Ola. É possível uma pessoa odiar tudo nela e na sua trajetória de vida ?
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Ola. É possível uma pessoa odiar tudo nela e na sua trajetória de vida ?
Olá! Embora afetos contraditórios estejam presentes no processo de constituição do sujeito, como fundantes, o ódio por si e por sua própria trajetória, em excesso, pode se apresentar como sintomático. Essa autodepreciação pode resultar em inúmeras consequências, como baixa autoestima, dificuldade de tomada de decisão, criação de expectativas inalcançáveis, estresse patológico e julgamento ou crítica rigorosa auto direcionada. Em caso mais severos, pode se manifestar inclusive com comportamentos autodestrutivos, como forma de revelar essa angústia intensa - e isso não é algo sadio. Desse modo, talvez seja importante buscar ajuda profissional para identificar as origens desse sentimento, e, assim, trabalhar progressivamente na construção de uma autoestima saudável. Te convido a entender um pouco mais do meu trabalho através do @minha.psicologa. Espero ter ajudado!
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A sua pergunta é curiosa. Faz-me pensar numa formulação do Psicanalista Lacan, para quem as paixões humanas são três: paixão pelo amor, pela ignorância e pelo ódio. A paixão pelo ódio está intimamente ligada à paixão pela ignorância. Desse modo, parece legítimo responder a sua pergunta, com outra, para sua reflexão: querer odiar-se não é o mesmo que odiar-se, ok? Ao menos não, de modo tão absoluto! Talvez o querer odiar-se em verdade, é um desejo inconsciente de ignorar ou esquecer alguns fatos da (sua) trajetória de vida. Fatos esses que talvez tenham sido dolorosos. Agora, é preciso ter cuidado: não é possível apagar a dor da (sua) trajetória. E mais ainda: é desnecessário. Então, não acredite em quem porventura, te prometer isso. E fique tranquila, se você ou a pessoa que acha que se odeia tanto assim, há bons profissionais que podem te levar a "elaborar" suas dores. E sabe o que é elaborar? É lembrar sem sentir dor. Desejo boa sorte!
Boa Tarde.
Vamos entender.
Quando encontramos o nosso lugar nesta vida, é como se tivéssemos voltado para casa. A sensação de pertencimento e de autoconfiança são fundamentais para a sensação de bem-estar.
Ao contrário, quando você se sente deslocado, como se não pertencesse a lugar nenhum, quando não consegue se encaixar em canto algum, é preciso procurar ajuda - não para buscar meios de ser aceito a qualquer custo, mas para entender onde podem estar suas resistências e bloqueios para aceitar-se e ser aceito com mais tranquilidade.
Todos somos capazes de recomeçar, de encontrar nosso lugar no mundo e de estar confortáveis com quem somos. Seja gentil e generoso com você, encare seus desafios, aprenda com seus erros, desenvolva novas habilidades e conhecimentos. E baixe a guarda. Isto poderá aproximar você de quem merece ter você por perto.
A terapia trabalha o seu autoconhecimento, facilitando o encontro com sua essência, o seu amor próprio e sua aceitação. Quando você se permite este cuidado, mesmo que tudo ao seu redor continue igual, você vai se sentir diferente, o seu olhar para você mesmo, para os outros e para o mundo estará mudado.
Conte comigo se quiser abreviar o encontro com o seu lugar nesta vida!
Vamos entender.
Quando encontramos o nosso lugar nesta vida, é como se tivéssemos voltado para casa. A sensação de pertencimento e de autoconfiança são fundamentais para a sensação de bem-estar.
Ao contrário, quando você se sente deslocado, como se não pertencesse a lugar nenhum, quando não consegue se encaixar em canto algum, é preciso procurar ajuda - não para buscar meios de ser aceito a qualquer custo, mas para entender onde podem estar suas resistências e bloqueios para aceitar-se e ser aceito com mais tranquilidade.
Todos somos capazes de recomeçar, de encontrar nosso lugar no mundo e de estar confortáveis com quem somos. Seja gentil e generoso com você, encare seus desafios, aprenda com seus erros, desenvolva novas habilidades e conhecimentos. E baixe a guarda. Isto poderá aproximar você de quem merece ter você por perto.
A terapia trabalha o seu autoconhecimento, facilitando o encontro com sua essência, o seu amor próprio e sua aceitação. Quando você se permite este cuidado, mesmo que tudo ao seu redor continue igual, você vai se sentir diferente, o seu olhar para você mesmo, para os outros e para o mundo estará mudado.
