no final do ano passado meu filho que na época tinha 2 anos e 6 meses viu o pai me agredir com o meu

9 respostas
no final do ano passado meu filho que na época tinha 2 anos e 6 meses viu o pai me agredir com o meu bebê mais novo no colo, desde de então ele não pode ouvir pessoas falando um pouco mais alto que ele se treme todo chora muito qualquer barulho até música ele não gosta mais o que pode ser?
 Hermania Domingos de Queiroz
Psicólogo
Fortaleza
Acredito que o ideal é procurar um psicólogo infantil,e fazer uma avaliação psicológica, pois acredito que ele esteja com stresse pós-traumático e é bom identificar se foi por causa dessa briga, ou tem mais outros motivos.

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Pode ser que seu filho tenha com essa experiência transtorno de estresse pós traumático. Então, quanto mais rápido procurar um psicólogo melhor a resolução. Geralmente esses traumas pode desencadear problemas maiores na personalidade se não forem tratados. Apresento o EMDR, uma abordagem que tem grandes avanços com transtornos de estresse e é considerada uma terapia que tem alto grau de resolutividade pelos institutos americanos. Fica a dica e boa sorte!!!
Dr. José Dilson Ferreira Maciel
Psicanalista, Psicólogo
Nova Iguaçu
Estou de acordo com a colega Psicóloga Anelise Coutinho.
 Luciana Di Domizio Amaral
Psicólogo
Vitória da Conquista
Também concordo com meus colegas. Entretanto é preciso avaliar se a causa desse estresse do seu filho é apenas esse episódio ou se isso é decorrente de outra situação. Se for apenas uma "associação" como destacou a colega Anelise, à medida que vocês falem alto e não ocorra nenhum episódio de agressão essa sensação do seu filho passará com o tempo. Se isso persistir e você perceber a necessidade, procure um profissional para avaliação.
 Thais Lopes
Psicólogo, Sexólogo
São Paulo
Pode-se supor que ele esteja com estresse pós-traumático. Os elementos que citou, falar alto ou qualquer barulho, incluindo música, pode fazer ele lembrar da cena que presenciou e isso faz com que ele tenha a sensação de que vai acontecer novamente. É como se ele revivesse tais sensações que a cena provocou. É indicado que você procure um profissional para confirmar se esse comportamento é decorrente apenas desse fato ou se tem outras influências, e assim que ele possa elaborar de maneira mais saudável tais conflitos.
 Glaucia Silva Cruz
Psicólogo
Aracaju
Concordando com as exposições dos colegas, aconselho que busque uma avaliação psicológica que deve seguir com um acompanhamento do teu filho que se não trabalhado este sofrimento pode retornar ao logo do teu desenvolvimento em escolhas, posicionamentos sociais, relacionamentos...
 Anelise Coutinho Tavares
Psicólogo
Porto Alegre
A experiência que seu filho passou sem dúvidas é muito difícil para qualquer pessoa, especialmentente para uma criança. Mesmo ele sendo muito novo e não conseguindo compreender a totalidade do que estava acontecendo, ele percebeu que havia algo errado. Ele presenciou uma cena de ameaça à integridade física da mãe e do irmão, onde havia gritos e muito barulho e associou tudo isso. É como se ele tivesse aprendido que quando alguém grita, fala alto ou tem barulhos são um sinal de perigo e de que tem alguma coisa errada, por isso os sinais físicos (choro, tremor) voltam como se fosse a cena traumática.
 Fernanda Carneiro
Psicólogo
Salvador
O comportamento do seu filho pode sim estar relacionado com o episódio relatado por você. Mas esses comportamentos surgiram somente após isso? Se sim, muito provavelmente houve o pareamento de estímulos, ou seja, ele associou barulhos e sons altos com algo muito negativo que aconteceu em sua vida. O melhor a fazer é procurar um psicólogo para trabalhar essas questões enquanto ele ainda é pequeno para que não prejudique o seu desenvolvimento.
Olá, seu filho infelizmente testemunhou um evento que colocou sua vida e do seu pequeno filho em risco (agressões físicas), sendo assim, este momento tem grandes chances de ter sido traumático para ele. O sentimento de impotência e terror pode ter o desestabilizado, sendo possível o diagnóstico de Transtorno de Estresse Pós-Traumático. Ouvir pessoas falando alto, ouvir música alta podem fazê-lo revivenciar o momento e ressurgir o medo intenso. Para reverter o prejuízo e para que seu filho não sofra impacto no desempenho afetivo, cognitivo e social é imprescindível o acompanhamento psicoterapêutico. Na terapia infantil será trabalhado com enfoque lúdico a não associação destes momentos gradativamente, resgatando assim a confiança. Através do aprendizado dos sentimentos e organização dos mesmos a criança consegue expressá-los. Cabe a vocês pais também fazê-lo se sentir seguro e amado. Esta exposição não faz bem nem a ele e nem ao seu filho mais novo. Pense nisso e se cuide. Abraços

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