O que fazer para parar com a automutilação? Tenho sérios problemas com isso desde os 12 anos de idad
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O que fazer para parar com a automutilação? Tenho sérios problemas com isso desde os 12 anos de idade (atualmente tenho 23 e tomo sertralina). E parece que esse ciclo não tem fim.

Olá, bom dia! A automutilação é um sintoma que demonstra um sofrimento intenso. Pelo que você está dizendo, já são muitos anos que está vivenciando esse sofrimento. Sobre essa Sertralina que você toma, você está em um acompanhamento médico? Notou alguma mudança desde o início do tratamento? São coisas que precisam ser esclarecidas, pra avaliar se a medicação está na dose correta, ou mesmo se é a substância mais indicada. Por isso é importante ter um psiquiatra te acompanhando e avaliando regularmente a evolução do quadro. Ainda que o tratamento médico seja importante, sem estar associado à terapia o alcance do tratamento fica muito limitado. As questões que te geram sofrimento seguem com você e precisam ser trabalhadas. É fundamental falar. Falar sobre o que sente, contar sua história e com isso poder construir novas formas de estar na vida. Por isso, indico fortemente que procure um psicanalista pra conversar. Estou a disposição.
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Olá tudo bem?
É necessário procurar um profissional para juntos compreender o que pode está causando essa dor interna que a faz se auto flagelar.
Você é muito importante, precisa se descobrir e continuar. Se cuide!
É necessário procurar um profissional para juntos compreender o que pode está causando essa dor interna que a faz se auto flagelar.
Você é muito importante, precisa se descobrir e continuar. Se cuide!

Bom dia. Escarificações ou automutilações são sintomas que aparecem com Recorrência na clínica, sendo uma das maneiras de expressar o sofrimento. Muitas vezes recurso utilizado como Alívio da angústia. A análise poderá favorecer melhor entendimento sobre o sujeito e o modo de se sofrer. Assim, A direção do tratamento poderá ser norteada pelo Alívio da angústia e uma nova eleição de um outro artifício que não seja invasivo e auto violento.

Olá! A automutilação na grande maioria das vezes surge como uma tentativa de focar na dor física ao invés da dor emocional, mas como esse efeito não surge acaba gerando mais sofrimento e angústia, fazendo com que a pessoa entre em uma repetição constante na busca por conforto, diante disso, aconselho procurar ajuda de um psicólogo/ psicanalista para ter um espaço de escuta sensível, acolhimento e investigação para suas questões, possibilitando assim, construir meios saudáveis para que se machucar não precise ser uma saída e consiga romper com esse ciclo. Espero ter ajudado, estou á disposição!

Este processo de interrupção de um comportamento específico é um processo longo, mas totalmente possível de reverter. Com o tratamento psicoterápico podemos entender a origem deste comportamento e a partir daí, preparar estratégias de enfrentamento para ele.

Olá, imagino que enfrentar essa condição não é nada fácil, a principal forma de parar com os quadros de automutilação é através da psicoterapia, aconselho buscar por um profissional que possa te acompanhar e trabalhar as raizes de tal ação, assim podendo desenvolver técnicas e ferramentas para que o quadro não se repita. Espero que fique tudo bem!

Olá! Entendo que, por tomar a sertralina, esteja tendo o acompanhamento do psiquiatra. Correto? Já conversou com o psiquiatra sobre a manutenção desse comportamento? Talvez não seja somente esse medicamento que deva tomar. Realiza o acompanhamento psicológico? O tratamento da saúde mental também envolve, além do psiquiatra, o psicólogo. O papel do psiquiatra é avaliar e prescrever o medicamento adequado, reduzindo ou eliminando os sintomas. A causa da mutilação, a compreensão do que ocorre não é o remédio que irá atuar e sim você, na psicoterapia. É por meio da psicoterapia que conseguirá entender o que acontece com você, os motivos de automutilar, identificando pensamentos gatilhos ou sensações envolvidas nesse momento. Aprenderá técnicas para ajudar e modificar seus pensamentos e, consequentemente, os comportamentos. Você já sofre há longos anos, imagino como se sente... você não precisa sofrer sozinha. Procure um psicólogo para ajudar.

Olá!
É um longo tratamento, iniciando a dar voz a esse sofrimento que se perpetua a anos na sua vida. Uma analise pode ser o caminho.
É um longo tratamento, iniciando a dar voz a esse sofrimento que se perpetua a anos na sua vida. Uma analise pode ser o caminho.

