Minha filha tem 4 anos, e de uns 10 dias pra cá, ela vem falando muita besteira, e pensando muitas b
22
respostas
Minha filha tem 4 anos, e de uns 10 dias pra cá, ela vem falando muita besteira, e pensando muitas bobagens. Por exemplo " Mãe, eu estava no banheiro e pensei que meu vô tava pelado " ou " Mamãe, eu só consigo pensar em coisas que mulher não pode ver homem fazendo ".
" Mãe, eu pensei no meu Dindo pelado ". E eu tenho ficado muito assustada, pq ela nunca teve contato com nenhum homem nu, ou algo do tipo. E eu não sei o que fazer. Pq ela passa o dia inteiro dizendo essas coisas, e pensando essas coisas. Me ajudeeeem
" Mãe, eu pensei no meu Dindo pelado ". E eu tenho ficado muito assustada, pq ela nunca teve contato com nenhum homem nu, ou algo do tipo. E eu não sei o que fazer. Pq ela passa o dia inteiro dizendo essas coisas, e pensando essas coisas. Me ajudeeeem
Ola, o que você esta relatando é algo realmente delicado e que pode estar te gerando angustia e isto é super normal, porque acendeu um alerta na sua mente e seu instinto de proteção esta absolutamente certo em ligar o alerta.
Mas vamos tentar olhar com calma de porque sua filha pode estar demonstrando esta fixação neste determinado conteúdo.
Apesar de haver curiosidade natural sobre o corpo e sobre o que é “íntimo”, frases como:
• “Eu pensei no meu vô pelado”
• “Eu só consigo pensar em coisas que mulher não pode ver homem fazendo”
• “Pensei no meu dindo pelado”
…são muito específicas, sexualizadas e repetitivas, e isso levanta sinais de alerta importantes. Isso pode indicar que ela:
• Foi exposta a conteúdos inapropriados, mesmo sem querer (TV, YouTube, conversas de adultos ou outras crianças);
• Ouviu falas sexualizadas de alguém próximo (mesmo sem entender o contexto);
• Está tentando processar algo que viu, ouviu ou até vivenciou, e que a mente dela ainda não consegue organizar.
O que você deve fazer agora? NÃO brigue ou censure.Por mais difícil que seja ouvir, reagir com bronca ou susto só aumenta a confusão e o medo na criança. Responda com calma e amor: ”Filha, por que você pensou nisso?”
“Alguém falou alguma coisa parecida com isso pra você?”
“Você viu algo que te deixou assustada ou confusa?”
Fale como se você estivesse apenas curiosa, sem julgamento, para ela sentir segurança em se abrir.
Observe também comportamentos e relações, fique atenta se:
• Ela evita ou se mostra desconfortável perto de alguém;
• Apresenta regressões (voltar a fazer xixi na roupa, medo de dormir sozinha);
• Fica mais agressiva, ansiosa ou muito introspectiva;
• Repete frases semelhantes várias vezes ao dia ou em momentos específicos (como no banho, por exemplo).
Por ultimo procure um(a) psicólogo(a) infantil especializado(a). Esse tipo de situação precisa de uma escuta profissional urgente — não para pânico, mas para proteção, acolhimento e prevenção. A psicologia infantil trabalha com brincadeiras, desenhos e linguagem própria para ajudar a criança a expressar o que sente, sem traumas. Com esta atitude você estará dando o melhor para sua filha: ajudando-a a lidar com pensamentos confusos e protegendo sua saúde emocional e física.
Espero poder ter te ajudado a diminuir um pouco da sua angustia.
Mas vamos tentar olhar com calma de porque sua filha pode estar demonstrando esta fixação neste determinado conteúdo.
Apesar de haver curiosidade natural sobre o corpo e sobre o que é “íntimo”, frases como:
• “Eu pensei no meu vô pelado”
• “Eu só consigo pensar em coisas que mulher não pode ver homem fazendo”
• “Pensei no meu dindo pelado”
…são muito específicas, sexualizadas e repetitivas, e isso levanta sinais de alerta importantes. Isso pode indicar que ela:
• Foi exposta a conteúdos inapropriados, mesmo sem querer (TV, YouTube, conversas de adultos ou outras crianças);
• Ouviu falas sexualizadas de alguém próximo (mesmo sem entender o contexto);
• Está tentando processar algo que viu, ouviu ou até vivenciou, e que a mente dela ainda não consegue organizar.
O que você deve fazer agora? NÃO brigue ou censure.Por mais difícil que seja ouvir, reagir com bronca ou susto só aumenta a confusão e o medo na criança. Responda com calma e amor: ”Filha, por que você pensou nisso?”
“Alguém falou alguma coisa parecida com isso pra você?”
“Você viu algo que te deixou assustada ou confusa?”
