Sou esquizotipica com laudo de depressão e ansiedade generalizada minha melhor amiga é alguém com bo

26 respostas
Sou esquizotipica com laudo de depressão e ansiedade generalizada minha melhor amiga é alguém com boderline e acredito que nossos "transtornos não coexistem bem um com o outro" e isso pode estar nos destruindo. Isso faz algum sentido clinicamente falando?
 Leandro Feitosa
Psicólogo
Croatá
Olá Sim! Mas parece que precisam separar o que é do transtorno e o que é da amizade para que os sintomas não atrapalhem a relação.

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 Gustavo Moraes
Psicólogo, Psicanalista
Jacareí
Caríssima, tais transtornos se não tratados atrapalham os pensamentos, comportamentos e os relacionamentos se tornam instáveis. Os sintomas incluem instabilidade emocional, sensação de inutilidade, insegurança, impulsividade e relações sociais são prejudicadas. Somos seres biopsicossociais, as relações de amizade são fundamentais para nossa saúde, espero que você e sua amiga façam terapia, ela pode ajuda-las demasiadamente, forte abraço!
Olá! Sugiro que você não se apegue a diagnósticos, embora eles possam ser muito relevantes em várias ocasiões. Mas definir com quem você deve ou não se relacionar a partir de uma diagnóstico é meio delicado, sabe? E tira de você e da sua amiga toda a autonomia que vocês podem ter. Se você diz que ela é sua melhor amiga, imagino que deve haver muito afeto entre vocês, certo? Então, eu diria que, melhor do que definir que vocês não podem estar juntas por causa de "diagnósticos conflitantes" , é vocês tentarem entender como é desfrutar dessa amizade. Cada um é borderline de um jeito, assim como cada depressão e cada TAG é de um jeito. Dá pra vocês continuarem amigas, se cada uma conseguir entender e respeitar as possibilidades e dificuldades da outra!
 Guilherme Paim Mascarenhas
Psicólogo
Feira de Santana
Olá. Acredito que o primeiro ponto de sua questão que deve ser esclarecido é que diagnósticos não existem independente das pessoas. Quem se relaciona são pessoas em seus contextos históricos e culturais, portanto, você e sua amiga não se resumem a esses diagnósticos. É preciso compreender o comportamento em contexto, o que inclui a história de vida de cada uma, suas experiências e vivências. Além disso, o conflito faz parte das relações humanas, o mais importante é compreender sua origem e como cada pessoa lida com eles.
Dr. João Palma Filho
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá. A psicanálise trabalha com o sujeito e não com seus rótulos. A preocupação que você manifestou diz respeito ao encontro de patologias que se encontram e têm conflitos. A necessidade de tratamento deve oferecer condições para se viver com melhor qualidade de vida, incluindo-se, portanto, os relacionamentos.
 Silene Ferrarezi
Psicólogo
Andradas
Oi! É sempre muito difícil sermos humanos, e nas relações, seja com pais, namorados ou amigos, isso fica mais visível. Independente dos transtornos que as pessoas possam apresentar, precisamos aprender a nos relacionar; primeiro conosco, depois com os outros.
Olá! Vou tentar explicar um pouquinho como os dois transtornos funcionam e como isso poderia afetar a dinâmica da relação. Isso é uma explicação genérica, cada caso deve ser avaliado dentro de um contexto clínico, mas acredito que deva servir como um ponto de partida para você entender melhor e buscar ajuda adequada.

A questão relacionada a transtornos de personalidade é que eles se caracterizam, segundo o DSM-V, por serem "um padrão persistente de experiência interna e comportamento que se desvia acentuadamente das expectativas da cultura do indivíduo. É difuso e inflexível, começa na adolescência ou no início da fase adulta, é estável ao longo do tempo e leva a sofrimento e prejuízo.” Ou seja, é uma forma de pensar, sentir e se comportar que traz dificuldades para a pessoa em si e para outros, sendo difícil para a pessoa simplesmente mudar de comportamento ou deixar de pensar e de se sentir como se sente.