É importante você identificar o que leva a praticar este ato. O auxílio de um psiquiatra e de um psicólogo pode colaborar na minimização de seu sofrimento. Estou à disposição.

Olá! Sinto muito que esteja passando por isso.
Essa violência contra si mesmo acontece quando foge do controle lidar com a situação vivida. Imagino que vc carrega uma tensão e sofrimento em quem tem dificuldade em lidar com grandes cargas emocionais do dia a dia. Dessa forma, algumas pessoas fere seu próprio corpo quando está em um desses momentos de tensão extrema. Infelizmente uma das maiores causas da autolesão em adolescentes é a autoestima baixa, aquele jovem acredita que não é importante e tem dificuldade em se enxergar de forma positiva. Sugiro que busque entender de onde surge a emoção contida que possui e acaba por direcionar a si mesmo. Se precisar falar em terapia, estarei a sua disposição. Abraço!
Essa violência contra si mesmo acontece quando foge do controle lidar com a situação vivida. Imagino que vc carrega uma tensão e sofrimento em quem tem dificuldade em lidar com grandes cargas emocionais do dia a dia. Dessa forma, algumas pessoas fere seu próprio corpo quando está em um desses momentos de tensão extrema. Infelizmente uma das maiores causas da autolesão em adolescentes é a autoestima baixa, aquele jovem acredita que não é importante e tem dificuldade em se enxergar de forma positiva. Sugiro que busque entender de onde surge a emoção contida que possui e acaba por direcionar a si mesmo. Se precisar falar em terapia, estarei a sua disposição. Abraço!

Eu indico um tratamento com um psicólogo, pois uma ajuda profissional pode ajudar a lidar e entender essa necessidade que você sente. Outro ponto importante é pensar em possíveis fatores físicos que podem estar te afetando, como questões hormonais, por exemplo, devido a mudança hormonal que se inicia por volta dos 12 anos, ou outros fatores que podem influenciar na sua saúde mental, como o contexto em que você vive, os ambientes que frequenta, as relações que vive, etc. Espero ter ajudado de alguma forma, sigo à disposição

A consequência de parar com a automutilação vai depender do manejo das suas questões que influenciam nesse comportamento. O medicamento tem um efeito químico na dimensão biológica do seu corpo, mas seus impasses e angústias demandam outra modalidade de tratamento. Nesse âmbito é necessário um olhar para sua subjetividade, para sua singularidade, para a compreensão do que se trata "esse ciclo que não tem fim". Caso tenha interesse nesse outro percurso busque um Psicólogo/Psicanalista.

Um dos primeiros passos para conseguir diminuir o hábito de automutilar-se é identificar quais são os gatilhos que causam a necessidade da autoagressão. Algumas vezes, eles são fáceis de detectar: situações de extremo estresse, sensação de tristeza extrema ou ansiedade

Psicoterapia, com frequência mínima semanal, com psicólogo especialista. Com um profissional que você confie, sinta confiança e juntos estabeleçam formas preventivas para romper com este comportamento. Com terapia é possível sim. Fico a disposição.

Olá! O primeiro passo para se construir a condução de um processo, partirá da compreensão do entorno de que, determinadas ações se organizam. Em exemplo: desde quando, em que momentos ocorre, de modo onde através da escuta de sua história, seja possível também a escuta do modo de como isto que persiste se constrói e a que serve. Olhar para além do momento presente é crucial para incluirmos novos caminhos considerando sobre o que diz o que se repete. Recomendo a busca por profissional do campo da psicanalise/psicologia. Abraço.

Olá. Receio que não há uma resposta genérica para sua pergunta. É preciso investir tempo na investigação das causas, dinâmicas de funcionamento, levantamento de ferramentas e problemas nas soluções já encontradas. É importante fazer acompanhamento multiprofissional, com médicos e psicólogos. Abraço

É importante seguir o acompanhamento médico e psicológico sem interrupções. O tratamento medicamentoso não substitui a necessidade de psicoterapia, que é fundamental no seu caso.