Fale como se você estivesse apenas curiosa, sem julgamento, para ela sentir segurança em se abrir.
Observe também comportamentos e relações, fique atenta se:
• Ela evita ou se mostra desconfortável perto de alguém;
• Apresenta regressões (voltar a fazer xixi na roupa, medo de dormir sozinha);
• Fica mais agressiva, ansiosa ou muito introspectiva;
• Repete frases semelhantes várias vezes ao dia ou em momentos específicos (como no banho, por exemplo).
Por ultimo procure um(a) psicólogo(a) infantil especializado(a). Esse tipo de situação precisa de uma escuta profissional urgente — não para pânico, mas para proteção, acolhimento e prevenção. A psicologia infantil trabalha com brincadeiras, desenhos e linguagem própria para ajudar a criança a expressar o que sente, sem traumas. Com esta atitude você estará dando o melhor para sua filha: ajudando-a a lidar com pensamentos confusos e protegendo sua saúde emocional e física.
Espero poder ter te ajudado a diminuir um pouco da sua angustia.
Tire todas as dúvidas durante a consulta online
Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.
Mostrar especialistas Como funciona?
Oi, tudo bem? Entendo totalmente sua preocupação — ouvir esse tipo de fala de uma criança de 4 anos assusta mesmo, mas na maioria das vezes, isso é fruto da curiosidade natural da idade, da imaginação ou de algo que ela ouviu e não entendeu bem. Nessa fase, as crianças estão descobrindo o mundo (inclusive o corpo) e testam falas que chamam atenção. Quando a gente reage com choque, elas percebem e repetem, buscando esse impacto. O ideal é manter a calma, não reforçar com muita atenção, redirecionar com leveza e, aos poucos, conversar sobre corpo e privacidade de forma simples. Pensamento não é ação — e com carinho e firmeza, dá pra atravessar isso com segurança.
É importante perceber o que mudou nesse interim, se ficou sozinha, o que está assistindo, quem está cuidando dela, quem tem tido contato com ela e coisas desse tipo. Tudo isso pode não ser nada, mas por outro lado, poderia ter alguém levando isso para a criança e isso tem que ser investigado. Seria interessante, se isso continuar, procurar a ajuda de um psicólogo para a criança, pois existem técnicas que podem ajudar a entender o que se passa com a criança.
Olá! Entendo a sua preocupação e é muito importante que você esteja atenta a essas mudanças no comportamento da sua filha. Por volta dos 4 anos de idade, é comum que as crianças comecem a demonstrar curiosidade sobre o corpo humano, as diferenças entre meninos e meninas e temas relacionados à intimidade. Essa é uma fase natural do desenvolvimento da sexualidade infantil, e pensamentos sobre o corpo, nudez e diferenças podem surgir espontaneamente, sem que necessariamente haja algo errado.
No entanto, quando esses pensamentos se tornam muito repetitivos, carregados de desconforto ou parecem ultrapassar o que seria esperado para a idade, é importante observar com atenção se houve alguma exposição inadequada, mesmo que sem intenção, se ela pode ter ouvido conversas, assistido a conteúdos impróprios ou se há algo no ambiente que possa ter despertado essas questões. Nesses casos, é fundamental acolher o que a criança traz sem brigar ou repreender, para que ela continue se sentindo segura para se expressar. Procure responder de forma simples, com informações adequadas à idade dela, reforçando que o corpo é algo íntimo e que cada pessoa tem o direito de cuidar do seu próprio corpo.
Também é essencial estabelecer, de maneira amorosa, regras de privacidade e respeito. Além disso, recomendo que você procure um psicólogo infantil para realizar uma avaliação mais cuidadosa. A escuta especializada pode ajudar a compreender melhor o que está acontecendo e orientar qual é a melhor forma de apoiar sua filha neste momento, de forma protetora, sem alarmismos, mas com responsabilidade.
Você já está no caminho certo buscando ajuda! Estou à disposição para o que precisar.
No entanto, quando esses pensamentos se tornam muito repetitivos, carregados de desconforto ou parecem ultrapassar o que seria esperado para a idade, é importante observar com atenção se houve alguma exposição inadequada, mesmo que sem intenção, se ela pode ter ouvido conversas, assistido a conteúdos impróprios ou se há algo no ambiente que possa ter despertado essas questões. Nesses casos, é fundamental acolher o que a criança traz sem brigar ou repreender, para que ela continue se sentindo segura para se expressar. Procure responder de forma simples, com informações adequadas à idade dela, reforçando que o corpo é algo íntimo e que cada pessoa tem o direito de cuidar do seu próprio corpo.