Conte comigo se quiser abreviar o encontro com o seu lugar nesta vida!
Olá! Sim, é possível. Agora, importante seria você entender melhor porque odeia tudo em si e em sua história para que você viva mais feliz e satisfeita. É importante você iniciar um processo terapêutico para que tenha mais satisfação com a vida. E isso é possível! Fico à disposição.
Sim, é possível, o que a pessoa está sentindo é verdadeiro para ela. Se está odiando a si e a própria vida, indica que não está de bem com quem ela está e enxergando de si.
Essa pessoa pode não ser "odiável" como ela está se percebendo, mas podem ser traumas, culpas, e outras vivências que distorcem o olhar que esta pessoa tem de si.
Essa pessoa pode não ser "odiável" como ela está se percebendo, mas podem ser traumas, culpas, e outras vivências que distorcem o olhar que esta pessoa tem de si.
Olá! Sim, é possível que alguém desenvolva sentimentos de autodesprezo e insatisfação em relação a si mesmo e à sua vida. Esses sentimentos podem estar relacionados a vários fatores, como experiências passadas, autoimagem negativa, dificuldades emocionais, entre outros. Sugiro que você busque terapia para explorar esses sentimentos mais profundamente, identificar as origens e trabalhar em estratégias para promover uma visão mais positiva e construtiva da vida
e de si mesma. Espero ter ajudado!
e de si mesma. Espero ter ajudado!
Olá! Tem varias doenças com essa característica, em especial, a distimia. Importante buscar ajuda e iniciar um tratamento, podem haver muita auto agressividade e outros comportamentos relacionados a esse ódio que precisa ser elaborado, ressignificado.
Sim, é possível que uma pessoa desenvolva um profundo sentimento de ódio em relação a si mesma e à sua trajetória de vida. Esse sentimento pode ser resultado de várias circunstâncias ou experiências, como traumas passados, abuso, bullying, experiências de rejeição, baixa autoestima, transtornos mentais (como depressão ou transtorno de personalidade), entre outros fatores.
Esses sentimentos de autodesprezo podem ser muito debilitantes e ter um impacto significativo na saúde mental e no bem-estar emocional da pessoa. Pode levar a pensamentos negativos persistentes, baixa autoconfiança, autocrítica intensa e até mesmo ações prejudiciais à própria saúde e segurança.
É fundamental buscar ajuda profissional se alguém estiver enfrentando esse tipo de sentimento. Terapia com um psicólogo, psiquiatra ou outro profissional de saúde mental pode ajudar a pessoa a entender as causas subjacentes desse ódio por si mesma e trabalhar para desenvolver uma perspectiva mais compassiva e positiva em relação a si mesma e à sua vida.
É importante lembrar que o processo de superar esses sentimentos negativos em relação a si mesmo pode levar tempo e esforço. No entanto, com o suporte adequado e a abordagem terapêutica apropriada, é possível desenvolver uma visão mais positiva e compassiva de si mesmo e encontrar formas de lidar com esses sentimentos de ódio e autodesprezo.
Esses sentimentos de autodesprezo podem ser muito debilitantes e ter um impacto significativo na saúde mental e no bem-estar emocional da pessoa. Pode levar a pensamentos negativos persistentes, baixa autoconfiança, autocrítica intensa e até mesmo ações prejudiciais à própria saúde e segurança.
É fundamental buscar ajuda profissional se alguém estiver enfrentando esse tipo de sentimento. Terapia com um psicólogo, psiquiatra ou outro profissional de saúde mental pode ajudar a pessoa a entender as causas subjacentes desse ódio por si mesma e trabalhar para desenvolver uma perspectiva mais compassiva e positiva em relação a si mesma e à sua vida.
É importante lembrar que o processo de superar esses sentimentos negativos em relação a si mesmo pode levar tempo e esforço. No entanto, com o suporte adequado e a abordagem terapêutica apropriada, é possível desenvolver uma visão mais positiva e compassiva de si mesmo e encontrar formas de lidar com esses sentimentos de ódio e autodesprezo.
Olá, sim é possível que momentos de sua vida dos quais acabaram te desagradando (seja por qualquer motivo: traumas ou qualquer forma negativa de se viver um momento) possam te gerar esse sentimento de odiar a sua própria trajetória.