Sinto muito que você esteja passando por essa dificuldade. A automutilação é uma forma de lidar com emoções extremamente dolorosas, mas é importante reconhecer que, embora possa oferecer um alívio momentâneo, ela não resolve as causas subjacentes e pode trazer sérios danos físicos e emocionais ao longo do tempo.
É bom saber que você está em tratamento com sertralina, mas, dado o tempo que você tem lidado com a automutilação, pode ser que o tratamento precise ser mais abrangente. Aqui estão algumas orientações que podem ser úteis para interromper esse ciclo, mas lembre-se de que buscar a ajuda de um profissional de saúde mental é essencial para um acompanhamento adequado.
1. Compreender a causa emocional:
A automutilação muitas vezes surge como uma resposta a emoções intensas, como dor emocional, raiva, tristeza ou ansiedade. Trabalhar com um terapeuta pode ajudar a identificar e compreender as causas subjacentes dessas emoções, permitindo que você lide com elas de maneira mais saudável. Terapias como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) são eficazes no tratamento de comportamentos autodestrutivos, ajudando você a identificar padrões de pensamento negativos e a substituí-los por formas mais saudáveis de lidar com os sentimentos.
2. Desenvolver habilidades de enfrentamento saudáveis:
Desenvolver maneiras alternativas de lidar com a dor emocional pode ser essencial. Aqui estão algumas estratégias que podem ajudar:
Substitutos físicos: Quando sentir a necessidade de se automutilar, tente alternativas que possam oferecer alívio físico, mas de forma menos prejudicial, como apertar uma bola antiestresse, usar uma faixa elástica no pulso ou até mesmo tomar um banho quente.
Exercícios de relaxamento: Técnicas de respiração profunda, meditação, yoga ou mindfulness podem ajudar a reduzir a ansiedade e aumentar a sensação de controle sobre as emoções.
Escrever sobre os sentimentos: Muitas pessoas encontram alívio ao expressar suas emoções através da escrita. Tente anotar o que está sentindo ou até desenhar se isso ajudar a liberar suas emoções de uma forma mais saudável.
3. Estabelecer uma rede de apoio:
Ter pessoas de confiança com quem você possa contar é vital. Falar sobre o que você está vivendo com amigos próximos ou familiares pode reduzir o isolamento e ajudar a evitar o comportamento de automutilação. Se você não se sentir confortável falando sobre isso com pessoas próximas, procurar apoio em grupos de apoio ou um terapeuta pode ser um bom passo. Não tenha vergonha de pedir ajuda, porque você merece se sentir apoiada e cuidada.
4. Explorar outras formas de controle emocional:
Como você mencionou o uso de sertralina, é importante garantir que a medicação esteja sendo bem administrada e que você esteja sentindo os benefícios no controle da ansiedade e da depressão. Caso não sinta melhorias significativas, converse com seu médico para avaliar a possibilidade de ajustes no tratamento. Às vezes, uma abordagem terapêutica adicional (como psicoterapia) pode ser fundamental para lidar com questões emocionais que a medicação sozinha não resolve.
5. Estabelecer um plano de segurança:
Se os impulsos de automutilação se tornarem muito fortes, é importante ter um plano de segurança em mente. Isso pode incluir:
Distrair-se: Quando sentir o impulso, tente se envolver em uma atividade que seja absorvente, como ler, fazer um quebra-cabeça, pintar ou caminhar.
Procurar ajuda imediata: Se sentir que não consegue controlar o impulso, procure ajuda imediatamente. Isso pode ser um amigo, familiar ou terapeuta, ou até uma linha de apoio de emergência.
6. Paciência e autocompaixão:
Superar a automutilação é um processo, e não um caminho linear. Haverá dias bons e dias ruins, mas o importante é não se julgar quando ocorrerem recaídas. A autocompaixão é essencial — ser gentil consigo mesma durante esse processo de recuperação é fundamental. Não se culpe por ter feito algo do qual você se arrepende. O objetivo é continuar avançando e aprender novas formas de lidar com as emoções ao longo do tempo.
7. Acompanhamento contínuo:
Manter acompanhamento com um psicólogo ou psiquiatra que entenda a profundidade da sua luta com a automutilação pode ser fundamental. Com o apoio de um profissional, você pode desenvolver estratégias personalizadas para lidar com esses impulsos e trabalhar em questões emocionais que contribuem para a automutilação.
Conclusão:
Embora seja um ciclo difícil de quebrar, é possível superar a automutilação com o tratamento adequado, compreensão de suas emoções e o apoio certo. Lembre-se de que você não está sozinha e que buscar ajuda é um passo importante para o seu bem-estar. Se você não está se sentindo segura ou confortável com o tratamento atual, conversar sobre isso com seu terapeuta ou médico pode abrir caminhos para novos recursos e estratégias.
Se você sentir que a situação se intensificou e que há risco para sua saúde física ou emocional, procure ajuda imediata (como ligar para uma linha de apoio ou buscar atendimento de emergência).