Também é essencial estabelecer, de maneira amorosa, regras de privacidade e respeito. Além disso, recomendo que você procure um psicólogo infantil para realizar uma avaliação mais cuidadosa. A escuta especializada pode ajudar a compreender melhor o que está acontecendo e orientar qual é a melhor forma de apoiar sua filha neste momento, de forma protetora, sem alarmismos, mas com responsabilidade.
Você já está no caminho certo buscando ajuda! Estou à disposição para o que precisar.
Oi,
Recomendo que assista primeiro alguns vídeos infantis sobre como prevenir e identificar abusos na infância. Alguns vídeos são em forma de desenho, contam pequenas histórias, depois assista junto com sua filha e pergunte a ela se alguém já fez algo parecido com ela.
Mas não se preocupe tanto, também é possível que ela esteja vendo vídeos com colegas da escola ou ouvindo conversas, o importante nesse momento é ser parceira dela, converse mais, ouça mais. A idade dela é uma idade de descoberta também, ela pode estar tendo muitas dúvidas quanto ao próprio corpo e pensamentos.
Estabeleça uma boa rede de apoio com ela e tudo vai ficar bem.
Qualquer dúvida é só nos perguntar
Abraços.
Recomendo que assista primeiro alguns vídeos infantis sobre como prevenir e identificar abusos na infância. Alguns vídeos são em forma de desenho, contam pequenas histórias, depois assista junto com sua filha e pergunte a ela se alguém já fez algo parecido com ela.
Mas não se preocupe tanto, também é possível que ela esteja vendo vídeos com colegas da escola ou ouvindo conversas, o importante nesse momento é ser parceira dela, converse mais, ouça mais. A idade dela é uma idade de descoberta também, ela pode estar tendo muitas dúvidas quanto ao próprio corpo e pensamentos.
Estabeleça uma boa rede de apoio com ela e tudo vai ficar bem.
Qualquer dúvida é só nos perguntar
Abraços.
Olá! Entendo sua preocupação, e é muito importante que você esteja atenta aos sinais que sua filha apresenta. Na infância, especialmente por volta dos 4 anos, é comum que as crianças entrem na chamada fase fálica, uma etapa do desenvolvimento em que surgem curiosidades sobre o corpo, as diferenças entre os sexos e as relações familiares. No entanto, quando esses pensamentos aparecem de forma intensa, frequente e com conteúdos sexualizados direcionados a pessoas próximas, como descrito, é fundamental olhar com mais cuidado.
É possível que sua filha esteja expressando pensamentos que ela ainda não compreende completamente, mas que indicam vivências que merecem atenção. Nem sempre a criança verbaliza diretamente o que passou, mas muitas vezes dá sinais por meio de frases, brincadeiras ou comportamentos.
Por isso, minha orientação é que você busque ajuda de um(a) psicólogo(a) infantil, que possa escutar sua filha em um ambiente seguro, acolhedor e profissional. A avaliação clínica cuidadosa é essencial para compreender se esses pensamentos fazem parte do desenvolvimento ou se podem estar relacionados a algum tipo de experiência que precisa ser investigada, inclusive com o apoio de outros profissionais, se necessário.
Você está certa em procurar orientação. Não ignore esses sinais, mesmo que possam parecer confusos ou difíceis de compreender. O cuidado precoce pode fazer toda a diferença na saúde emocional da sua filha.
Fico à disposição para te ajudar nesse processo.
É possível que sua filha esteja expressando pensamentos que ela ainda não compreende completamente, mas que indicam vivências que merecem atenção. Nem sempre a criança verbaliza diretamente o que passou, mas muitas vezes dá sinais por meio de frases, brincadeiras ou comportamentos.
Por isso, minha orientação é que você busque ajuda de um(a) psicólogo(a) infantil, que possa escutar sua filha em um ambiente seguro, acolhedor e profissional. A avaliação clínica cuidadosa é essencial para compreender se esses pensamentos fazem parte do desenvolvimento ou se podem estar relacionados a algum tipo de experiência que precisa ser investigada, inclusive com o apoio de outros profissionais, se necessário.
Você está certa em procurar orientação. Não ignore esses sinais, mesmo que possam parecer confusos ou difíceis de compreender. O cuidado precoce pode fazer toda a diferença na saúde emocional da sua filha.
Fico à disposição para te ajudar nesse processo.
Oi! Entendo completamente a sua preocupação, e é muito importante que você esteja atenta e aberta para conversar com sua filha sobre o que ela está expressando. Aos 4 anos, as crianças estão em uma fase intensa de descobertas e desenvolvimento da linguagem, da imaginação e da curiosidade sobre o corpo, tanto o próprio quanto o dos outros. Muitas vezes, falas como essas podem surgir sem que haja nenhum tipo de exposição inadequada, mas sim como parte do processo natural de desenvolvimento e elaboração de pensamentos novos que ela ainda não entende bem.