Antes de eu fazer qualquer hipótese ou citar algum possível transtorno ou não, é de suma importância compreender mais sobre o que aconteceu na sua vida para que esse sentimento tenha surgido; como esse sentimento é entendimento por você mesmo e quais os impactos dessas vivências e sentimentos na sua vida atualmente (isso apenas para começar, são os planos iniciais de um todo que precisaríamos construir dentro de um ambiente psicoterapêutico).
Por isso, recomendo que inicie um processo psicoterapêutico para conhecer mais sobre esse sentimento e também sobre você mesmo, que é o autoconhecimento, uma ferramenta capaz de mudar muito nossa relação com nós mesmos e com o mundo.
Antes de eu fazer qualquer hipótese ou citar algum possível transtorno ou não, é de suma importância compreender mais sobre o que aconteceu na sua vida para que esse sentimento tenha surgido; como esse sentimento é entendimento por você mesmo e quais os impactos dessas vivências e sentimentos na sua vida atualmente (isso apenas para começar, são os planos iniciais de um todo que precisaríamos construir dentro de um ambiente psicoterapêutico).
Por isso, recomendo que inicie um processo psicoterapêutico para conhecer mais sobre esse sentimento e também sobre você mesmo, que é o autoconhecimento, uma ferramenta capaz de mudar muito nossa relação com nós mesmos e com o mundo.
Podemos passar por etapas ou momentos da vida em que podemos ficar insatisfeitos com a nossa vida, realizações e relações. Pode ser um indicio de depressão. Vale a pena procurar ajuda de um profissional da psicologia ou da psiquiatria para te acompanhar. A vida e as pessoas tem sempre aspectos bons e ruins aos nossos olhos, mas quando estamos com depressão ou com outro transtorno a nossa visão da realidade e da vida pode ficar alterada. procure ajuda e veja o mundo e você com outro olhos.
Sim, é possível.
É uma reposta curta pra uma pergunta curta.
A partir dela não é possível inferir qualquer diagnóstico ou se isso é normal ou patológico.
Seria importante esmiuçar esse assunto pra entender o que se passa. O que seriam das ciscubtancoas da sua vida, o que seria interpretação das circunstâncias da sua vida.
É indicado que busque uma psicóloga clínica que lhe inspire confiança pra investigar esta queixa. Espero ter ajudado e fico a disposição. Um abraço.
É uma reposta curta pra uma pergunta curta.
A partir dela não é possível inferir qualquer diagnóstico ou se isso é normal ou patológico.
Seria importante esmiuçar esse assunto pra entender o que se passa. O que seriam das ciscubtancoas da sua vida, o que seria interpretação das circunstâncias da sua vida.
É indicado que busque uma psicóloga clínica que lhe inspire confiança pra investigar esta queixa. Espero ter ajudado e fico a disposição. Um abraço.
Olá! Eu já tive momentos assim quando mais novo e acredito que sei como é estar na sua pele. Ao ler a sua pergunta, a primeira questão que me veio em mente é sobre a qualidade do diálogo que você exerce com você mesmo(a). Socialmente somos treinados a sermos 'bonzinhos' com os outros e extremamente críticos com nós mesmos. Para que seu quadro melhore, seria fundamental aprender a conversar contigo de forma mais branda, como você conversaria com alguém que vc ama muito e que está passando por um momento difícil. Desenvolver a habilidade de ser gentil com você mesma(o) é uma arte que vale a pena exercitar! Te oriento a não sofrer sozinha(o), procure um profissional qualificado para te ajudar! Espero ter te ajudado! Um abraço!
Te convidamos para uma consulta: Teleconsulta - R$ 180
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
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Olá! Sinto muito que se sinta assim com relação a si. Respondendo sua pergunta: Sim, é possível. Muitas vezes nossa trajetória nos força a sermos ríspidos, inflexíveis e sem amor por nós mesmos. Viver assim geralmente nos causa muita angustia. É necessário nos olhar com mais empatia, entender o porque desse caminhar dolorido e se acolher. Procura uma ajuda especializada, uma psicóloga que possa lhe ajudar a olhar pra si com mais carinho, você merece!
Desejo que fique bem!
Sigo à disposição.
Um abraço!
Desejo que fique bem!
Sigo à disposição.
Um abraço!