No caso do transtorno esquizotípico, é caracterizado por ser " um padrão de desconforto agudo nas relações íntimas, de distorções cognitivas ou perceptivas e “comportamento excêntrico”. Já o borderline é " um padrão de instabilidade nas relações interpessoais, na autoimagem e nos afetos, além de impulsividade."

Pelas definições de cada transtorno fica mais fácil entender os possíveis pontos de conflito na relação de amizade. Por um lado, a pessoa esquizotípica sente desconforto em relações interpessoais, o que leva a dificuldade de se abrir e confiar. Já a borderline não consegue manter relações estáveis com pessoas a seu redor, levando a conflitos muitas vezes evitáveis, que aparecem devido a pensamentos disfuncionais e análises inadequadas de situações. Uma pessoa que tem dificuldades de confiar, terá muita dificuldade em sentir segurança com um borderline, devido a forma de funcionamento do transtorno, que torna a pessoa instável e de comportamentos muitas vezes caóticos. Já o borderline perceberá esta dificuldade do outro de confiar, levando a gatilhos de sentimentos de rejeição e abandono. E a partir disso, muitos conflitos virão.

Porém, caso vocês procurem ajuda adequada, é possível sim obter melhoras pessoais e na relação entre vocês.

Um abraço!
 Eduardo Carvalho
Psicólogo
Rio de Janeiro
Não existe isso de um transtorno não se dar bem com o outro. ou vice-versa. Tudo tem a ver com a questão de como e quanto essa amizade gera sofrimento para cada um de vcs.
Vc não está sozinha. Venha participar de um programa de psicoterapia que dura entre 6-16 semanas. Nesse tempo iremos desenvolver uma relação terapêutica e alcançaremos objetivos amplos e com muito pé no chão. Sua CONDIÇÃO atual não define quem vc é. Essa possível depressão e a TAG que está trazendo esses sentimentos são umas doenças altamente tratáveis e acontecem principalmente quando estamos com ruminação (de pensamentos negativos) e sentimentos de culpa. A psicoterapia na TCC (Terapia Cognitivo Comportamental), minha linha de estudo e trabalho é eficaz, comprovada cientificamente em mais de 80 % dos casos. Fico no aguardo de um contato, abs e espero ter ajudado mostrando que vc não é assim. Vc está assim!. abs e fique bem!
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Dra. Valeria Abatemarco
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Penso que transtornos são transtornos e amizades são amizades! Pessoas sem transtornos podem se dar bem ou mal, pessoas com transtornos podem se dar bem o mal. Façam suas terapias, seus tratamentos bem feitinhos e vocês foquem na pessoa, na amizade, na compreensão e discutam sempre que dê o que sentem, e seus manejos. Espero ter ajudado
Olá! Sim, é comum que esses transtornos coexistam em uma pessoa e causam sofrimento significativo, tanto no seu caso clínico como no da sua amiga. E esses sintomas, com a convivência próxima, vão se retroalimentando e reforçando em cada uma de vocês, por isso pode tornar muito pesado e complexo esse relacionamento. A terapia cognitivo comportamental é uma abordagem efetiva para tratar esses sintomas, ajudando a pessoa a mudar pensamentos e comportamentos disfuncionais. Sempre à disposição.
 Patricia Moraes Borges
Psicólogo
São Paulo
Olá! Vocês fazem tratamento? O que tem acontecido que fez você pensar que vocês não se ajudam? Algumas amizades são tóxica, e isso não precisa depender de diagnóstico necessariamente. Até mais!
 Sandra Campos
Psicólogo
Salto
Olá! É compreensível que você esteja preocupada com sua amizade. É importante ressaltar que cada pessoa é única e pode experimentar diferentes condições de saúde mental de maneira diferente. Em alguns casos, pode ser difícil manter relacionamentos saudáveis quando existem desafios de saúde mental simultâneos, porém, é importante lembrar que é possível trabalhar em suas condições e encontrar maneiras de fortalecer suas relações interpessoais. Talvez seja uma boa ideia considerar conversar com um profissional de saúde mental sobre sua situação e como poderia trabalhar nela.
 Nadia Carvalho Orizio
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá, é muito complicado você se fixar nesses nomes e esquecer quem você é. Nas sessões de psicoterapia psicanalítica você justamente pode refletir o que esses nomes trazem pra você e questionar o que lhe faz sentido e o que não lhe faz. Inclusive, são nas sessões que você poderá atribuir sentidos diversos dos que você já tem, e ressignificar muitas coisas que podem te atrapalhar. Sigo à disposição para agendarmos uma sessão!
 Marcos Fernandes
Psicólogo, Psicanalista
Goiânia
Não há nenhuma evidência científica de que transtornos mentais não possam coexistir bem entre si. No entanto, é importante lembrar que cada pessoa é única e que os sintomas e tratamentos podem variar de pessoa para pessoa. É importante que você e sua amiga procurem ajuda profissional para que possam trabalhar juntos para encontrar o melhor tratamento para ambos.
 José Antonio Reis
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Não se apegue tanto aos diagnósticos, como se fossem rótulos do que vocês podem ou não fazer. Sigam o tratamento corretamente e sejam felizes.
É importante lembrar que cada pessoa é única e tem uma experiência diferente com transtornos mentais. É possível que as características específicas de seus transtornos possam afetar sua amizade, mas é importante lembrar que isso não significa necessariamente que seus transtornos "não coexistem bem um com o outro". Na verdade, pessoas com transtornos mentais diferentes muitas vezes têm relacionamentos saudáveis e positivos.

