Tenho sindrome miofascial crônico. Faço uso de medicação. Além de acupuntura, laser, massagems, al t
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Tenho sindrome miofascial crônico. Faço uso de medicação. Além de acupuntura, laser, massagems, al término de cada terapia a dor volta. Gostaria saber sobre o bloqueio anestésico local ou botox.
Olá, a infiltração de pontos-gatilho com anestésico local é uma boa alternativa para o tratamento, vale salientar que é imprescindível para o tratamento a correção do fator causal de sua dor, seja uma má postura ou esforço repetitivo, por exemplo. Procure avaliação especializada para avaliação dos fatores causais. A toxina é um recurso útil em casos onde não temos como eliminar ou não conseguimos identificar o fator causal.
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O termo dor miofascial é utilizado para descrever uma condição clínica específica de dor muscular regional, muito freqüentemente associada à presença de um ou mais pontos dolorosos, que nessas circunstâncias são denominados pontos-gatilho.
O agulhamento dos pontos-gatilho (introdução de uma agulha num ponto doloroso identificado no músculo), a seco ou com injeção de substâncias anestésicas, é amplamente descrito na literatura, devendo ser sempre realizado por um especialista. A injeção de toxina botulínica merece comprovação de sua eficácia, e o uso de corticóides locais deve ser evitado por efeitos adversos potenciais, além de qualquer vantagem adicional demonstrável. A acupuntura, por sua vez, apresenta resultados positivos.
Espero ter ajudado, abs
O agulhamento dos pontos-gatilho (introdução de uma agulha num ponto doloroso identificado no músculo), a seco ou com injeção de substâncias anestésicas, é amplamente descrito na literatura, devendo ser sempre realizado por um especialista. A injeção de toxina botulínica merece comprovação de sua eficácia, e o uso de corticóides locais deve ser evitado por efeitos adversos potenciais, além de qualquer vantagem adicional demonstrável. A acupuntura, por sua vez, apresenta resultados positivos.
Espero ter ajudado, abs
A Toxina Botulínica é uma alternativa para casos refratários, mas é essencial que antes de indicar esse tratamento se ache o fator desencadeador da síndrome miofascial ..
Olá. Além das respostas dos especialistas acima, a orientação psicológica e psicoeducação em dor são importantes para você entender sua dor e os passos para desenvolver habilidades para lidar com as emoções que afetam suas crises de dor. Procure uma psicóloga especialista em dor.
Sua dor precisa ser melhor investigada. Existem vários outros tratamentos que podem ser tentados, inclusive bloqueio anestésico guiado por ultrassonografia se tiver indicação. Para mais informações, marque uma consulta !
Excelente pergunta — e muito pertinente para quem convive com síndrome dolorosa miofascial crônica, especialmente quando já realizou várias terapias físicas e medicamentosas sem alívio duradouro.
A síndrome miofascial ocorre quando há pontos gatilho (trigger points) — pequenas áreas de contração persistente dentro dos músculos — que provocam dor local e irradiada, rigidez e sensibilidade aumentada. Com o tempo, esses pontos geram um ciclo de dor, tensão e inflamação que se perpetua, mesmo após massagens ou acupuntura.
Quando o tratamento conservador (fisioterapia, acupuntura, laser, medicamentos relaxantes e neuromoduladores) não é suficiente, o bloqueio anestésico local pode ser uma excelente alternativa.
Bloqueio anestésico local
Consiste na injeção de um anestésico (geralmente lidocaína ou bupivacaína) diretamente nos pontos gatilho identificados durante o exame físico. O objetivo é interromper o ciclo de dor e espasmo muscular, promovendo relaxamento imediato da fibra muscular e melhora da circulação local.
O procedimento é rápido, seguro e ambulatorial;
Pode ser feito com agulha fina ou agulha seca (dry needling), dependendo do caso;
O efeito pode durar semanas a meses, e geralmente são necessárias sessões seriadas para manter o resultado;
A melhora costuma ser potencializada quando associada à fisioterapia e alongamentos específicos logo após o bloqueio.
