Tomei deasepam na upa por uma crise de ansiedade mas não farei tratamento foi só uma dose para o alí

19 respostas
Tomei deasepam na upa por uma crise de ansiedade mas não farei tratamento foi só uma dose para o alívio da ansiedade passo tomar cerveja
Dr. Amiris Costa
Psicólogo
Rio de Janeiro
Bom dia. O diazepam pode permanecer no organismo por algumas horas. É importante esperar o tempo necessário para que o medicamento faça efeito e para que seus efeitos comecem a diminuir antes de ingerir qualquer outra substância, incluindo álcool.
Se você está sofrendo com crises de ansiedade, é fundamental buscar ajuda médica. Um profissional de saúde poderá te orientar sobre as melhores opções de tratamento, que podem incluir terapia, ajustes no estilo de vida e, em alguns casos, medicação.

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 Indayá Jardim de Almeida
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Olá! A medicação permanece no organismo de dois a cinco dias, por isso, o indicado é não ingerir bebida alcoólica nesse período, mas se as crises de ansiedade são recorrentes aconselho buscar um psicólogo/ psicanalista para que possa ter um espaço de escuta sensível e acolhimento para essa questão e o profissional escolhido avaliará a necessidade do trabalho conjunto com psiquiatra. Espero ter ajudado, estou á disposição!
 Patrícia Sardinha
Psicólogo, Psicanalista
Goiânia
Olá! É importante respeitar a recomendação de evitar interação com outras substâncias no uso de ansiolíticos pelo tempo indicado. Se não é de seu interesse fazer um tratamento com essa medicação para as ansiedades você pode considerar um tratamento psicoterápico que pode te dar ferramentas para lidar com elas. Abraços!
Boa noite, tudo bem? A interação medicamentosa com o álcool não é recomendada. Caso o senhor venha sofrendo de ansiedade, e não necessariamente somente nos momentos em que ela chega nesse pico, é importante que busque ajuda profissional com um psicólogo(a) para que seja feito um tratamento e acompanhamento do quadro.
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 Mayara Vieira
Psicólogo, Psicanalista
São Carlos
Olá, boa noite! Acredito que os colegas já responderam sobre a interação medicamento e bebida alcoólica. Por isso, aproveito o espaço para refletir sobre o papel do álcool como um agente "tranquilizante", entre muitas aspas, que promove, num primeiro momento, um relaxamento das tensões. Penso que, por contas desses pontos que você trouxe, crise de ansiedade e preocupação com a ingestão de álcool, seja interessante avaliar qual o papel do álcool na sua vida e com qual finalidade ele tem sido usado. É para relaxar? Para esquecer os problemas? Caso queria conversar mais sobre isso, coloco-me a disposição.
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Olá! Embora o medicamento não seja utilizado em uso continuo por você, é importante seguir as orientações médicas do hospital. Aproveito para te incentivar a cuidar de ti e buscar ajuda para construir estratégias para lidar melhor com a ansiedade, seja ela enquanto um sentimento, quanto enquanto um transtorno de ansiedade. Desejo que fique tudo bem para você!
Olá!
O indicado é não fazer uso de bebida alcoólica. O álcool tem metabolização no fígado (lá que acontece boa parte do seu processo de degradação) e muitos dos compostos dos remédios também passam por esse processo hepático.
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Boa tarde! Não é recomendado fazer uso de álcool quando em uso de ansiolíticos ou outras medicações. É importante salientar a importância de dar continuidade ao tratamento. Consultas esporádicas apenas em momentos de crise, podem apresentar uma "melhora ilusória", ou seja, uma mudança que não vai perdurar, pois só tende a tratar a crise. Procure um tratamento contínuo e evite essa combinação de álcool e medicações.
 Germaniely Lima
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá, é importante seguir a recomendação médica quanto ao uso do álcool após a ingestão do medicamento. Recomendo que busque um tratamento para sua ansiedade também.
Olá. É importante que medicações sejam acompanhadas por profissional de medicina.
Dr. José Augusto Avelar
Psicólogo, Terapeuta complementar
Sarandi
Tomar uma dose de diazepam (ou qualquer benzodiazepínico) para aliviar uma crise de ansiedade pode trazer um efeito temporário de calmaria, mas é importante refletir sobre os cuidados a serem tomados a partir daí, principalmente em relação ao consumo de álcool. O diazepam e o álcool agem no sistema nervoso central, potencializando o efeito depressor no cérebro. Mesmo que você tenha tomado apenas uma dose, o corpo pode ainda estar processando a medicação, o que significa que consumir álcool logo em seguida pode causar sonolência, perda de coordenação, ou até algo mais grave, como dificuldades respiratórias.