Ainda assim, como essas falas estão sendo frequentes e têm te deixado angustiada, é válido procurar um acompanhamento psicológico infantil ou familiar, assim vocês podem ser acolhidos com escuta qualificada, avaliar o contexto com cuidado e orientar da forma mais adequada. Você não está sozinha, e pedir ajuda já é um passo muito importante. Estou à disposição se precisar conversar mais sobre isso.
Ainda assim, como essas falas estão sendo frequentes e têm te deixado angustiada, é válido procurar um acompanhamento psicológico infantil ou familiar, assim vocês podem ser acolhidos com escuta qualificada, avaliar o contexto com cuidado e orientar da forma mais adequada. Você não está sozinha, e pedir ajuda já é um passo muito importante. Estou à disposição se precisar conversar mais sobre isso.
Boa noite,
Pensamentos sobre nudez em crianças nesta fase podem surgir naturalmente, como parte de curiosidade normal sobre o corpo humano, ja que nesta fase é a fase da descoberta corporal segundo a psicanalise .
Mas se este fato de ser repetitivo e trazer imagens especificas com você relata acima sobre o dindo pelado, pode ser um sinal :alguma informação inadequada que ela tenha ouvido, um contato indireto com algo sexualizado seja tv, internet ou ate conversas de adultos que ela tenha ouvido.
Mas procure um psicólogo infantil, para fazer uma investigação mais detalhada.
Abraços
Pensamentos sobre nudez em crianças nesta fase podem surgir naturalmente, como parte de curiosidade normal sobre o corpo humano, ja que nesta fase é a fase da descoberta corporal segundo a psicanalise .
Mas se este fato de ser repetitivo e trazer imagens especificas com você relata acima sobre o dindo pelado, pode ser um sinal :alguma informação inadequada que ela tenha ouvido, um contato indireto com algo sexualizado seja tv, internet ou ate conversas de adultos que ela tenha ouvido.
Mas procure um psicólogo infantil, para fazer uma investigação mais detalhada.
Abraços
Sua filha está iniciando a fase psicossexual chamada fálica. Trocando em miúdos é quando a criança começa a ver a diferença entre os sexos, descobrir a genitália, e ter curiosidade sobre meninos e meninas. Nada muito além disso. Não há curiosidade sobre sexo, relação sexual, nada disso, ainda é muito cedo e ela não tem dispositivos para tal. A curiosidade dela é sobre os corpos. Nessa fase é uma idade legal para ser natural com a criança. Nada de broncas. Isso pode chocá-las e um trauma nessa fase é tudo que você não vai querer. Converse naturalmente, explique as diferenças, diga sobre a privacidade, e seja simples, responda o que ela perguntar apenas. Se perguntar mais responda um pouco mais , deixe que ela elabore a informação.
Apenas com esse relato e difícil compreender de forma completa e responsável. Mas senta com ela pra fazer uma brincadeira que ela goste, ouça o que ela tem a dizer, e caso esse comportamento persista, busque um profissional da psicologia para atendê-la e te auxiliar nessa questão.
Olá, como você tem passado? Imagino o quanto pode ser angustiante se deparar com falas inesperadas de uma criança tão pequena, e é muito importante que você tenha buscado acolher isso com atenção. Quando uma criança de quatro anos começa a expressar pensamentos ligados à nudez ou ao corpo, não necessariamente estamos diante de algo que venha de uma experiência concreta; muitas vezes, trata-se de manifestações naturais do desenvolvimento psíquico infantil.
A criança, nessa fase, atravessa momentos intensos de descoberta do corpo, do pudor e das diferenças sexuais. O fato de ela verbalizar esses pensamentos com tanta frequência pode ser escutado como uma tentativa de elaborar, de dar sentido a esse momento de intensas transformações internas.
Em vez de tentar reprimir ou corrigir o que ela diz, pode ser interessante oferecer um espaço de escuta onde essas falas não sejam vistas como "erradas", mas como expressões de um mundo interno em movimento.
De que maneira a angústia que se apresenta pode ser acolhida sem que ela precise carregar uma culpa que não lhe pertence?
Buscar um acompanhamento psicanalítico para a criança ou mesmo para você, como mãe, pode ser muito valioso nesse momento. Através da escuta clínica, esses pensamentos podem ser trabalhados de forma que a criança se sinta segura para crescer e simbolizar suas descobertas, e você, amparada para atravessar essa fase com mais confiança. O que está acontecendo pode ser escutado, falado e elaborado com profundidade, abrindo caminhos para um desenvolvimento mais saudável e menos angustiante para ambas.
Fico à disposição.
A criança, nessa fase, atravessa momentos intensos de descoberta do corpo, do pudor e das diferenças sexuais. O fato de ela verbalizar esses pensamentos com tanta frequência pode ser escutado como uma tentativa de elaborar, de dar sentido a esse momento de intensas transformações internas.
