Olá! Quem tem síndrome de Asperger pode seguir carreira acadêmica? Fazer mestrado, doutorado e etc.

24 respostas
Olá! Quem tem síndrome de Asperger pode seguir carreira acadêmica? Fazer mestrado, doutorado e etc.
 Andrea Ferioli
Psicólogo, Psicanalista
Niterói
A síndrome não limita a pessoa de seguir uma carreira acadêmica, mas é importante marcar que cada pessoa, mesmo tendo a síndrome Asperger, terá suas particularidades, além de poder ter outros diagnósticos associados. Recomendo buscar acompanhamento de profissionais especializados para verificar e desenvolver as potencialidades e possibilidades para esse caso. Abs.

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 Flávia Takayama
Psicólogo
Piracaia
Vale apontar que "Asperger" faz parte do Espectro Autista, ou seja, pessoas que precisam passar por um diagnóstico multidiscipliar a fim de melhor definir o acompanhamento e o apoio que a pessoa precisa para melhor atuar em sua vida pessoal, acadêmica e profissional. Atualmente, existem abordagens muito eficazes para auxiliar na interação social - ponto geralmente crítico para pessoas no espectro autista - bem como instituições acadêmicas que se adequaram para receber esses profissionais durante o processo de formação e inserção no mercado de trabalho.
Espero ter ajudado e, se quiser conversar, estou à disposição.
 Helio Borges Junior
Psicólogo
Brasília
O "Sol" nasceu pra todos nós. Foque na sua meta . Realize !!!!!!
 Milena Fiorini
Psicólogo
Florianópolis
Olá! A síndrome de Asperger apresenta diferentes níveis, de leve a severo, impactando principalmente nas interações sociais. Nesse sentido, é importante realizar uma avaliação diagnóstica criteriosa a fim de compreender as dificuldades e os potenciais individuais em termos de possibilidades de inserção no meio acadêmico. Com acompanhamento médico, psicológico e rede de apoio, pode ser viável. Espero ter ajudado. Fico à disposição!