Olá. O ódio de si mesmo, também conhecido como autodepreciação, pode ter várias origens e é um tema complexo na psicologia. Pode estar relacionado a experiências traumáticas, baixa autoestima, autocrítica excessiva, pressões sociais, crenças negativas internalizadas ou outros fatores emocionais, cognitivos e comportamentais. O ódio de si mesmo pode afetar e influenciar muitos aspectos da vida diária. Pode impedir a pessoa de tomar decisões importantes, correr riscos, conectar-se com outras pessoas e alcançar objetivos. Se você luta contra o ódio de si mesmo, pode experimentar suas consequências em muitas áreas e maneiras. É importante lembrar que a terapia cognitivo-comportamental pode ajudar a entender como esses pensamentos surgiram e o que fazer para mudar. Espero que essas informações sejam úteis para você. Vamos juntos?
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Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
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Boa noite. É completamente compreensível que alguém possa passar por um período de profunda autocrítica e descontentamento consigo mesmo e com sua trajetória de vida. Muitas vezes, esses sentimentos podem ser sintomas de um conflito interno mais profundo ou de dificuldades emocionais não resolvidas.
Pode ser importante explorar esses sentimentos em um ambiente seguro e acolhedor, como a terapia, onde você pode compartilhar suas emoções, sentimentos e pensamentos sem julgamento. Podendo, assim, investigar as origens desses sentimentos. É importante lembrar que todos nós passamos por momentos de autocrítica e dúvida, mas isso não define quem somos. Você é uma pessoa valiosa e digna de amor e aceitação, você não merece viver uma vida dessa forma, busque uma ajuda.
Pode ser importante explorar esses sentimentos em um ambiente seguro e acolhedor, como a terapia, onde você pode compartilhar suas emoções, sentimentos e pensamentos sem julgamento. Podendo, assim, investigar as origens desses sentimentos. É importante lembrar que todos nós passamos por momentos de autocrítica e dúvida, mas isso não define quem somos. Você é uma pessoa valiosa e digna de amor e aceitação, você não merece viver uma vida dessa forma, busque uma ajuda.
Oi! Sim, é possível que alguém desenvolva sentimentos de autodesprezo e insatisfação em relação a si mesmo e à sua vida. Esses sentimentos podem estar relacionados a vários fatores, como experiências passadas, autoimagem negativa, dificuldades emocionais, entre outros. Sugiro que você busque psicoterapia para explorar esses sentimentos mais profundamente, identificar as origens e trabalhar em estratégias para promover uma visão mais positiva e construtiva da vida e de si mesma. Encontro-me a disposição.
Olá.
Não sei se você está falando de você ou de outra pessoa, mas de qualquer modo imagino que passar por isso não seja fácil.
Sim, é possível. E é muito sofrido. Não gostar de alguns aspectos da nossa personalidade é comum, gera ímpeto para mudança, nos coloca em movimento. Mas quando o sentimento é de ódio, faz com que a vida fique muito difícil e que a sensação seja de um constante desconforto.
Durante a terapia, seria interessante entender de que maneira esse ódio foi gerado ao longo dos anos e que trajetória foi essa, tão indigna de afeto e compaixão. Algo ao longo do tempo gerou esse mal-estar e é possível entender essas emoções, e colocar esses "divertidamentes" para trabalhar de outra maneira.
Em termos mais técnicos, estamos falando de regulação emocional. Através dessa técnica, podemos alinhas pensamentos e emoções para reconstruir ressignificado dessa trajetória para uma validação mais realista do que foi vivido, em vez desse significado tão pessimista, e uma construção de uma autoestima mais afetuosa por si mesmo.
Espero ter ajudado.
Não sei se você está falando de você ou de outra pessoa, mas de qualquer modo imagino que passar por isso não seja fácil.
Sim, é possível. E é muito sofrido. Não gostar de alguns aspectos da nossa personalidade é comum, gera ímpeto para mudança, nos coloca em movimento. Mas quando o sentimento é de ódio, faz com que a vida fique muito difícil e que a sensação seja de um constante desconforto.
Durante a terapia, seria interessante entender de que maneira esse ódio foi gerado ao longo dos anos e que trajetória foi essa, tão indigna de afeto e compaixão. Algo ao longo do tempo gerou esse mal-estar e é possível entender essas emoções, e colocar esses "divertidamentes" para trabalhar de outra maneira.
Em termos mais técnicos, estamos falando de regulação emocional. Através dessa técnica, podemos alinhas pensamentos e emoções para reconstruir ressignificado dessa trajetória para uma validação mais realista do que foi vivido, em vez desse significado tão pessimista, e uma construção de uma autoestima mais afetuosa por si mesmo.