Dito isto, a esquizotipia e o transtorno de personalidade borderline (TPB) podem afetar a forma como vocês se comunicam e se relacionam. Ambos os transtornos podem envolver dificuldades em regular emoções e lidar com situações interpessoais, o que pode tornar as coisas mais complicadas. Além disso, pessoas com esquizotipia podem ter dificuldade em confiar nos outros e em interpretar corretamente as emoções e intenções dos outros, o que pode criar mal-entendidos e conflitos com uma pessoa com TPB.

Se vocês estão enfrentando desafios em sua amizade, pode ser útil conversar com um profissional de saúde mental para obter orientação e suporte. Eles podem ajudá-lo a explorar maneiras de se comunicar melhor, estabelecer limites saudáveis e entender as necessidades e limitações um do outro.
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Voce precisa cuidar de si, fazer tratamento psicoterapêutico, o ideal é que você adquira condições de saber por si mesma o que te faz bem e o que te faz mal. Psicoterapia é muito importante para o autoconhecimento.
Tanto a esquizotipia como o transtorno de personalidade borderline (também conhecido como transtorno de personalidade borderline) são condições de saúde mental complexas e podem afetar significativamente o bem-estar emocional e os relacionamentos das pessoas envolvidas.

Cada pessoa é única, e a forma como os transtornos mentais interagem entre si pode variar de caso para caso. É possível que, em alguns casos, as características e os sintomas da esquizotipia e do transtorno de personalidade borderline possam criar desafios adicionais na dinâmica de uma amizade. Por exemplo, a esquizotipia pode estar associada a características peculiares de pensamento, isolamento social e dificuldades interpessoais, enquanto o transtorno de personalidade borderline pode envolver oscilações intensas de humor, medo de abandono e instabilidade nos relacionamentos.

No entanto, é importante lembrar que o relacionamento entre você e sua amiga é único e complexo, e qualquer impacto negativo em sua amizade não pode ser generalizado para todos os casos de pessoas com esses transtornos. É fundamental buscar apoio profissional de psicólogos, psiquiatras ou outros profissionais de saúde mental qualificados, que possam fornecer uma avaliação adequada e orientação individualizada com base em seu contexto específico.
Olá! Agradeço por compartilhar suas preocupações conosco. A interação entre diferentes transtornos mentais pode ser complexa e cada caso é único. No seu caso, como uma pessoa com esquizotipia e diagnóstico de depressão e ansiedade generalizada, e sua melhor amiga com Transtorno de Personalidade Borderline, é possível que haja desafios na convivência devido às características e necessidades específicas de cada transtorno.