Em vez de tentar reprimir ou corrigir o que ela diz, pode ser interessante oferecer um espaço de escuta onde essas falas não sejam vistas como "erradas", mas como expressões de um mundo interno em movimento.
De que maneira a angústia que se apresenta pode ser acolhida sem que ela precise carregar uma culpa que não lhe pertence?
Buscar um acompanhamento psicanalítico para a criança ou mesmo para você, como mãe, pode ser muito valioso nesse momento. Através da escuta clínica, esses pensamentos podem ser trabalhados de forma que a criança se sinta segura para crescer e simbolizar suas descobertas, e você, amparada para atravessar essa fase com mais confiança. O que está acontecendo pode ser escutado, falado e elaborado com profundidade, abrindo caminhos para um desenvolvimento mais saudável e menos angustiante para ambas.
Fico à disposição.
Olá!
Compreendo sua preocupação e é natural que, como mãe, você se assuste.
Mas quero te tranquilizar: aos 4 anos, é comum que as crianças comecem a manifestar curiosidade sobre o corpo e a diferença entre meninos e meninas.
Esses pensamentos fazem parte do desenvolvimento emocional e não indicam, necessariamente, que algo de errado tenha acontecido.
O ideal é acolher suas falas com naturalidade, sem repreensões, para que ela se sinta segura. Caso a angústia persista ou você sinta a necessidade, conversar com um psicólogo especializado em infância.
Compreendo sua preocupação e é natural que, como mãe, você se assuste.
Mas quero te tranquilizar: aos 4 anos, é comum que as crianças comecem a manifestar curiosidade sobre o corpo e a diferença entre meninos e meninas.
Esses pensamentos fazem parte do desenvolvimento emocional e não indicam, necessariamente, que algo de errado tenha acontecido.
O ideal é acolher suas falas com naturalidade, sem repreensões, para que ela se sinta segura. Caso a angústia persista ou você sinta a necessidade, conversar com um psicólogo especializado em infância.
Me preocupou o seu relato. Seria interessante investigar a possibilidade dela estar sofrendo alguma forma exposição ao ato sexual ou imagem. O perigo de abuso, ao contrário do que pensa, está dentro do circuito mais próximo e íntimo da criança. A ideia não é te deixar ainda mais aflita, mas de alertar e pedir que cubra sua filha de ainda mais cuidado.
Olá, obrigada por sua mensagem.
Obviamente não conheço você e nem sua filha, logo, o que eu disser aqui, não considera verdade absoluta. Porém, posso te dar algumas sugestões e dicas. Bom, a imaginação de uma criança é diferente de adultos, então, comece por ai...
- Ela está curiosa quanto ao corpo humano? O que exatamente ela está imaginando? Pergunta isso a ela: "filha, você tem pensado bastante nisso última, como você acha que é?". Pode ser que ela dê uma resposta muito diferente do que a gente como adulto interpreta quando ouvimos tais perguntas.
- Explique para ela sobre a privacidade do nosso corpo. "Filha, seu corpinho é muito precioso e é só seu, apenas as pessoas que você confia e conhece pode tocar nele, por exemplo, quando vamos a médico ele te examina e a mãe está junto".
- Tenta descobrir de onde pode estar vindo essa curiosidade, por exemplo, teve algum assunto relacionado a isso na escolinha? ela ouviu conversas de adultos sobre o corpo? Pense no dia a dia dela, nas pessoas que ela convive, nas coisas que presencia no dia a dia, algo está relacionado com esses comentários?
Obviamente não conheço você e nem sua filha, logo, o que eu disser aqui, não considera verdade absoluta. Porém, posso te dar algumas sugestões e dicas. Bom, a imaginação de uma criança é diferente de adultos, então, comece por ai...
- Ela está curiosa quanto ao corpo humano? O que exatamente ela está imaginando? Pergunta isso a ela: "filha, você tem pensado bastante nisso última, como você acha que é?". Pode ser que ela dê uma resposta muito diferente do que a gente como adulto interpreta quando ouvimos tais perguntas.
- Explique para ela sobre a privacidade do nosso corpo. "Filha, seu corpinho é muito precioso e é só seu, apenas as pessoas que você confia e conhece pode tocar nele, por exemplo, quando vamos a médico ele te examina e a mãe está junto".
- Tenta descobrir de onde pode estar vindo essa curiosidade, por exemplo, teve algum assunto relacionado a isso na escolinha? ela ouviu conversas de adultos sobre o corpo? Pense no dia a dia dela, nas pessoas que ela convive, nas coisas que presencia no dia a dia, algo está relacionado com esses comentários?
