânico. Nao gosto delas. Como lidar c isso ja q preciso
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Trabalho c crianças e comecei a ter crise de pânico. Nao gosto delas. Como lidar c isso ja q preciso trabalhar. Estou de licença médica mas ja estou sofrendo por ter q voltar.
Tenho depressão bem forte tbm.
Tenho depressão bem forte tbm.

Olá. O trabalho é algo muito importante na vida de todos nós. Porém, não deve se constituir apenas como uma "obrigação". Através dele, temos oportunidade de fazer laços com os colegas, explorar nosso potencial, obter um certo nível de prazer, etc. Dessa maneira, a escolha de um trabalho deve levar em conta várias questões. Um trabalho que cause um grande desprazer, por algum motivo, pode desencadear sintomas físicos e psíquicos que precisam ser investigados.
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Olá! Será que quando fez a escolha por pedagogia você gostava de crianças? É importante entender estes aspectos e reavaliar a sua escolha. Muitas vezes os transtornos mentais modificam a nossa forma de ver e vivenciar experiências. Eu recomendo você buscar um psiquiatra caso ainda não tenha um diagnóstico e acompanhamento de psicoterapia que é um trabalho de autoconhecimento que ajudará a tratar os sintomas e rever a sua vida e escolhas. Sou especialista em saúde mental e fico à disposição para atendê-la. Um abraço

Olá. Fazer algo que não gosta, já é um motivo que pode está causando conflito, seria importante você fazer uma psicoterapia.
Outro detalhe ,você deveria rever o seu projeto de vida, nesse caso a escolha do trabalho, é de fundamental importância fazer escolhas que possa lhe propiciar momentos prazerosos.
Boa sorte.
Outro detalhe ,você deveria rever o seu projeto de vida, nesse caso a escolha do trabalho, é de fundamental importância fazer escolhas que possa lhe propiciar momentos prazerosos.
Boa sorte.

O trabalho precisa ser algo prazeroso e que goste de fazer. O que fez você trabalhar com crianças? Uma vez que não gosta delas. Precisa redirecionar sua carreira e encontrar um trabalho que traga sentido a sua vida.

Trabalhar no que gosta é uma das principais fontes de prazer já que passamos a maior parte do tempo trabalhando! Sugiro que procure um
Psicologo e inicie uma psicoterapia, para reducionista sua carreira, e livra/lo do pânico depressão e ansiedade que surgiu. Não tome nenhuma decisão precipitada, a psicoterapia lhe revelará essa dificuldade com crianças e se realmente não gosta delas. Vá atrás das causas de seus problemas e não dos sintomas! Uma vez enfrentando seus medos e dificuldades os sintomas diminuirão ou até desaparecerão!
Psicologo e inicie uma psicoterapia, para reducionista sua carreira, e livra/lo do pânico depressão e ansiedade que surgiu. Não tome nenhuma decisão precipitada, a psicoterapia lhe revelará essa dificuldade com crianças e se realmente não gosta delas. Vá atrás das causas de seus problemas e não dos sintomas! Uma vez enfrentando seus medos e dificuldades os sintomas diminuirão ou até desaparecerão!

Olá. Não é facil lidar com um trabalho de que não gostamos, principalmente se não conseguimos vislumbrar uma mudança no curto prazo. Uma forma prática e objetiva de lidar com essa dificuldade é manter o tratamento médico e psicólogo, se já esta fazendo. Se não tem acompanhamento psicológico, é importante procurar o mais rápido que conseguir, pois além de te ajudar a tratar e melhorar das crises de pânico e da depressão, pode também te ajudar a ter um apoio ao voltar ao trabalho, e ainda te auxiliar e construir um plano de mudança de trabalho, de vida, a pensar em alternativas concretas para sua situação atual. São mudanças que podem ser lentas, ou mais rápidas, mas com o apoio adequado podem ficar bem mais suportáveis! Boa sorte!

Oi! As causas da síndrome do pânico e da depressão podem ser muitas, mas o fato de você não se sentir bem no ambiente de trabalho já pode ser um indicativo. O ideal é que você reflita sobre o seu trabalho e identifique se essa pode ser a maior causa para as suas questões centrais. O processo de terapia é uma excelente maneira de ajudar a pensar nessas e em outras questões que podem estar envolvidas. Boa sorte!