Espero ter ajudado.
Tanto quanto pode ser possível mudar essa experiência trabalhando sua autoimagem e autoestima.
Olá, use esta energia que voce chama de odio e mude ,se recicle ,abra novas possiblidades , mude seus trajetos.
Olá, tudo bem?
Sim, é possível, e essa experiência pode ser extremamente dolorosa. Quando alguém sente um ódio profundo por si mesmo e pela própria história, geralmente não é porque sua trajetória foi "toda errada", mas porque sua mente aprendeu a interpretar suas vivências de uma forma extremamente crítica e punitiva. Muitas vezes, isso acontece quando a pessoa passou por experiências que minaram sua autoestima, validaram uma visão negativa sobre si mesma ou fizeram com que ela carregasse uma sensação persistente de inadequação.
Já parou para refletir de onde vem essa voz tão dura com você? Será que esse olhar crítico sobre sua vida é realmente seu, ou foi construído a partir de expectativas externas, comparações e dores do passado? O cérebro humano tem um viés chamado "negatividade reforçada", no qual os eventos dolorosos e os julgamentos duros se tornam mais marcantes do que os momentos positivos. Isso significa que, mesmo que existam aspectos valiosos na sua trajetória, sua mente pode estar focando apenas nas falhas e dificuldades, distorcendo a percepção sobre quem você é. Se você olhasse para sua história como se fosse a de outra pessoa, será que veria tudo da mesma forma?
A neurociência mostra que a autocompaixão pode literalmente modificar circuitos cerebrais, ajudando a criar um olhar mais equilibrado sobre si mesmo e sua trajetória. Isso não significa ignorar dores ou falhas, mas sim aprender a reconhecê-las sem que elas definam tudo sobre você. Será que, em algum momento da sua vida, você sentiu que precisava ser duro consigo mesmo para se proteger ou se adaptar? E se, aos poucos, você experimentasse olhar para sua história com um pouco mais de curiosidade, em vez de julgamento?
Esse tipo de sentimento não surge do nada, e entender suas raízes pode ser um caminho poderoso para construir uma relação mais saudável consigo mesmo. Caso precise, estou à disposição.
Sim, é possível, e essa experiência pode ser extremamente dolorosa. Quando alguém sente um ódio profundo por si mesmo e pela própria história, geralmente não é porque sua trajetória foi "toda errada", mas porque sua mente aprendeu a interpretar suas vivências de uma forma extremamente crítica e punitiva. Muitas vezes, isso acontece quando a pessoa passou por experiências que minaram sua autoestima, validaram uma visão negativa sobre si mesma ou fizeram com que ela carregasse uma sensação persistente de inadequação.
Já parou para refletir de onde vem essa voz tão dura com você? Será que esse olhar crítico sobre sua vida é realmente seu, ou foi construído a partir de expectativas externas, comparações e dores do passado? O cérebro humano tem um viés chamado "negatividade reforçada", no qual os eventos dolorosos e os julgamentos duros se tornam mais marcantes do que os momentos positivos. Isso significa que, mesmo que existam aspectos valiosos na sua trajetória, sua mente pode estar focando apenas nas falhas e dificuldades, distorcendo a percepção sobre quem você é. Se você olhasse para sua história como se fosse a de outra pessoa, será que veria tudo da mesma forma?
A neurociência mostra que a autocompaixão pode literalmente modificar circuitos cerebrais, ajudando a criar um olhar mais equilibrado sobre si mesmo e sua trajetória. Isso não significa ignorar dores ou falhas, mas sim aprender a reconhecê-las sem que elas definam tudo sobre você. Será que, em algum momento da sua vida, você sentiu que precisava ser duro consigo mesmo para se proteger ou se adaptar? E se, aos poucos, você experimentasse olhar para sua história com um pouco mais de curiosidade, em vez de julgamento?
Esse tipo de sentimento não surge do nada, e entender suas raízes pode ser um caminho poderoso para construir uma relação mais saudável consigo mesmo. Caso precise, estou à disposição.
Olá, tudo bem?! Sim é possível que os sentimentos negativos prevaleçam, contudo, é importante buscar ajuda de um profissional especializado (psicólogo) para ajudar a compreender de onde vem tanto ódio e como encontrar mais positividade e propósito.
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