Bloqueio com toxina botulínica (sem citar marca comercial)
Em casos mais resistentes, a aplicação de toxina botulínica em baixas doses nos músculos afetados pode ajudar a reduzir a contração involuntária e desativar pontos gatilho profundos, proporcionando alívio mais duradouro (em média 3 a 6 meses).
Essa técnica deve ser feita exclusivamente por médico especializado em dor ou neurologista, pois requer conhecimento anatômico preciso para atingir os músculos corretos e evitar fraqueza excessiva.
Ambas as técnicas são bem estabelecidas em medicina da dor e fazem parte dos protocolos de tratamento da síndrome miofascial crônica refratária, sempre como parte de um plano multidisciplinar que inclui ajustes de sono, manejo do estresse, fortalecimento muscular e correção postural.
Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O ideal é procurar um neurologista especializado em dor ou médico da dor (algologista) para avaliar se o seu caso se beneficia de bloqueios anestésicos e planejar o protocolo mais seguro e eficaz.
Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais em Cuiabá e São Paulo e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica e tratamento avançado da dor miofascial e neuropática, sempre com uma abordagem técnica, segura e humanizada.
Dra. Mariana Santana – Neurologista em Cuiabá | Neurologista em São Paulo | Especialista em Tratamento da Dor
CRM: 5732-MT | RQE nº 5835
A síndrome miofascial ocorre quando há pontos gatilho (trigger points) — pequenas áreas de contração persistente dentro dos músculos — que provocam dor local e irradiada, rigidez e sensibilidade aumentada. Com o tempo, esses pontos geram um ciclo de dor, tensão e inflamação que se perpetua, mesmo após massagens ou acupuntura.
Quando o tratamento conservador (fisioterapia, acupuntura, laser, medicamentos relaxantes e neuromoduladores) não é suficiente, o bloqueio anestésico local pode ser uma excelente alternativa.
Bloqueio anestésico local
Consiste na injeção de um anestésico (geralmente lidocaína ou bupivacaína) diretamente nos pontos gatilho identificados durante o exame físico. O objetivo é interromper o ciclo de dor e espasmo muscular, promovendo relaxamento imediato da fibra muscular e melhora da circulação local.
O procedimento é rápido, seguro e ambulatorial;
Pode ser feito com agulha fina ou agulha seca (dry needling), dependendo do caso;
O efeito pode durar semanas a meses, e geralmente são necessárias sessões seriadas para manter o resultado;
A melhora costuma ser potencializada quando associada à fisioterapia e alongamentos específicos logo após o bloqueio.
Bloqueio com toxina botulínica (sem citar marca comercial)
Em casos mais resistentes, a aplicação de toxina botulínica em baixas doses nos músculos afetados pode ajudar a reduzir a contração involuntária e desativar pontos gatilho profundos, proporcionando alívio mais duradouro (em média 3 a 6 meses).
Essa técnica deve ser feita exclusivamente por médico especializado em dor ou neurologista, pois requer conhecimento anatômico preciso para atingir os músculos corretos e evitar fraqueza excessiva.
Ambas as técnicas são bem estabelecidas em medicina da dor e fazem parte dos protocolos de tratamento da síndrome miofascial crônica refratária, sempre como parte de um plano multidisciplinar que inclui ajustes de sono, manejo do estresse, fortalecimento muscular e correção postural.
Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O ideal é procurar um neurologista especializado em dor ou médico da dor (algologista) para avaliar se o seu caso se beneficia de bloqueios anestésicos e planejar o protocolo mais seguro e eficaz.
Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais em Cuiabá e São Paulo e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica e tratamento avançado da dor miofascial e neuropática, sempre com uma abordagem técnica, segura e humanizada.
Dra. Mariana Santana – Neurologista em Cuiabá | Neurologista em São Paulo | Especialista em Tratamento da Dor
CRM: 5732-MT | RQE nº 5835
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