Compreendo que seja muito ruim trabalhar com algo de que não goste, ou que não se sinta pronta para ele, assim, o trabalho, pode ser o causador da sua doença, o ideal seria buscar ajuda Psicológica. O Autoconhecimento e o Auto amor, poderão lhe indicar um melhor caminho.
Busque ajuda, estou a disposição
Espero que lhe tenha ajudado
Abraço
Vera Pelizzari
Busque ajuda, estou a disposição
Espero que lhe tenha ajudado
Abraço
Vera Pelizzari

Conforme já informado por meus colegas em respostas anteriores o trabalho além de ser um meio de sobrevivência ele também faz parte da construção de nossa identidade. Quando você diz ter depressão há anos, entendo que existe um sofrimento paralelo na sua vida que podem interferir até mesmo nas suas escolhas. Quando se desenvolve outro sintoma como a síndrome do pânico, este deve ser lido como um alerta urgente de que sua mente está pedindo ajuda e dizendo que não está mais dando conta de algo!Portanto, se você elenca o espaço do trabalho como adoecedor tente, caso seja possível, um breve afastamento, procure ajuda terapêutica para acompanhá-lo neste processo de entender se a doença mascara as tuas percepções de que relata (estar entre crianças) ou realmente não se sente feliz nesta atividade. Assim encontrará uma resposta sobre o ambiente de trabalho.Num segundo momento, ainda em terapia, é encontrar novos objetivos, novos projetos que te farão trabalhar, ser representada por esta função e também te proporcionar o sustento. Abraços!
Márcia Regina Wagner Irion
Márcia Regina Wagner Irion

Boa noite, acredito que esta dando mais importância ao seu bem estar profissional, esperou de mais para entender a importância de uma psicoterapia na vida da gente. Você estudou para ser professora e trabalha, mas esqueceu do seu bem estar emocional. Pode ser que as causas do panico não estejam no trabalho com as crianças, porem esta rotina não esta te ajudando a sair do desconforto emocional. Procure um psicologo que trabalhe com traumas ou com EMDR ou Brainspotting podem ser as terapias que podem te ajudar a superar o trauma que está vivendo. Se ajude não espere mais você é mais importante que o resto.

Olá, seria de grande importância iniciar uma terapia, para entender oque te levou a trabalhar com crianças e talvez ressignificar sua via profissional, pois continuar a trabalhar com algo que não gosta, só fará você adoecer, se permita olhar internamente para você, para seus desejos

O primeiro passo você já deu, parabéns! Agora vamos caminhar.
Com a psicoterapia vem o autoconhecimento e a partir disso a clareza, que é fundamental para novas ações. Na vida passamos por "picos e vales", nos vales aprendemos a transformar a dor em aprendizado para que os momentos de pico sejam longos e abundantes!
Com mais de 25 anos de experiência, a intenção do meu trabalho é ajudar pessoas a terem melhor qualidade de vida porisso busque um profissional qualificado que te gere confiança e segurança para essa caminhada Tenho certeza dará certo!
Com a psicoterapia vem o autoconhecimento e a partir disso a clareza, que é fundamental para novas ações. Na vida passamos por "picos e vales", nos vales aprendemos a transformar a dor em aprendizado para que os momentos de pico sejam longos e abundantes!
Com mais de 25 anos de experiência, a intenção do meu trabalho é ajudar pessoas a terem melhor qualidade de vida porisso busque um profissional qualificado que te gere confiança e segurança para essa caminhada Tenho certeza dará certo!