É importante reconhecer que os transtornos mentais podem afetar a dinâmica das relações interpessoais. Alguns sintomas, como mudanças de humor intensas, impulsividade e instabilidade emocional associados ao Transtorno de Personalidade Borderline, podem ser difíceis de lidar para as pessoas ao redor.

É recomendado que você e sua melhor amiga busquem apoio profissional de psicólogos ou terapeutas. Eles podem fornecer orientação e estratégias para melhorar a comunicação, a compreensão e a cooperação entre vocês. Ter um ambiente seguro e acolhedor para discutir suas preocupações e trabalhar juntos para enfrentar os desafios pode ser benéfico para ambas.

Lembre-se de que cada relacionamento é único, e é fundamental encontrar um equilíbrio saudável e respeitoso para ambas as partes. Com o apoio adequado, é possível desenvolver estratégias para lidar com os desafios que surgem da convivência entre diferentes transtornos mentais.
 Lucas Ariel Compri
Psicólogo
São João Da Boa Vista
Não se limite aos quesitos diagnósticos, uma pessoa não pode ser colocada dentro de uma "caixinha". A amizade de vocês de fato pode ser complexa e intensa devido as características de ambas, incluindo os transtornos, porém não tome decisões levando em consideração uma classificação, mas sim a experiência vivenciada. Assim como em relacionamentos entre "neurotípicos", cabe ao indivíduo escolher como se relacionar com o outro. Então é sua responsabilidade decidir se essa amizade lhe é querida ou indesejada/abusiva de alguma forma. Conseguindo esse entendimento você pode ter mais firmeza para agir, seja essa ação um afastamento relacional ou uma mudança na forma como essa relação se estrutura. Auxílio psicológico pode ser útil nesse processo de tomada de consciência do momento existencial de vocês, assim como na identificação das estruturas dessa relação e de que forma ela pode ser mais sustentável para ambas, considerando que faça sentido, de fato, sustentá-la.
 Caio Lage
Psicólogo
Rio de Janeiro
É natural que você esteja preocupada com a dinâmica da sua amizade, considerando suas condições de esquizotipia, depressão e ansiedade generalizada, e o fato de sua melhor amiga ter transtorno de personalidade borderline. Clinicamente, certos transtornos podem apresentar desafios na interação entre si, mas cada pessoa é única e as experiências podem variar.

A convivência entre pessoas com diferentes transtornos pode ser complexa, mas não significa que seja impossível ou destrutiva. Com compreensão, empatia e apoio mútuo, é possível desenvolver uma amizade saudável e positiva. Falar abertamente sobre as necessidades individuais, estabelecer limites e buscar apoio profissional podem ajudar a fortalecer o relacionamento.

Recomendo que vocês considerem buscar orientação de um profissional de saúde mental, como um terapeuta, que pode oferecer estratégias específicas para lidar com os desafios que vocês enfrentam. Lembrando que o respeito, a comunicação aberta e o cuidado com o bem-estar de cada um são fundamentais para preservar e fortalecer a amizade.
 Vinicius Mello
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá, obrigado por compartilhar sua dúvida e história!
Os mecanismos dos transtornos podem sim estar interferindo na forma como vocês se relacionam, mas não precisa ser assim.
É possível, através do processo terapêutico, afinar o autoconhecimento e desenvolver formas mais saudáveis de lidar com sua amiga e, vice-versa, caso ela também esteja disposta a buscar por essa ajuda.
Dra. Patricia De Lucia Nadruz
Psicólogo, Terapeuta complementar
São Paulo
Olá; talvez não sejam os transtornos que não consigam conviver, mas talvez vocês estejam com dificuldade no relacionamento entre vocês. É claro que os transtornos tem suas características mas somos muito mais do que nossos transtornos. É importante entender o que está falhando na comunicação e na relação de vocês. Abraço
 Alessandro de Araujo Mendes
Psicólogo
Maringá
Olá! Sinto que você deseja respostas mais concretas que se encaixem exatamente na sua situação. Porém, é importante lembrar que, quando devidamente tratado, um transtorno deixa de ser um fator predominante na relação. Muito pelo contrário, a personalidade real se evidencia para além dos sintomas. Buscar apoio psicológico, tanto individual quanto em conjunto, pode ajudar a entender melhor essas questões e a encontrar maneiras saudáveis de conviver.
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem?