Além disso, vale pensar no impacto psicológico. Recorrer ao álcool após uma experiência com um ansiolítico pode criar um padrão de autossabotagem, onde você busca alívio temporário sem enfrentar a raiz da ansiedade. Esse ciclo pode agravar a situação emocional ao invés de ajudar.

Embora não tenha optado por um tratamento contínuo, é essencial buscar maneiras mais sustentáveis de lidar com a ansiedade a longo prazo. Cuidar da saúde mental envolve mais do que medicações pontuais ou álcool; envolve construir ferramentas emocionais que permitam enfrentar os momentos de crise com mais autonomia e equilíbrio. Avaliar o que está gerando sua ansiedade e buscar alternativas como terapia ou práticas de autocuidado pode fazer toda a diferença no seu bem-estar.
 Edison Caraviello
Psicólogo
São Paulo
A combinação de ansiolíticos e antidepressivos com álcool pode resultar em sonolência, tontura e, em casos extremos, depressão respiratória. Isso compromete o tratamento dessas condições.
Procure ajuda com um profissional de saúde e de continuidade ao tratamento.
Olá, bom dia! O diazepam é um medicamento da categoria dos benzodiazepínicos, ou seja, são medicamentos específicos para o alívio de sintomas de ansiedade, mas que sempre devem ser usados, prescritos por um médico e em acompanhamento, visto que podem gerar dependência a longo prazo. Recomendo que siga a orientação do médico que lhe passou, como já dito pelos colegas. Espero que consiga ajudá-lo a refletir sobre o que lhe tem deixado ansioso e como tais sintomas se manifestam em sua vida. Qualquer uso de substância envolve um pano de fundo: qual o efeito da substância sobre o seu corpo, o que te faz procurar tal efeito? Recomendo que procure um psicólogo/psicanalista que consiga aprofundar-se em tais questões e iniciar um processo terapêutico em um espaço seguro e de confiança. Caso queira conversar mais sobre isso, coloco-me à disposição.
O diazepam permanece no organismo por algumas horas, e é fundamental respeitar esse tempo para que seus efeitos se estabilizem antes de consumir qualquer outra substância, como álcool. No entanto, se você está passando por crises de ansiedade, é importante não depender apenas da medicação. A psicoterapia oferece um espaço seguro para explorar suas emoções e compreender as raízes da ansiedade. Um acompanhamento profissional pode fazer toda a diferença, ajudando a encontrar estratégias eficazes para o enfrentamento dessas questões.
 Jéssica Alhadeff
Psicólogo
Rio de Janeiro
O diazepam, pode interagir com o álcool, o que pode resultar em efeitos colaterais graves.
Mesmo que você tenha tomado apenas uma dose de diazepam para aliviar a ansiedade, o ideal é evitar o consumo de álcool por um tempo, até que o medicamento tenha sido completamente metabolizado e eliminado do seu organismo, o que pode levar algumas horas ou até dias, dependendo de fatores como metabolismo e dose.

Caso esses sintomas de ansiedade sejam recorrentes pode ser interessante você procurar ajuda de um psicólogo ou e/ou psiquiatra.
 Leonarda Araujo
Psicólogo
São José do Rio Preto
Olá! Com base no que eu sei, nenhuma medicação deve ser usada em conjunto com o álcool, pois isso pode aumentar os efeitos colaterais de forma grave. O ideal seria você procurar ajuda psicológica para tratar suas questões de ansiedade e, se necessário, buscar a orientação de um psiquiatra. Para entender melhor a sua situação, vamos agendar uma sessão de terapia, onde você poderá obter mais clareza sobre o que está enfrentando. O que acha?

Dr. Shalon Riker Lages
Psicanalista, Psicólogo, Terapeuta complementar
Salvador
Se o diazepam foi ministrado de forma episódica e você não está fazendo uso contínuo do medicamento, é importante ainda assim ter cuidado ao ingerir bebida alcoólica. O diazepam é um benzodiazepínico, e tanto ele quanto o álcool atuam no sistema nervoso central, causando efeitos sedativos. O uso concomitante pode potencializar esses efeitos, resultando em sonolência excessiva, dificuldade de coordenação motora, e até depressão respiratória.