Bom ter o seu contato! Sempre se faz necessário uma avaliação criteriosa de cada caso. A crise de pânico surge como um mecanismo de defesa do organismo, considerando um perigo iminente, relacionada há um "psicotrauma", muitas vezes de forma inconsciente. E quando certas situações ocorrem, mesmo não sendo situações de perigo, mas trazem mensagens subliminares, acionam os disparadores e o sistema nervoso central inicia a proteção para uma situação de emergência, mas descontrolado e surge uma sensação aterrorizadora, a tal síndrome do Pânico. Sugiro, se for de seu interesse, procurar um profissional na área da psicologia habilitado em EMDR, um trabalho específico para reprocessamento e dessensibilização de fobias a fim de que possa contribuir para o retorno a uma qualidade de vida desejada.. Atenciosamente,

Olá!
A Psicoterapia pode te ajudar a entender se existiu algum evento que te leve a estas crises, seria preciso investigar melhor o porque destas crianças serem gatilho pra seus sintomas.
As perguntas que deve se fazer são se está feliz fazendo o que faz, se um dia já foi e como chegou até está profissão.. se a desejou ou se foi algo imposto.. você precisa trabalhar, sabemos, porém.... Considere buscar o que te faz feliz, uma transição de carreira é possível e extremamente necessária pra que a gente viva bem!
A Psicoterapia pode te ajudar a entender se existiu algum evento que te leve a estas crises, seria preciso investigar melhor o porque destas crianças serem gatilho pra seus sintomas.
As perguntas que deve se fazer são se está feliz fazendo o que faz, se um dia já foi e como chegou até está profissão.. se a desejou ou se foi algo imposto.. você precisa trabalhar, sabemos, porém.... Considere buscar o que te faz feliz, uma transição de carreira é possível e extremamente necessária pra que a gente viva bem!

Olá...
É importante que neste momento busque uma psicoterapia.
Entendo que neste momento, escrevo “momento” porque é transitório, a insatisfação com o trabalho está sendo nocivo, tanto para você, como para o outro.
O trabalho é onde passamos a maior parte do nosso tempo, entregamos energia, é importante refletir sobre este seu momento no trabalho.
Buscar um especialista pode proporcionar alívio da dor, pois a angústia é o que mais aparece no relato.
É importante que neste momento busque uma psicoterapia.
Entendo que neste momento, escrevo “momento” porque é transitório, a insatisfação com o trabalho está sendo nocivo, tanto para você, como para o outro.
O trabalho é onde passamos a maior parte do nosso tempo, entregamos energia, é importante refletir sobre este seu momento no trabalho.
Buscar um especialista pode proporcionar alívio da dor, pois a angústia é o que mais aparece no relato.

Bem legal você já sinalizar que não gosta ...Assim seria mais interessante buscar algo que lhe de um minimo de prazer . Sobre a Depressão , melhor voltar para terapia .

Procure um psicólogo da abordagem cognitivo comportamental

Olá... imagino o quanto é ruim ter que ir trabalhar em algo que você não gosta...entendo o seu sofrimento. Acho que você precisa investir agora em cuidar de você. Tem duas questões importantes na sua vida que estão precisando de cuidados: a sua atividade profissional e a síndrome do pânico. É preciso entender e cuidar de cada uma delas. Acredito que uma psicoterapia com um psicólogo possa te ajudar a entender e a lidar melhor com tudo isso.

Olá,
Se você trabalha com crianças e não gosta, isto não faz bem a você e nem para elas, seria importante entender melhor sus habilidades profissionais e buscar outras atividades que lhe faça mais feliz, bem como procurar por um tratamento psicológico para cuidar de seu transtorno.
Abçs
Se você trabalha com crianças e não gosta, isto não faz bem a você e nem para elas, seria importante entender melhor sus habilidades profissionais e buscar outras atividades que lhe faça mais feliz, bem como procurar por um tratamento psicológico para cuidar de seu transtorno.
Abçs
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Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
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Boa tarde!!! Acompanhamento psicológico e trabalho de Constelação Familiar a ajudará a entender as causas de todos esses sintomas.

Olá! Quando você escolheu essa profissão e deu início ao trabalho, você diria que já não gostava de crianças? Se a resposta for sim, o que te levou então a fazer essa escolha, entre tantas outras possibilidades? Mas caso a resposta seja não, você diria que passou a não gostar de crianças com o tempo? Essas são questões que me peguei pensando. Elas nos ajudariam a entender mais o seu quadro atual. Sugiro que mantenha o tratamento médico e se ainda não faz, dê início a Psicoterapia. A Psicoterapia é uma grande aliada para quem está passando por crises no trabalho. Como ela foca bastante no autoconhecimento, ela te ajudará a identificar pontos de estresse e desenvolver recursos para melhorar as crises de pânico e depressão. Esse apoio te auxiliará a construir um plano de mudança para recuperar a sua saúde. Cuide-se bem!

