Meu pai tem 68 anos e a uns 8 anos vem mudando o comportamento, vinha tendo impulsos pra fazer beste
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Meu pai tem 68 anos e a uns 8 anos vem mudando o comportamento, vinha tendo impulsos pra fazer besteiras sem pensar, um pouco agressivo, levou alguns tombos por falta de equilibrio, babava , muito tinha comportamentos inadequados em publico e ao passar do tempo foi piorando, hoje esta em um lar de idosos e os musculos parece que definham, sinto que tem um pouco de dificuldade pra engolir, e tem falado pouco. Fez uma Tomografia a uns 6 meses atras que nao apresentava nenhum nodulo ou coisa parecida, apenas algumas alterações e o medico disse que era pela idade.
Quais sao os estagios da demência ja que os sintomas dele sao bem caracteristicos?
Quais sao os estagios da demência ja que os sintomas dele sao bem caracteristicos?
Olá tudo bem? Antes de mais nada, alguma avaliação médica e neuropsicológica ja foi realizada com seu pai? Existe algum diagnóstico fechado?
Em relação a sua duvida, as manifestações mais comuns são déficits cognitivos, alterações de comportamento e sintomas psiquiátricos. Ou seja, discriminação social, mudança no papel social, solidão, problemas financeiros e desconforto emocional, associados ou não a algum comprometimento físico.
Em estágios iniciais da doença, podem ser observadas a perda
de memória episódica e a dificuldade na aquisição de novas tarefas. Esses danos gradualmente envolvem outros comprometimentos cognitivos, como a capacidade de julgamento, capacidade de abstração e habilidades visuoespaciais.
A afasia pode ocorrer na fase intermediária, com dificuldade em nomear objetos ou escolher a palavra certa para expressar ideias, assim como apraxia. Em estágios terminais da doença, mudanças notáveis são observadas, desde alteração do ciclo do sono, alterações comportamentais (irritação e agressividade), sintomas psicóticos, até inabilidade para caminhar, falar e realizar o autocuidado.
O déficit progressivo de memória teoricamente explicaria o padrão do declínio das atividades de vida diária básicas e complexas. O comprometimento cognitivo global está relacionado com o declínio funcional.
A demência tem assumido maior importância como problema de saúde pública devido ao aumento da população envelhecida em todo o mundo, particularmente na faixa etária acima dos 80 anos.
Para acesso a informações mais amplas, reforço que você converse com o médico que o acompanha para uma possível avaliação neuropsicológica e clínica. Espero ter ajudado. Grande abraço!
Em relação a sua duvida, as manifestações mais comuns são déficits cognitivos, alterações de comportamento e sintomas psiquiátricos. Ou seja, discriminação social, mudança no papel social, solidão, problemas financeiros e desconforto emocional, associados ou não a algum comprometimento físico.
Em estágios iniciais da doença, podem ser observadas a perda
de memória episódica e a dificuldade na aquisição de novas tarefas. Esses danos gradualmente envolvem outros comprometimentos cognitivos, como a capacidade de julgamento, capacidade de abstração e habilidades visuoespaciais.
A afasia pode ocorrer na fase intermediária, com dificuldade em nomear objetos ou escolher a palavra certa para expressar ideias, assim como apraxia. Em estágios terminais da doença, mudanças notáveis são observadas, desde alteração do ciclo do sono, alterações comportamentais (irritação e agressividade), sintomas psicóticos, até inabilidade para caminhar, falar e realizar o autocuidado.
O déficit progressivo de memória teoricamente explicaria o padrão do declínio das atividades de vida diária básicas e complexas. O comprometimento cognitivo global está relacionado com o declínio funcional.
A demência tem assumido maior importância como problema de saúde pública devido ao aumento da população envelhecida em todo o mundo, particularmente na faixa etária acima dos 80 anos.
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Alguns estudos demonstram que cada fase do processo demencial dura rm torno de 3 anos, e que os primeiros sintomas aparecem quando a demência já está instalada a uns 5 anos. Mas, uma avaliação neuropsicológica e médica poderia ajudar a elucidar melhor a sua questão, e a determinar o tipo de demência que seu pai apresenta se ste for o caso. Abraço
Olá! Como vai?