Recomenda-se esperar um tempo adequado para que o diazepam seja completamente eliminado do organismo antes de consumir álcool. O tempo de meia-vida do diazepam pode ser de até 48 horas, e seus metabólitos podem permanecer ativos por mais tempo. Assim, é prudente aguardar pelo menos alguns dias após a administração do diazepam antes de consumir álcool, para garantir que não haja interação entre as substâncias. Para uma orientação mais precisa, seria ideal consultar o médico que prescreveu o medicamento.
Dra. Valeria Abatemarco
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá, é importante ter cuidado ao misturar medicamentos com álcool. O diazepam é um benzodiazepínico que pode causar sedação, e o álcool também tem um efeito depressor no sistema nervoso central. Juntos, eles podem potencializar esses efeitos, o que pode não ser seguro.

Se você tomou apenas uma dose para alívio imediato e não está sob tratamento contínuo, ainda assim é recomendável esperar até que o efeito do diazepam passe completamente. Isso varia de pessoa para pessoa, mas geralmente é melhor evitar o álcool nas 24 horas seguintes à dose.

Se você tiver dúvidas ou preocupações sobre como esses dois podem interagir, ou se você deveria beber de qualquer forma, o ideal é consultar um profissional de saúde. Eles podem te oferecer orientações mais personalizadas. Cuide-se bem! Se precisar conversar mais sobre isso ou qualquer outra coisa, estou aqui!
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem? Entendo que você esteja buscando formas de lidar com a ansiedade, e é importante que se reconheça o esforço que fez ao buscar a UPA e tomar a medicação, buscando rápido alívio para o momento. Mesmo que o medicamento possa ter ajudado no alívio imediato, é fundamental considerar que, sem um acompanhamento adequado, a ansiedade pode voltar com o tempo. Do ponto de vista neurológico, tanto o medicamento quanto o álcool interagem de maneira complexa no cérebro, impactando os circuitos responsáveis pela regulação emocional e a sensação de alívio. No entanto, o uso de álcool, embora ele pareça inicialmente ajudar a "desligar" por um tempo, pode interferir de forma negativa no equilíbrio do organismo e, a longo prazo, até contribuir para uma intensificação dos sintomas de ansiedade, comprometendo a eficácia de outras abordagens terapêuticas. Você consegue visualizar algum padrão no seu comportamento que, talvez, desencadeie esses episódios de ansiedade ou a vontade de recorrer ao álcool? Já refletiu sobre como a combinação desses fatores pode influenciar sua saúde emocional no longo prazo? O que você acha de explorar mais a fundo essas questões com o profissional que te acompanha no tratamento, para descobrir outras formas de lidar com isso de maneira mais saudável? Caso precise, estou à disposição. por 32 segundos
Olá, tudo bem? Obrigado por compartilhar o que está acontecendo. Compreendo que, em momentos de ansiedade intensa, a busca por um alívio imediato possa parecer uma saída, mesmo que essa estratégia acabe trazendo preocupações adicionais.

Quando você menciona ter tomado deasepam na urgência e estar prestes a consumir cerveja, é importante refletir sobre como essas substâncias interagem. A neurociência mostra que o cérebro reage de forma sensível a diferentes estímulos, e a combinação de um sedativo com álcool pode potencializar efeitos que impactam tanto o sistema nervoso quanto sua percepção e coordenação, ampliando a vulnerabilidade diante do estresse.

Gostaria de saber como você se sente em relação a essa prática e se já refletiu sobre o que a motiva. Você percebe alguma relação entre esses momentos de busca por alívio e situações específicas em sua vida? Quais sensações ou pensamentos surgem quando você pensa na possibilidade de que essa combinação possa ter efeitos mais intensos do que o esperado?

Como psicólogo, minha atuação é focada em ajudar a compreender e integrar os sentimentos e padrões de pensamento, mas questões envolvendo a interação de substâncias são delicadas e, nesse caso, pode ser interessante buscar uma avaliação com um psiquiatra, que tem expertise para orientar sobre esses cuidados. Caso precise, estou à disposição.

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