A depressão e os transtornos de ansiedade muitas vezes são um convite para adentrar em um processo de autoconhecimento, onde as questões relacionadas ao trabalho podem ser melhor compreendidas em busca de sua realização pessoal. Para isso, busque um profissional de sua confiança que posso te acompanhar e facilitar sua jornada para dentro de si mesma.

O tratamento nestes casos tem que ser multidisciplinar, com medicamentos para aliviar os sintomas e psicólogo par tratar a parte comportamental e os possíveis recursos de enfrentamento. A Psicoterapia Cognitivo Comportamental tem mostrados resultados eficazes no enfrentamento de fobias. Pense nisso!

Olá! Como vai?
Pode ser que, com o tempo, você desenvolva um quadro um pouco mais agudo como o esgotamento profissional, já que frequentemente você está sendo exposta a um fator considerado significativamente estressor. O ideal é fazer acompanhamento psicológico nesses casos, isso a auxiliará a lidar com a questão, assim como promoverá sua saúde mental, evitando prejuízos ainda mais importantes.
Pode ser que, com o tempo, você desenvolva um quadro um pouco mais agudo como o esgotamento profissional, já que frequentemente você está sendo exposta a um fator considerado significativamente estressor. O ideal é fazer acompanhamento psicológico nesses casos, isso a auxiliará a lidar com a questão, assim como promoverá sua saúde mental, evitando prejuízos ainda mais importantes.

Você precisa cuidar de você, sugiro psicoterapia, boa sorte.

Olá. Vai ser preciso investigar com mais detalhes sua situação para poder entender o que pode ser feito, não é possível responder apenas com as informações que você passou. É importante se priorizar e se cuidar, psicoterapia vai te ajudar nessa direção. Abraço.

Boa noite!
O trabalho de professor é muito absorvedor principalmente com as crianças atuais, desprovidas de limite. É um trabalho de vocação, não é para todos. Comece a procurar outro trabalho ou mude de atuação. Já esse ultimo demanda tempo para se habilitar. Busque a terapia para superar essa situação. Conte comigo. Um forte abraço
O trabalho de professor é muito absorvedor principalmente com as crianças atuais, desprovidas de limite. É um trabalho de vocação, não é para todos. Comece a procurar outro trabalho ou mude de atuação. Já esse ultimo demanda tempo para se habilitar. Busque a terapia para superar essa situação. Conte comigo. Um forte abraço

Lidar com crises de pânico, especialmente em um ambiente de trabalho desafiador como o de lidar com crianças, pode ser muito difícil. A aversão que você sente pelas crianças pode ser um reflexo de uma sobrecarga emocional, potencializada pela depressão e pelo estresse. A psicoterapia pode ser extremamente útil nesse caso, pois permite que você explore as raízes dessa aversão e das suas crises de pânico, além de trabalhar as emoções que surgem nesse contexto. A terapia pode ajudá-la a compreender melhor seus sentimentos e a desenvolver estratégias para gerenciar as crises e lidar com o ambiente de trabalho de forma mais saudável, respeitando seu tempo de recuperação e saúde emocional.