Olá, primeiramente é importante saber que essas falas da sua filha não deveria ser encaradas como besteiras , pois elas sinalizam o que pode está sentindo ou vivenciando de alguma forma . Outro ponto importante é que com essa idade, a criança já consegue perceber seu corpo nu e o que é a nudez de um modo geral . Pra ela está insistindo com esse tema , talvez seja algo que ela esteja vendo na tv ou no celular de alguém , ou escutando alguém falando desse assunto .Sao muitas possibilidades. O ideal que observe melhor tudo que ela tenha contato. Caso não consiga descobrir sozinha , seria interessante ela fazer um processo terapêutico pra poder ela apontar através do brincar para terapeuta
Oi, mamãe!
Entendo totalmente a sua angústia. Ouvir essas falas dos nossos filhos realmente assusta um pouco, mas fique tranquila. na maioria dos casos, esse tipo de pensamento faz parte do desenvolvimento infantil. Sua filha está na fase de descoberta do próprio corpo e das diferenças entre o corpo masculino e feminino. É muito comum que o que é considerado "proibido" ou "diferente" chame bastante a atenção dos pequenos.
O que você pode fazer é: manter a calma quando responder, fale de forma natural e simples que a criança consiga entender, e aproveite para ensinar sobre os limites do corpo dela e o respeito ao corpo do outro (essa é uma ótima oportunidade para trabalhar a educação sexual de forma saudável).
Você está certíssima em ficar atenta! Caso esses pensamentos aumentem muito de frequência, ou venham acompanhados de mudanças de comportamento, medo de algum adulto ou desconfortos, é importante investigar melhor.
Vale também observar o uso de telas (TV, tablet, celular), pois hoje em dia alguns conteúdos, mesmo que pareçam inofensivos, acabam ensinando temas precocemente para nossas crianças.
Você está fazendo o melhor para sua filha acolhendo e buscando informação.
Entendo totalmente a sua angústia. Ouvir essas falas dos nossos filhos realmente assusta um pouco, mas fique tranquila. na maioria dos casos, esse tipo de pensamento faz parte do desenvolvimento infantil. Sua filha está na fase de descoberta do próprio corpo e das diferenças entre o corpo masculino e feminino. É muito comum que o que é considerado "proibido" ou "diferente" chame bastante a atenção dos pequenos.
O que você pode fazer é: manter a calma quando responder, fale de forma natural e simples que a criança consiga entender, e aproveite para ensinar sobre os limites do corpo dela e o respeito ao corpo do outro (essa é uma ótima oportunidade para trabalhar a educação sexual de forma saudável).
Você está certíssima em ficar atenta! Caso esses pensamentos aumentem muito de frequência, ou venham acompanhados de mudanças de comportamento, medo de algum adulto ou desconfortos, é importante investigar melhor.
Vale também observar o uso de telas (TV, tablet, celular), pois hoje em dia alguns conteúdos, mesmo que pareçam inofensivos, acabam ensinando temas precocemente para nossas crianças.
Você está fazendo o melhor para sua filha acolhendo e buscando informação.
O ideal é leva-la ao psicólogo, para que possa identificar e tratar o problema em sua especificidade.
Olá! Entendo sua preocupação, e quero te tranquilizar: na idade da sua filha (por volta dos 4 anos), é comum surgirem curiosidades sobre o corpo e diferenças entre meninos e meninas. Isso faz parte do desenvolvimento natural, e não quer dizer que ela tenha visto algo inadequado ou que esteja em perigo. Esses pensamentos e falas, que parecem estranhas para nós adultos, são maneiras dela tentar entender o mundo ao redor. O mais importante agora é não brigar, não demonstrar susto e acolher, mostrando que ela pode falar com você sem medo. Mas, como ela tem repetido muito e isso está te deixando aflita, seria bom procurar um(a) psicólogo(a) infantil. Assim, um profissional pode avaliar direitinho e dar suporte tanto para você quanto para ela, de forma segura e tranquila.
Espero ter ajudado!
Espero ter ajudado!
É compreensível que você se sinta assustada com os comentários da sua filha, mas é importante lembrar que crianças de 4 anos estão em uma fase de curiosidade e exploração, e elas podem pensar e falar sobre coisas que não necessariamente têm um significado profundo. Muitas vezes, elas apenas estão tentando compreender o mundo ao seu redor, incluindo o corpo e os conceitos de privacidade. Nessa fase, elas podem expressar pensamentos que parecem estranhos para nós, mas que são parte de seu desenvolvimento natural. É possível que ela tenha ouvido algo ou visto algo que gerou essas associações. O melhor a fazer é manter a calma, sem reagir de forma exagerada. Você pode perguntar de maneira tranquila de onde ela tirou essas ideias e, ao mesmo tempo, aproveitar para explicar sobre privacidade, o respeito pelo corpo dos outros e o que é apropriado discutir. Aproveite também para falar sobre o corpo de forma positiva, sem criar vergonha, mas deixando claro o que é privado e o que deve ser respeitado. Se os comportamentos persistirem ou se intensificarem, seria interessante buscar a orientação de um psicólogo infantil para garantir que ela esteja desenvolvendo esses conceitos de maneira saudável e adequada à sua idade.