O que você descreve faz bastante sentido, tanto do ponto de vista emocional quanto clínico. Pessoas com diferentes transtornos de personalidade e condições emocionais, como esquizotipia, depressão, ansiedade generalizada e transtorno de personalidade borderline (TPB), podem, de fato, ter dinâmicas desafiadoras em suas relações. Essas dificuldades não significam necessariamente que a amizade não seja possível, mas sim que podem surgir conflitos ou padrões que exigem maior cuidado e atenção.

No caso da esquizotipia, a pessoa pode ter dificuldade em formar vínculos emocionais muito intensos ou lidar com relacionamentos altamente dinâmicos. Muitas vezes, pessoas com esse transtorno preferem relacionamentos mais estáveis, com limites claros e menos intensidade emocional, já que um excesso de estímulos sociais pode gerar desconforto, ansiedade ou retraimento.

Por outro lado, o TPB é caracterizado por intensidade emocional, medo de abandono e oscilações nos relacionamentos. Pessoas com borderline frequentemente buscam vínculos profundos e intensos, mas podem ter dificuldade em regular suas emoções e, às vezes, alternar entre idealização e desvalorização da outra pessoa. Essa instabilidade pode ser desafiadora para quem tem esquizotipia, já que o comportamento imprevisível ou a demanda emocional intensa podem ser percebidos como algo avassalador.

A depressão e a ansiedade generalizada também podem contribuir para essas dificuldades, pois podem intensificar a sensação de sobrecarga ou insegurança em ambas as partes. Por exemplo, a sua ansiedade pode torná-la mais sensível às oscilações emocionais da sua amiga, enquanto a depressão pode diminuir sua energia para lidar com situações de conflito ou instabilidade.

Do ponto de vista da neurociência, ambos os transtornos envolvem disfunções em áreas cerebrais importantes para a regulação emocional e a percepção social, como o sistema límbico e o córtex pré-frontal. Na esquizotipia, pode haver uma tendência a interpretar as interações de forma ambígua ou desconfiada, enquanto no TPB há uma hiperatividade emocional que torna os relacionamentos intensos e, às vezes, difíceis de gerenciar. Essas diferenças podem criar mal-entendidos ou dinâmicas de tensão, especialmente se não houver uma comunicação clara e assertiva.

Embora esses desafios sejam reais, isso não significa que a amizade esteja condenada. Relações como a sua podem funcionar melhor quando ambas as partes têm consciência dos seus próprios limites e necessidades emocionais. Por exemplo, se vocês conseguirem conversar abertamente sobre o impacto que os transtornos têm na amizade, pode ser possível construir um relacionamento mais equilibrado, com respeito mútuo pelos limites de cada uma.

Se sentir que a amizade está se tornando muito desgastante ou prejudicial para ambas, pode ser útil buscar apoio terapêutico, seja em sessões individuais ou até mesmo em uma conversa mediada por um profissional. A psicoterapia pode ajudar cada uma a compreender melhor seus próprios padrões e a desenvolver estratégias para lidar com as diferenças de forma mais saudável.

Lembre-se de que relacionamentos, mesmo os mais desafiadores, podem ser espaços de aprendizado e crescimento mútuo. Estarei à disposição para ajudar caso você queira explorar mais sobre como manejar essa situação de forma acolhedora e construtiva.
 Ana Paula Vitari
Psicólogo
São Caetano do Sul
Sim,pode ser,mas se vcs fazem psicoterapia,vão aprender a lidar melhor com o relacionamento.
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