Olá, tudo bem?
Primeiro, quero que saiba que é possível entender e lidar com essa situação de forma acolhedora e estruturada. A crise de pânico e a depressão que você mencionou indicam que sua mente e corpo estão reagindo a um alto nível de estresse ou desconforto emocional. Trabalhar em um ambiente que não traz satisfação, como você descreve, pode ser um gatilho importante para esses sintomas, e por isso seu sofrimento em relação à volta ao trabalho é totalmente compreensível.
Do ponto de vista da neurociência, as crises de pânico envolvem uma ativação exagerada do sistema nervoso simpático (responsável pela reação de "luta ou fuga"). A amígdala, uma estrutura do cérebro ligada ao medo e ao processamento emocional, fica hiperativa, mesmo quando não há um perigo real. Isso provoca sintomas como palpitação, falta de ar, tontura e uma sensação de descontrole, que podem ser assustadores e paralisantes. A depressão, por sua vez, está associada a uma redução na atividade de neurotransmissores como serotonina e dopamina, resultando em sentimentos de desânimo, falta de prazer e uma visão negativa do futuro.
Para lidar com isso e encontrar mais equilíbrio emocional, é essencial adotar uma abordagem que considere tanto suas crises de pânico quanto a depressão. Trabalhar com crianças, um ambiente que você mencionou não gostar, pode estar exacerbando seu sofrimento, seja por questões sensoriais, emocionais ou por uma falta de conexão com a atividade em si. Isso não significa que há algo errado com você, mas sim que é importante explorar o que está causando esse desconforto e como lidar com ele.
A psicoterapia, especialmente a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), pode ser uma ferramenta extremamente eficaz para lidar com crises de pânico e depressão. Na TCC, trabalhamos para identificar os gatilhos que disparam essas crises e, gradualmente, construir estratégias que ajudam a mudar a forma como você reage emocional e fisicamente a essas situações. Técnicas de respiração controlada, relaxamento muscular e mindfulness podem ajudar a regular a resposta do sistema nervoso durante as crises, trazendo mais calma e controle. Além disso, a terapia permite explorar alternativas profissionais ou formas de tornar o ambiente de trabalho menos desgastante.
Se você já está de licença médica, seria importante também conversar com o médico ou psiquiatra que acompanha seu quadro depressivo. A medicação pode ser ajustada, se necessário, para ajudar a reduzir a intensidade dos sintomas, especialmente enquanto você lida com o estresse relacionado ao trabalho.
Além disso, é importante cuidar da sua rotina e bem-estar emocional. Atividades físicas leves, como caminhadas, têm efeitos comprovados na regulação de neurotransmissores e podem ser grandes aliadas no tratamento da depressão e na redução das crises de pânico. Práticas de autocuidado, como momentos de descanso, hobbies ou atividades criativas, também ajudam a construir um espaço mental mais positivo.
Por fim, quero reforçar que você não está sozinho nesse processo. O sofrimento que você está sentindo tem tratamento, e com o suporte adequado, é possível encontrar equilíbrio e até mesmo repensar caminhos profissionais que estejam mais alinhados com quem você é e o que te faz bem. Se eu puder ajudar com um plano terapêutico que te dê mais controle sobre as crises e explore essas questões com acolhimento e cuidado, estarei à disposição para te apoiar nessa jornada. Você merece se sentir bem e viver com mais leveza.
Primeiro, quero que saiba que é possível entender e lidar com essa situação de forma acolhedora e estruturada. A crise de pânico e a depressão que você mencionou indicam que sua mente e corpo estão reagindo a um alto nível de estresse ou desconforto emocional. Trabalhar em um ambiente que não traz satisfação, como você descreve, pode ser um gatilho importante para esses sintomas, e por isso seu sofrimento em relação à volta ao trabalho é totalmente compreensível.
Do ponto de vista da neurociência, as crises de pânico envolvem uma ativação exagerada do sistema nervoso simpático (responsável pela reação de "luta ou fuga"). A amígdala, uma estrutura do cérebro ligada ao medo e ao processamento emocional, fica hiperativa, mesmo quando não há um perigo real. Isso provoca sintomas como palpitação, falta de ar, tontura e uma sensação de descontrole, que podem ser assustadores e paralisantes. A depressão, por sua vez, está associada a uma redução na atividade de neurotransmissores como serotonina e dopamina, resultando em sentimentos de desânimo, falta de prazer e uma visão negativa do futuro.
Para lidar com isso e encontrar mais equilíbrio emocional, é essencial adotar uma abordagem que considere tanto suas crises de pânico quanto a depressão. Trabalhar com crianças, um ambiente que você mencionou não gostar, pode estar exacerbando seu sofrimento, seja por questões sensoriais, emocionais ou por uma falta de conexão com a atividade em si. Isso não significa que há algo errado com você, mas sim que é importante explorar o que está causando esse desconforto e como lidar com ele.
A psicoterapia, especialmente a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), pode ser uma ferramenta extremamente eficaz para lidar com crises de pânico e depressão. Na TCC, trabalhamos para identificar os gatilhos que disparam essas crises e, gradualmente, construir estratégias que ajudam a mudar a forma como você reage emocional e fisicamente a essas situações. Técnicas de respiração controlada, relaxamento muscular e mindfulness podem ajudar a regular a resposta do sistema nervoso durante as crises, trazendo mais calma e controle. Além disso, a terapia permite explorar alternativas profissionais ou formas de tornar o ambiente de trabalho menos desgastante.
Se você já está de licença médica, seria importante também conversar com o médico ou psiquiatra que acompanha seu quadro depressivo. A medicação pode ser ajustada, se necessário, para ajudar a reduzir a intensidade dos sintomas, especialmente enquanto você lida com o estresse relacionado ao trabalho.
Além disso, é importante cuidar da sua rotina e bem-estar emocional. Atividades físicas leves, como caminhadas, têm efeitos comprovados na regulação de neurotransmissores e podem ser grandes aliadas no tratamento da depressão e na redução das crises de pânico. Práticas de autocuidado, como momentos de descanso, hobbies ou atividades criativas, também ajudam a construir um espaço mental mais positivo.
Por fim, quero reforçar que você não está sozinho nesse processo. O sofrimento que você está sentindo tem tratamento, e com o suporte adequado, é possível encontrar equilíbrio e até mesmo repensar caminhos profissionais que estejam mais alinhados com quem você é e o que te faz bem. Se eu puder ajudar com um plano terapêutico que te dê mais controle sobre as crises e explore essas questões com acolhimento e cuidado, estarei à disposição para te apoiar nessa jornada. Você merece se sentir bem e viver com mais leveza.