Tente investigar conversando com ela, usando um tom de voz calmo e amigável, para não assustá-la. Por exemplo, quando ela dizer que "só consegue pensar em coisas que mulher não pode fazer homem fazendo", você pode perguntar: "e o que é essa coisa que a mulher não pode ver, filha?". A depender da resposta, você pode perguntar o que ela já viu, ou o que ela sabe e onde ela viu. Lembre-se de usar um tom de verdadeiro interesse, e não de bronca ou de alguém assustado. Crie um ambiente seguro para que ela possa falar com você e tirar as dúvidas que ela pode ter. É normal uma certa "investigação" e curiosidade sobre a diferença entre homem e mulher na idade dela, mas é importante investigar para entender se ela não foi exposta à algum material inapropriado.
A sexualidade está presente no ser humano desde o nascimento, é algo inato, nascemos assim. Inclusive algumas crianças se masturbam nessa idade. Converse com ela, permita que ela se expresse, tire suas dúvidas, leve para o lado lúdico, utilize bonecos. É importante colocar para fora. Claro que no local apropriado e com pessoas de confiança. Se a intensidade e frequência permanecerem ou aumentarem, é importante buscar por ajuda profissional.
Olá, tudo bem?
Imagino o susto e a angústia que esse tipo de fala pode gerar — especialmente por envolver conteúdos que parecem deslocados da idade da sua filha. É importante começar dizendo algo que talvez traga um pouco de alívio: em muitas situações, esse tipo de fala está mais relacionado à curiosidade natural, à imaginação fértil e ao processo de desenvolvimento da criança do que a algo necessariamente grave. Aos 4 anos, o cérebro infantil está passando por uma intensa reorganização, onde fantasia, realidade e linguagem ainda estão em fase de afinação. E às vezes, o que parece ser uma “bobagem” ou algo “inapropriado” é, na verdade, uma tentativa de compreender o mundo à sua volta — inclusive as diferenças entre os corpos, as funções do banheiro, ou até aquilo que ela percebe que “não se pode falar”.
Ainda assim, quando esses pensamentos aparecem com tanta frequência e persistência, e principalmente quando despertam tanto incômodo nela ou em vocês, pais e cuidadores, é válido olhar com mais atenção. Nem sempre significa que houve exposição inadequada, mas é fundamental garantir que ela esteja em ambientes seguros, acolhedores e livres de qualquer situação que possa gerar confusão sobre o próprio corpo e o corpo do outro. Crianças, por vezes, expressam por meio de frases aparentemente desconexas aquilo que não conseguem nomear diretamente.
Do ponto de vista da neurociência, o cérebro infantil nessa fase está aprendendo a organizar impulsos, regular pensamentos e entender fronteiras entre imaginação e realidade. Quando algo chama muita atenção — como a reação dos adultos ao que ela diz — o cérebro da criança pode repetir aquilo como uma forma de testar, compreender ou até aliviar alguma tensão interna. Por isso, às vezes o foco na frase em si pode intensificar o ciclo, mesmo que a intenção seja proteger.
Será que ela está atravessando alguma mudança ou vivência nova que possa estar mexendo com sua segurança emocional? Como tem sido o sono, a rotina e os momentos de vínculo afetivo no dia a dia? O quanto ela percebe que esse tipo de fala afeta vocês, e será que isso não tem, de alguma forma, alimentado ainda mais essa repetição?
Nesses casos, pode ser muito útil contar com o olhar especializado de um neuropsicólogo ou de um psicólogo infantil, que possa avaliar o contexto com mais profundidade e orientar com cuidado. Esse apoio não é porque há algo errado com a sua filha, mas porque entender o que está por trás dessas falas pode oferecer mais segurança para todos vocês. E claro, caso precise, estou à disposição.
Imagino o susto e a angústia que esse tipo de fala pode gerar — especialmente por envolver conteúdos que parecem deslocados da idade da sua filha. É importante começar dizendo algo que talvez traga um pouco de alívio: em muitas situações, esse tipo de fala está mais relacionado à curiosidade natural, à imaginação fértil e ao processo de desenvolvimento da criança do que a algo necessariamente grave. Aos 4 anos, o cérebro infantil está passando por uma intensa reorganização, onde fantasia, realidade e linguagem ainda estão em fase de afinação. E às vezes, o que parece ser uma “bobagem” ou algo “inapropriado” é, na verdade, uma tentativa de compreender o mundo à sua volta — inclusive as diferenças entre os corpos, as funções do banheiro, ou até aquilo que ela percebe que “não se pode falar”.