 Patrícia Mateos Machado
Psicólogo
São José
Olá, acho importante sua preocupação com as limitações da síndrome de Asperger, que é uma forma de espectro autista leve, e esse já é o primeiro passo para você buscar ajuda de especialistas que poderão te ajudar a enfrentar as dificuldades que por ventura poderão surgir. Abçs!
 Wallace Girão
Psicólogo
Manaus
A Síndrome de Asperger por muitos anos foi considerada o autismo grau I, porém percebe-se que apesar de estar dentro do espectro autista, se diferenciava. A preservação da inteligência é uma delas, e devido ao hiperfoco, alguns são considerados gênios. Por isso, quem é portador dessa síndrome não tem tantas dificuldades escolares e pode concluir um curso superior/mestrado/doutorado. É bom frisar que esse transtorno de desenvolvimento afeta a capacidade de se socializar e de se comunicar com eficiência. Por isso a importância do acompanhamento psicológico, ajudar na adaptação e diminuir os sintomas da síndrome.
 Leonardo Marçal
Psicólogo, Psicanalista
Ribeirão Preto
Olá. Sim, quem tem a síndrome pode seguir carreira acadêmica sim. Mas como bem pontuado pelos colegas essa síndrome tem efeitos diferentes em cada pessoa, então o mais recomendado é que se você sentir dificuldade em uma tarefa específica consultar um profissional que poderá ajudar a compreender como é ser uma pessoa atípica e desenvolver melhor a habilidade que necessita.
 Andréa Macagnani
Psicólogo
Maringá
Olá! A síndrome de Asperger é considerada uma desordem do desenvolvimento neurológico e faz parte do espectro do autismo, embora apresente menor gravidade. A condição é caracterizada, em geral, por dificuldades em relação a interações sociais e comunicação não verbal, não afetando a inteligência ou a linguagem. Os pacientes com Síndrome de Asperger geralmente são inteligentes e inclusive muitos famosos e pessoas bem sucedidas apresentam essa condição. Por isso a importância de um tratamento multidisciplinar que promova desenvolvimento e qualidade de vida.
Pode, não há impedimento para isso. Porém, é importante salientar que a pessoa pode precisar em algum momento de apoio multiprofissional: auxílio psicopedagógico, psicológico ou ainda profissionais como fono, T.O entre outros.... Boas buscas!
 Leila Rockert de Magalhães
Psicanalista, Psicólogo
Morungaba
Boa tarde, o primeiro passo é procurar o psiquiatra e o neurologista para fazer a avaliação diagnostica, uma vez que, essa síndrome faz parte do espectro do autista, só que em grau leve. Ao obter o resultado, isto é, o diagnóstico com precisão, o médico dará orientação sobre quais profissionais serão necessários para auxiliar o tratamento. O foco desse tratamento está na dificuldade socialização, mas geralmente é necessário um trabalho multidisciplinar e a definição desses profissionais dependerá dos sinais apresentados no diagnóstico e das necessidades individuais. As pessoas que possuem essa síndrome, não apresentam problemas de aprendizado, a direção do tratamento estará voltada para o entendimento das dificuldades de relacionamento e comunicação e para construção dos vínculos afetivos. Importante ressaltar que quando falamos em vínculos, não podemos se ater somente as questões comportamentais.
Dra. Patricia De Lucia Nadruz
Psicólogo, Terapeuta complementar
São Paulo
Olá, claro que sim. Conheço cientístas brilhantes que tem Asperger. As dificuldades enfrentadas. O principal desafio e dificuldade do ASpie é a interação social e afeta a forma que a pessoa se comunica e se socializa com o outro . É um transtorno do neurodesenvolvimento, ou seja está presente desde a infancia. O Aspie tem um jeito diferente de perceber e sentir o mundo e o ambiente. Hoje a Sindrome esta dentro do Espectro do autismo e é chamada de TEA leve. Não existe um comprometimento da inteligencia e sim na pragmática da linguagem, manter um turno da conversa; compartilhar pensamentos e emoções; leitura corporal; no uso da linguagem corporal; dificuldade de entender piadas; metáforas, regras sociais; segundas intenções, entender regras sociais e de se colocar no lugar do outro. Podem apresentar esteriotipias (maneirismos, movimentos estereotipados). Eles apresentam interesses muito específicos e intensos sobre deteminados assuntos e isso os ajuda na área acadêmica.
 Isabela Alvarenga
Psicólogo
Belo Horizonte
Sem dúvidas! Não há nenhum impedimento. Atualmente temos abordagens que ajudam e muito as interações sociais que são parte de muitos contextos, inclusive no ambiente acadêmico. E esse ambiente, por mais desafiador que possa parecer, também tem muito a agregar às pessoas com a síndrome. Experimentar o novo pode ser difícil, mas é totalmente possível.
Dra. Cristiane Palma
Psicanalista, Psicólogo
Vitória
Sim, claro que pode. Podemos marcar um horário para conversarmos melhor e tirar outras dúvidas suas relacionadas a isso. Também fiz mestrado e doutorado, o que poderia ajudar nas suas dúvidas com relação a isso.
 Marcos Fernandes
Psicólogo, Psicanalista
Goiânia
Sim, é possível para pessoas com síndrome de Asperger seguir carreiras acadêmicas. Embora possam enfrentar desafios adicionais, como dificuldades de comunicação e problemas de interação social, muitas pessoas com síndrome de Asperger têm se destacado em carreiras acadêmicas.

É importante que as pessoas com síndrome de Asperger busquem apoio e orientação de profissionais especializados para ajudá-las a navegar nos desafios que podem surgir durante o processo de seguir uma carreira acadêmica. Além disso, é importante que elas busquem apoio de seus professores e colegas de classe para ajudá-las a alcançar seus objetivos.
 Anne Beatriz Carvalho Aguemi
Psicólogo
São Paulo
Olá,
Ter síndrome de Asperger não é um limitante de trabalho. Pode seguir a carreira que desejar. Talvez no âmbito do manejo social possa haver alguns desafios, que podem ser trabalhados em psicoterapia. Ou, se necessário, também com acompanhamento psiquiátrico.
Olá, sim claro. Quem tem TEA/ sindorme de asperger pode sim seguir a vida acadêmica e se o hiperfoco for em sua área de atuação ficará ainda mais tranquilo. Só é preciso tomar cuidado com as sobrecargas de tarefas, conseguir observar os excessos, que ás vezes acontecem sem se dar conta e que levam ao esgotamento emocional muito facilmente. A ajuda de um psicólogo pode ser muito válida para ajudar a pessoa com TEA a dar seguimento em sua vida profissional, acadêmica, pessoal, afetiva, social etc com mais assertividade. Fico á disposição.
 Gisele Rodrigues
Psicólogo
Florianópolis
A síndrome em si não impede a pessoa de estar na vida acadêmica, entretanto, é importante ter em mente que há desafios a serem vencidos e, dependendo do grau em que ela se apresenta. Nesses casos, minha orientação é que haja uma avalição para identificar possíveis desafios, redes de apoio. Abraço
Olá! Absolutamente, pessoas com síndrome de Asperger podem seguir carreiras acadêmicas e alcançar sucesso em níveis avançados de educação, incluindo mestrado e doutorado. A síndrome de Asperger não é uma barreira intransponível para o sucesso acadêmico; na verdade, muitas pessoas com essa condição possuem habilidades únicas que podem ser altamente vantajosas em um ambiente acadêmico.