O tratamento do transtorno do pânico é baseado em uma abordagem integrativa que combina psicoterapia (principalmente a Terapia Cognitivo-Comportamental - TCC), intervenções comportamentais e, em alguns casos, o uso de medicação. O objetivo do tratamento é reduzir os ataques de pânico, ajudar a pessoa a compreender e gerenciar seus gatilhos e melhorar sua qualidade de vida.
1. Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)
A TCC é a abordagem mais eficaz para o tratamento do transtorno do pânico. Ela trabalha com os padrões de pensamento, emoções e comportamentos que mantêm o transtorno.
Como funciona a TCC no transtorno do pânico?
• Psicoeducação:
O terapeuta explica o que são os ataques de pânico e como eles funcionam, mostrando que os sintomas físicos intensos (como palpitações ou sensação de sufocamento) são respostas naturais ao estresse, não sinais de algo grave.
• Exemplo: Ensinar que o coração acelerado não é um “ataque cardíaco”, mas uma ativação normal do sistema de luta ou fuga.
• Identificação de pensamentos automáticos e catastróficos:
A pessoa aprende a identificar pensamentos que disparam ou intensificam os ataques de pânico, como “vou perder o controle” ou “vou morrer”. Esses pensamentos são reestruturados para se tornarem mais realistas e funcionais.
• Exemplo: Substituir “não consigo respirar” por “estou hiperventilando, e isso vai passar”.
• Exposição interoceptiva:
Uma técnica fundamental no tratamento do pânico é a exposição gradual aos sintomas físicos temidos (como tontura ou palpitações). Isso ajuda a pessoa a perder o medo das sensações corporais associadas ao pânico.
• Exemplo: Simular sintomas em um ambiente controlado, como girar para sentir tontura, para mostrar que essas sensações não são perigosas.
• Exposição situacional:
Muitas pessoas com transtorno do pânico desenvolvem agorafobia (medo de situações ou lugares onde um ataque de pânico pode ocorrer). A exposição gradual a esses lugares ajuda a reduzir a evitação e o medo.
• Exemplo: Alguém que evita mercados pode começar visitando brevemente um local menos movimentado e, aos poucos, aumentar a exposição.
• Técnicas de relaxamento e regulação emocional:
Ensinar estratégias como respiração diafragmática e mindfulness para ajudar a reduzir a ansiedade e prevenir ataques de pânico.
2. Medicamentos
Em alguns casos, especialmente quando os ataques são frequentes e muito incapacitantes, o médico pode prescrever medicamentos para ajudar no controle dos sintomas. Os mais comuns incluem:
• Antidepressivos:
• ISRS (Inibidores Seletivos da Recaptação de Serotonina), como fluoxetina, sertralina ou escitalopram.
• IRSN (Inibidores da Recaptação de Serotonina e Noradrenalina), como venlafaxina.
• Esses medicamentos ajudam a reduzir a frequência e intensidade dos ataques de pânico e controlar a ansiedade geral.
• Ansiolíticos:
• Benzodiazepínicos (como clonazepam ou alprazolam) podem ser usados por curtos períodos, para crises agudas, mas não são recomendados para uso prolongado devido ao risco de dependência.
3. Estratégias comportamentais e de autocuidado
A implementação de hábitos saudáveis ajuda a complementar a psicoterapia e medicação. Isso inclui:
• Prática de exercícios físicos:
O exercício reduz o estresse e a ansiedade, além de ajudar a pessoa a se sentir mais confortável com o aumento da frequência cardíaca, que muitas vezes é um gatilho de pânico.
• Sono regular:
Um padrão de sono saudável ajuda a regular o sistema nervoso e reduzir a sensibilidade ao estresse.
• Redução de estimulantes:
Evitar cafeína, nicotina ou outros estimulantes que podem intensificar os sintomas físicos associados ao pânico.
• Alimentação equilibrada:
Comer de forma regular e nutritiva para evitar quedas nos níveis de açúcar no sangue, que podem causar sintomas físicos semelhantes à ansiedade.