Ainda assim, quando esses pensamentos aparecem com tanta frequência e persistência, e principalmente quando despertam tanto incômodo nela ou em vocês, pais e cuidadores, é válido olhar com mais atenção. Nem sempre significa que houve exposição inadequada, mas é fundamental garantir que ela esteja em ambientes seguros, acolhedores e livres de qualquer situação que possa gerar confusão sobre o próprio corpo e o corpo do outro. Crianças, por vezes, expressam por meio de frases aparentemente desconexas aquilo que não conseguem nomear diretamente.
Do ponto de vista da neurociência, o cérebro infantil nessa fase está aprendendo a organizar impulsos, regular pensamentos e entender fronteiras entre imaginação e realidade. Quando algo chama muita atenção — como a reação dos adultos ao que ela diz — o cérebro da criança pode repetir aquilo como uma forma de testar, compreender ou até aliviar alguma tensão interna. Por isso, às vezes o foco na frase em si pode intensificar o ciclo, mesmo que a intenção seja proteger.
Será que ela está atravessando alguma mudança ou vivência nova que possa estar mexendo com sua segurança emocional? Como tem sido o sono, a rotina e os momentos de vínculo afetivo no dia a dia? O quanto ela percebe que esse tipo de fala afeta vocês, e será que isso não tem, de alguma forma, alimentado ainda mais essa repetição?
Nesses casos, pode ser muito útil contar com o olhar especializado de um neuropsicólogo ou de um psicólogo infantil, que possa avaliar o contexto com mais profundidade e orientar com cuidado. Esse apoio não é porque há algo errado com a sua filha, mas porque entender o que está por trás dessas falas pode oferecer mais segurança para todos vocês. E claro, caso precise, estou à disposição.
Especialistas
Perguntas relacionadas
- Olá , rudo bem ! Então meu filho 04 anos , ele tem comportamento como se não tivesse educação, não quer obedecer ele é agitado quer todo no tempo ,mas agora deu de gritar com os olhos fechados , e as vezes quanto vou repreende não quer ouvir e colocar a mão na cabeça reclamando que cabeça dói e está…
- Olá,bom dia! O meu filho,tem 6 anos,ele está com comportamento estranho,dorme pouco,muito nervoso e fica correndo de um lado para o outro,fazendo um barulho estranho com a boca,na mesma hora que ele está bem,já se irrita e fica bravo,qual médico eu devo procurar?
- Meu filho de 7 anos sempre foi muito nervoso desde bebe...ainda mais qd não dorme o bastante.. Fica irritado c TD...sem controle e encontra-se numa fase muito complicada de perfeccionista..TD dele tem ki sair perfeito e tem sempre ki estar em primeiro em TD.. E qd não acontece ele sofre...fica nervoso…
- Minha filha tem 4 anos de idade ultimamente ela dorme de bunda para cima e fica fazendo vai e vem e depois se mija todinha isso é normal?
- Meu filho tem 3 anos e está muito nervoso, se contrariado grita e chora, também insiste muito quando quer algo e não aceita que fale não para ele, tudo tem que ser como ele quer no momento ou vira uma crise de birra enorme. Qual especialista devo procurar?
- Meu filho de 1 ano e 4 meses, tá com a mania de colocar pano na cabeca como se fosse cabelo, e faz como se estivesse penteando o cabelo. Isso está me deixando preocupada, ele faz igualzinho noz mulheres quando vai pentear o cabelo. Não aguenta ver um pano, que coloca no cabeça, falo pra ele que não pode,…
- Oi, bom dia! Meu filho de 8 anos ultimamente vive com muitas histórias na cabeça. Outro dia acordou chorando porque pensou em uma mãe beijando o filho na boca em baixo do lençol. E chorou e ficou com isso na cabeça. Também percebo que ele tudo me conta as coisas dela . Ah mamãe, peguei no meu peitos.…
- Boa noite meu filho tem 5 anos brinca enfileirado as coisas, faz uma pergunta várias vezes ao dias, não conhece os números, não quer comer o que ele gostava, passa várias vezes a mão no cabelo e fala coisas que as vezes não entendo. Será que e normal pra idade dele ?
- Quando o Comportamento Repetitivo Infantil Deve Preocupar os Pais?
- Olá ! Meu filho de quatro anos não se sente bem com mudanças na sua rotina, por exemplo vendi o sofá velho e comprei um novo, ele ainda chora quando lembra do sofá e do que gostava mais dele, o chuveiro aqui de casa queimou e nós o trocamos ele começou a chorar pois queria o velho . Isso é normal ?
Você quer enviar sua pergunta?
Nossos especialistas responderam a 127 perguntas sobre Transtornos do comportamento infantil
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.