É preciso investigar com detalhes toda a mudança de comportamento que ele teve, associar isso as áreas cerebrais prejudicadas. Sugiro que você faça uma avaliação Neuropsicológica, pois assim saberá o que está preservado e prejudicado. Saberá como agir e intervir para auxiliá-lo.
Caso precise de auxílio, deixo meu contato.
Abraços
É preciso investigar com detalhes toda a mudança de comportamento que ele teve, associar isso as áreas cerebrais prejudicadas. Sugiro que você faça uma avaliação Neuropsicológica, pois assim saberá o que está preservado e prejudicado. Saberá como agir e intervir para auxiliá-lo.
Caso precise de auxílio, deixo meu contato.
Abraços
Olá, a Demência Senil é quando ocorre um declínio cerebral, onde o seu comprometimento neurológico é tão significativo a ponto de comprometer a qualidade de vida e independência do idoso. O Mal de Alzheimer é uma doença neurológica, que tem como uma das consequência o quadro de demência. Um dos primeiros sinais é quando o idoso começa a ter comprometimento significativo de memória, esquecendo tarefas simples, que pretendia executar, ou mesmo como se faz tal atividade, como arrumar uma cama. Pode também ter perdas de noção de espaço e tempo, não reconhecendo lugares ou pessoas, esquecendo a ordem cronológica das coisas, querendo ficar acordado, na hora que deveria estar dormindo. Ocorre também uma mudança de humor considerável, como ficar irritadiço ou passivo. É importante lembrar de como a pessoa era antes dos sintomas para assim poder fazer uma comparação. E, o mais importante é levá-la a um especialista, que poderá fazer uma avaliação mais assertiva do quadro do paciente.
Prezado(a), seu pai deverá fazer uma Avaliação Neuropsicológica para investigar todas funções cognitivas e chegar um diagnóstico preciso e consistente.
Atenciosamente!
Mônica/ Neuropsicóloga/Especialista em demências
Atenciosamente!
Mônica/ Neuropsicóloga/Especialista em demências
É necessário considerar avaliação das funções executivas, mas antes de mais nada... Como está o nível de estresse de seu pai?
O trabalho do analista consiste em despertar aquilo que já existe dentro da pessoa. É a arte de despertar o sujeito para seu potencial criativo genuíno. A finalidade não é curar, e sim favorecer o crescimento interior por meio das dificuldades pessoais.
No decorrer do trabalho analítico há a proposição de que pelo falar, pelo escutar e pelo fazer criativo nos confrontamos com nós próprios. Pôr-se em processo analítico é possibilitar o existir permeável a outros saberes. É despertar para o próprio caminho de vida como processo natural com sentido, finalidade e objetivo; é a experiência interior.
A experiência interior se torna experiência de vida quando vivida com todas as suas implicações. A psicoterapia tem como objetivo auxiliar pessoas que sofrem ou estão com dificuldades na vida e não conseguem resolver sozinhas. Na terapia o analisando é convidado a, num espaço seguro e sigiloso, explorar seus afetos, pensamentos e fantasias que compõem o cenário de seu sofrimento.
No decorrer do trabalho analítico há a proposição de que pelo falar, pelo escutar e pelo fazer criativo nos confrontamos com nós próprios. Pôr-se em processo analítico é possibilitar o existir permeável a outros saberes. É despertar para o próprio caminho de vida como processo natural com sentido, finalidade e objetivo; é a experiência interior.
A experiência interior se torna experiência de vida quando vivida com todas as suas implicações. A psicoterapia tem como objetivo auxiliar pessoas que sofrem ou estão com dificuldades na vida e não conseguem resolver sozinhas. Na terapia o analisando é convidado a, num espaço seguro e sigiloso, explorar seus afetos, pensamentos e fantasias que compõem o cenário de seu sofrimento.
Dividimos as demências em 5 estágios. Os dois primeiros normalmente são antes do diagnóstico variando de Assintomático e o Declínio Cognitivo Leve. Podem apontar sinais de uma doença degenerativa mas pode ser difícil para família e até mesmo para profissionais de saúde identificarem. A demência em si é diagnosticada quando os problemas da cognição e do comportamento levam à uma perda de funcionalidade no dia a dia. A partir desse momento graduamos em Leve, Moderado e Avançado a depender do grau de acometimento. Utilizamos normalmente escalas, sendo a CDR a principal para calcular melhor o grau. Normalmente, atrofia e problema para engolir são marcadores de um grau mais avançado mas no caso específico do seu pai, isso demandaria uma avaliação clínica.