Você merece cuidar de si mesma e encontrar formas saudáveis de lidar com suas emoções!
É bom saber que você está em tratamento com sertralina, mas, dado o tempo que você tem lidado com a automutilação, pode ser que o tratamento precise ser mais abrangente. Aqui estão algumas orientações que podem ser úteis para interromper esse ciclo, mas lembre-se de que buscar a ajuda de um profissional de saúde mental é essencial para um acompanhamento adequado.
1. Compreender a causa emocional:
A automutilação muitas vezes surge como uma resposta a emoções intensas, como dor emocional, raiva, tristeza ou ansiedade. Trabalhar com um terapeuta pode ajudar a identificar e compreender as causas subjacentes dessas emoções, permitindo que você lide com elas de maneira mais saudável. Terapias como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) são eficazes no tratamento de comportamentos autodestrutivos, ajudando você a identificar padrões de pensamento negativos e a substituí-los por formas mais saudáveis de lidar com os sentimentos.
2. Desenvolver habilidades de enfrentamento saudáveis:
Desenvolver maneiras alternativas de lidar com a dor emocional pode ser essencial. Aqui estão algumas estratégias que podem ajudar:
Substitutos físicos: Quando sentir a necessidade de se automutilar, tente alternativas que possam oferecer alívio físico, mas de forma menos prejudicial, como apertar uma bola antiestresse, usar uma faixa elástica no pulso ou até mesmo tomar um banho quente.
Exercícios de relaxamento: Técnicas de respiração profunda, meditação, yoga ou mindfulness podem ajudar a reduzir a ansiedade e aumentar a sensação de controle sobre as emoções.
Escrever sobre os sentimentos: Muitas pessoas encontram alívio ao expressar suas emoções através da escrita. Tente anotar o que está sentindo ou até desenhar se isso ajudar a liberar suas emoções de uma forma mais saudável.
3. Estabelecer uma rede de apoio:
Ter pessoas de confiança com quem você possa contar é vital. Falar sobre o que você está vivendo com amigos próximos ou familiares pode reduzir o isolamento e ajudar a evitar o comportamento de automutilação. Se você não se sentir confortável falando sobre isso com pessoas próximas, procurar apoio em grupos de apoio ou um terapeuta pode ser um bom passo. Não tenha vergonha de pedir ajuda, porque você merece se sentir apoiada e cuidada.
4. Explorar outras formas de controle emocional:
Como você mencionou o uso de sertralina, é importante garantir que a medicação esteja sendo bem administrada e que você esteja sentindo os benefícios no controle da ansiedade e da depressão. Caso não sinta melhorias significativas, converse com seu médico para avaliar a possibilidade de ajustes no tratamento. Às vezes, uma abordagem terapêutica adicional (como psicoterapia) pode ser fundamental para lidar com questões emocionais que a medicação sozinha não resolve.
5. Estabelecer um plano de segurança:
Se os impulsos de automutilação se tornarem muito fortes, é importante ter um plano de segurança em mente. Isso pode incluir:
Distrair-se: Quando sentir o impulso, tente se envolver em uma atividade que seja absorvente, como ler, fazer um quebra-cabeça, pintar ou caminhar.
Procurar ajuda imediata: Se sentir que não consegue controlar o impulso, procure ajuda imediatamente. Isso pode ser um amigo, familiar ou terapeuta, ou até uma linha de apoio de emergência.
6. Paciência e autocompaixão:
Superar a automutilação é um processo, e não um caminho linear. Haverá dias bons e dias ruins, mas o importante é não se julgar quando ocorrerem recaídas. A autocompaixão é essencial — ser gentil consigo mesma durante esse processo de recuperação é fundamental. Não se culpe por ter feito algo do qual você se arrepende. O objetivo é continuar avançando e aprender novas formas de lidar com as emoções ao longo do tempo.
7. Acompanhamento contínuo:
Manter acompanhamento com um psicólogo ou psiquiatra que entenda a profundidade da sua luta com a automutilação pode ser fundamental. Com o apoio de um profissional, você pode desenvolver estratégias personalizadas para lidar com esses impulsos e trabalhar em questões emocionais que contribuem para a automutilação.
Conclusão:
Embora seja um ciclo difícil de quebrar, é possível superar a automutilação com o tratamento adequado, compreensão de suas emoções e o apoio certo. Lembre-se de que você não está sozinha e que buscar ajuda é um passo importante para o seu bem-estar. Se você não está se sentindo segura ou confortável com o tratamento atual, conversar sobre isso com seu terapeuta ou médico pode abrir caminhos para novos recursos e estratégias.
Se você sentir que a situação se intensificou e que há risco para sua saúde física ou emocional, procure ajuda imediata (como ligar para uma linha de apoio ou buscar atendimento de emergência).
Você merece cuidar de si mesma e encontrar formas saudáveis de lidar com suas emoções!