Muitas características associadas à síndrome de Asperger, como atenção meticulosa aos detalhes, habilidades analíticas profundas e uma capacidade de concentração intensa em áreas de interesse, podem ser extremamente úteis em pesquisa e estudo acadêmico. Além disso, com o suporte adequado, como serviços de apoio à aprendizagem e adaptações razoáveis, os desafios específicos enfrentados por pessoas com síndrome de Asperger podem ser gerenciados de forma eficaz.

Portanto, se alguém com síndrome de Asperger estiver interessado em seguir uma carreira acadêmica, é totalmente viável e encorajador que eles persigam seus objetivos educacionais até o mais alto nível que desejarem alcançar.
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Olá!

Claro que sim! Quanto mais cedo o diagnóstico, melhor será os tratamentos e a viabilidade de uma carreira acadêmica para esta pessoa.

Sugiro até encorajar a seguir nesse caminho.

Qualquer dúvida, estou à disposição.
sim claro muitas pessoas com síndrome de asperger tem uma intelectualidade bastante específica, e podem se tornar matematicos, ou físicos, geralmente a maior dificuldade tem haver com relacionamentos pessoais e sociais, mudanças de rotina, não aceitação de mudanças, algumas crianças podem ter dificuldades intelectuais em uma area e muita facilidade em outras.
 Ana Paula Vitari
Psicólogo
São Caetano do Sul
Sim,claro que pode.Como qualquer pessoa terá dificuldades maiores ou menores.
Estou disponibilizando breve consulta para esclarecimento
Sim, pessoas com síndrome de Asperger podem, sem dúvida, seguir carreira acadêmica, fazer mestrado, doutorado e alcançar grandes conquistas nessa área. Muitas vezes, indivíduos com Asperger têm habilidades que podem ser muito valorizadas no meio acadêmico, como: foco intenso, pensamento analítico, memória e atenção aos detalhes e paixão por temas específicos (hiperfocos).

Claro, como em qualquer carreira, podem existir desafios, especialmente relacionados à interação social, comunicação ou flexibilidade em lidar com mudanças. No entanto, com o suporte adequado, como orientação de professores, adaptações no ambiente de trabalho ou estudo, e estratégias para gerenciar possíveis dificuldades, é perfeitamente possível construir uma trajetória acadêmica de sucesso. Se esse é um sonho, vale a pena investir nele!
Sim! O Transtorno do Espectro Autista (TEA), onde a Síndrome de Asperger foi inclusa, não é impeditivo para seguir suas aspirações.
Sim, pessoas com Síndrome de Asperger podem seguir carreira acadêmica, fazer mestrado, doutorado e se destacar em diversas áreas do conhecimento. Muitas vezes, características comuns do TEA, como hiperfoco, atenção aos detalhes e pensamento lógico, podem ser grandes aliados na pesquisa e no ambiente acadêmico.

No entanto, desafios como dificuldades sociais, sensibilidade sensorial e sobrecarga cognitiva podem exigir algumas adaptações. Estratégias como criar uma rotina estruturada, buscar suporte acadêmico, usar técnicas de organização e, se necessário, contar com a orientação de profissionais podem ajudar bastante. Muitas universidades oferecem recursos de acessibilidade e apoio psicológico para auxiliar estudantes neurodivergentes a lidarem com as demandas da pós-graduação.

Vários pesquisadores, professores e cientistas são autistas e contribuem significativamente para suas áreas. O mais importante é encontrar um ambiente que respeite o seu ritmo e valorize suas habilidades!

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