4. Apoio social e familiar
Apoio de pessoas próximas é essencial. A família e amigos podem:
• Validar os sentimentos da pessoa e não minimizar os ataques.
• Evitar reforçar comportamentos de evitação,
1. Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)
A TCC é a abordagem mais eficaz para o tratamento do transtorno do pânico. Ela trabalha com os padrões de pensamento, emoções e comportamentos que mantêm o transtorno.
Como funciona a TCC no transtorno do pânico?
• Psicoeducação:
O terapeuta explica o que são os ataques de pânico e como eles funcionam, mostrando que os sintomas físicos intensos (como palpitações ou sensação de sufocamento) são respostas naturais ao estresse, não sinais de algo grave.
• Exemplo: Ensinar que o coração acelerado não é um “ataque cardíaco”, mas uma ativação normal do sistema de luta ou fuga.
• Identificação de pensamentos automáticos e catastróficos:
A pessoa aprende a identificar pensamentos que disparam ou intensificam os ataques de pânico, como “vou perder o controle” ou “vou morrer”. Esses pensamentos são reestruturados para se tornarem mais realistas e funcionais.
• Exemplo: Substituir “não consigo respirar” por “estou hiperventilando, e isso vai passar”.
• Exposição interoceptiva:
Uma técnica fundamental no tratamento do pânico é a exposição gradual aos sintomas físicos temidos (como tontura ou palpitações). Isso ajuda a pessoa a perder o medo das sensações corporais associadas ao pânico.
• Exemplo: Simular sintomas em um ambiente controlado, como girar para sentir tontura, para mostrar que essas sensações não são perigosas.
• Exposição situacional:
Muitas pessoas com transtorno do pânico desenvolvem agorafobia (medo de situações ou lugares onde um ataque de pânico pode ocorrer). A exposição gradual a esses lugares ajuda a reduzir a evitação e o medo.
• Exemplo: Alguém que evita mercados pode começar visitando brevemente um local menos movimentado e, aos poucos, aumentar a exposição.
• Técnicas de relaxamento e regulação emocional:
Ensinar estratégias como respiração diafragmática e mindfulness para ajudar a reduzir a ansiedade e prevenir ataques de pânico.
2. Medicamentos
Em alguns casos, especialmente quando os ataques são frequentes e muito incapacitantes, o médico pode prescrever medicamentos para ajudar no controle dos sintomas. Os mais comuns incluem:
• Antidepressivos:
• ISRS (Inibidores Seletivos da Recaptação de Serotonina), como fluoxetina, sertralina ou escitalopram.
• IRSN (Inibidores da Recaptação de Serotonina e Noradrenalina), como venlafaxina.
• Esses medicamentos ajudam a reduzir a frequência e intensidade dos ataques de pânico e controlar a ansiedade geral.
• Ansiolíticos:
• Benzodiazepínicos (como clonazepam ou alprazolam) podem ser usados por curtos períodos, para crises agudas, mas não são recomendados para uso prolongado devido ao risco de dependência.
3. Estratégias comportamentais e de autocuidado
A implementação de hábitos saudáveis ajuda a complementar a psicoterapia e medicação. Isso inclui:
• Prática de exercícios físicos:
O exercício reduz o estresse e a ansiedade, além de ajudar a pessoa a se sentir mais confortável com o aumento da frequência cardíaca, que muitas vezes é um gatilho de pânico.
• Sono regular:
Um padrão de sono saudável ajuda a regular o sistema nervoso e reduzir a sensibilidade ao estresse.
• Redução de estimulantes:
Evitar cafeína, nicotina ou outros estimulantes que podem intensificar os sintomas físicos associados ao pânico.
• Alimentação equilibrada:
Comer de forma regular e nutritiva para evitar quedas nos níveis de açúcar no sangue, que podem causar sintomas físicos semelhantes à ansiedade.
4. Apoio social e familiar
Apoio de pessoas próximas é essencial. A família e amigos podem:
• Validar os sentimentos da pessoa e não minimizar os ataques.
• Evitar reforçar comportamentos de evitação,