A automutilação é um sinal de que você vem lutando com emoções ou situações muito dificeis e lhe traz um alivio momentaneo, entretanto a longo prazo acaba trazendo mais dor. Se você ainda não faz terapia inicie um tratamento com um Terapeuta da linha comportamental ou cognitivo comportamental ou DBT ou Terapia do ESquema, o psicologo vai te ajudar a encontrar estratégias mais saudaveis e melhores para lidar com os seus sentimentos; identificar os gatilhos que te levam a se automutilar; substituir a automutilação por outros comportamentos alternativos.

Olá, tudo bem? Agradeço por compartilhar algo tão delicado e desafiador. Compreendo que conviver com o ciclo da automutilação, que acompanha sua vida desde os 12 anos, pode ser extremamente doloroso e parecer um padrão difícil de romper, mesmo com o uso da sertralina.
No espaço terapêutico, o trabalho se volta para a compreensão dos sentimentos e dos significados por trás desse comportamento, ajudando a revelar o que pode estar impulsionando essa prática como uma forma de lidar com dores intensas. Em vez de oferecer soluções diretas, o processo convida à exploração interna, permitindo que você se aproxime de novas maneiras de acolher e compreender essas emoções. Você já identificou momentos ou sentimentos específicos que antecedem esses impulsos? De que forma você percebe que esses episódios se conectam com outras experiências em sua vida?
Do ponto de vista da neurociência, os circuitos envolvidos na regulação emocional e na percepção de dor podem desenvolver padrões de sensibilidade que reforçam esse ciclo, como se o cérebro estivesse sinalizando uma necessidade profunda de cuidado. Essa visão pode oferecer uma compreensão mais ampla sobre como as respostas emocionais e físicas se interligam, abrindo espaço para pensar em alternativas que respeitem o ritmo do seu processo de cura. Você já refletiu sobre como esses sinais do seu corpo podem estar comunicando algo que ainda precisa ser cuidadosamente explorado?
Como você tem se sentido em relação ao tratamento atual e às estratégias que vêm sendo utilizadas? Quais experiências poderiam, aos poucos, ajudar a transformar essa dinâmica e trazer novas possibilidades para o acolhimento da sua dor? Espero que essa reflexão possa ampliar o diálogo sobre o seu cuidado pessoal. Caso precise, estou à disposição.
No espaço terapêutico, o trabalho se volta para a compreensão dos sentimentos e dos significados por trás desse comportamento, ajudando a revelar o que pode estar impulsionando essa prática como uma forma de lidar com dores intensas. Em vez de oferecer soluções diretas, o processo convida à exploração interna, permitindo que você se aproxime de novas maneiras de acolher e compreender essas emoções. Você já identificou momentos ou sentimentos específicos que antecedem esses impulsos? De que forma você percebe que esses episódios se conectam com outras experiências em sua vida?
Do ponto de vista da neurociência, os circuitos envolvidos na regulação emocional e na percepção de dor podem desenvolver padrões de sensibilidade que reforçam esse ciclo, como se o cérebro estivesse sinalizando uma necessidade profunda de cuidado. Essa visão pode oferecer uma compreensão mais ampla sobre como as respostas emocionais e físicas se interligam, abrindo espaço para pensar em alternativas que respeitem o ritmo do seu processo de cura. Você já refletiu sobre como esses sinais do seu corpo podem estar comunicando algo que ainda precisa ser cuidadosamente explorado?
Como você tem se sentido em relação ao tratamento atual e às estratégias que vêm sendo utilizadas? Quais experiências poderiam, aos poucos, ajudar a transformar essa dinâmica e trazer novas possibilidades para o acolhimento da sua dor? Espero que essa reflexão possa ampliar o diálogo sobre o seu cuidado pessoal. Caso precise, estou à disposição.
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