Olá!
Entendo que lidar com crises de pânico e depressão enquanto trabalha com crianças pode ser extremamente desafiador. As crises de pânico são episódios intensos de ansiedade que podem ocorrer em situações específicas ou de forma inesperada, e a depressão pode amplificar essa dificuldade ao afetar sua motivação e energia.
Na psicoterapia cognitivo-comportamental, trabalhamos para identificar os gatilhos das crises de pânico e desenvolver estratégias de enfrentamento, como técnicas de relaxamento e reestruturação cognitiva. É importante criar um plano que ajude a reduzir a ansiedade associada ao ambiente de trabalho.
Além disso, é fundamental tratar a depressão de maneira integrada, abordando tanto os sintomas emocionais quanto os comportamentais. Isso pode incluir a criação de rotinas saudáveis e o fortalecimento das habilidades de enfrentamento.
Buscar suporte profissional é essencial para desenvolver essas estratégias de forma segura e eficaz. Recomendo visitar meu perfil no Doctoralia para mais informações, e também conferir o site HumanaMente Falando.
Fico à disposição, fique bem!
Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.
Entendo que lidar com crises de pânico e depressão enquanto trabalha com crianças pode ser extremamente desafiador. As crises de pânico são episódios intensos de ansiedade que podem ocorrer em situações específicas ou de forma inesperada, e a depressão pode amplificar essa dificuldade ao afetar sua motivação e energia.
Na psicoterapia cognitivo-comportamental, trabalhamos para identificar os gatilhos das crises de pânico e desenvolver estratégias de enfrentamento, como técnicas de relaxamento e reestruturação cognitiva. É importante criar um plano que ajude a reduzir a ansiedade associada ao ambiente de trabalho.
Além disso, é fundamental tratar a depressão de maneira integrada, abordando tanto os sintomas emocionais quanto os comportamentais. Isso pode incluir a criação de rotinas saudáveis e o fortalecimento das habilidades de enfrentamento.
Buscar suporte profissional é essencial para desenvolver essas estratégias de forma segura e eficaz. Recomendo visitar meu perfil no Doctoralia para mais informações, e também conferir o site HumanaMente Falando.
Fico à disposição, fique bem!
Com afeto, Leonir Troscki - CRP12/12755.

Sinto muito por você está passando por isso. Lidar com crise de pânico e depressão é desafiador, e o retorno ao trabalho diante desses sentimentos pode ser bastante angustiante. Recomendo que busque ajuda profissional. Um psicólogo pode te ajudar a entender melhor a origem desses sentimentos, identificar os gatilhos e desenvolver estratégias de enfrentamento da crise. Caso necessite de ajuda, estou à disposição. Abraços!
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