Excelente pergunta — e muito sensível, pois os sintomas que você descreve sugerem um processo demencial progressivo, que afeta tanto o comportamento quanto as funções motoras e cognitivas. É importante compreender que o termo “demência” não é uma doença única, mas um conjunto de síndromes neurológicas em que há degeneração progressiva das células cerebrais, levando à perda de funções mentais, emocionais e motoras.
O quadro do seu pai — com mudanças de comportamento, impulsividade, desinibição, queda de equilíbrio, dificuldades para engolir e fala reduzida — pode corresponder a formas de demência frontotemporal, demência com corpos de Lewy ou mesmo a formas mistas que envolvem degeneração cortical e subcortical. Essas condições muitas vezes não aparecem claramente em tomografias simples, exigindo exames mais detalhados como ressonância magnética cerebral, eletroencefalograma ou, em alguns casos, PET/SPECT cerebral, que ajudam a mapear áreas de degeneração funcional.
De forma geral, a evolução da demência costuma ocorrer em três grandes estágios clínicos:
Estágio inicial (leve):
Esquecimentos sutis, irritabilidade, desorganização leve;
Dificuldade em planejar e controlar impulsos;
Perda de interesse e mudanças de humor.
Estágio intermediário (moderado):
Alterações de comportamento mais evidentes (agressividade, desinibição, apatia);
Dificuldade em reconhecer pessoas ou locais;
Alterações de linguagem e coordenação;
Quedas e desequilíbrio mais frequentes.
Estágio avançado (grave):
Perda da fala espontânea e da deglutição;
Comprometimento motor (rigidez, fraqueza, retração muscular);
Dependência total para atividades diárias;
Maior risco de infecções e complicações.
Os sintomas motores e de deglutição que você descreve sugerem que ele pode estar em estágio moderado a avançado, com provável comprometimento de vias neuromotoras. Mesmo assim, há muito que pode ser feito para preservar conforto e qualidade de vida, incluindo:
Cuidados com a alimentação e risco de aspiração (orientação fonoaudiológica);
Fisioterapia neurológica para mobilidade e postura;
Acompanhamento neurológico regular para controle de rigidez, sono e humor;
Apoio psicológico e capacitação da equipe cuidadora.
Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O acompanhamento com seu neurologista é essencial para avaliar sua resposta e garantir segurança no uso.
Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, medicina do sono, distúrbios cognitivos, demências e cuidados de longo prazo, sempre com uma abordagem técnica e humanizada.
Dra. Patrícia Gomes Damasceno – Neurologista | Especialista em Medicina do Sono
CRM 11930-CE | RQE nº 7771 | RQE nº 8082
O quadro do seu pai — com mudanças de comportamento, impulsividade, desinibição, queda de equilíbrio, dificuldades para engolir e fala reduzida — pode corresponder a formas de demência frontotemporal, demência com corpos de Lewy ou mesmo a formas mistas que envolvem degeneração cortical e subcortical. Essas condições muitas vezes não aparecem claramente em tomografias simples, exigindo exames mais detalhados como ressonância magnética cerebral, eletroencefalograma ou, em alguns casos, PET/SPECT cerebral, que ajudam a mapear áreas de degeneração funcional.
De forma geral, a evolução da demência costuma ocorrer em três grandes estágios clínicos:
Estágio inicial (leve):
Esquecimentos sutis, irritabilidade, desorganização leve;
Dificuldade em planejar e controlar impulsos;
Perda de interesse e mudanças de humor.
Estágio intermediário (moderado):
Alterações de comportamento mais evidentes (agressividade, desinibição, apatia);
Dificuldade em reconhecer pessoas ou locais;
Alterações de linguagem e coordenação;
Quedas e desequilíbrio mais frequentes.
Estágio avançado (grave):
Perda da fala espontânea e da deglutição;
Comprometimento motor (rigidez, fraqueza, retração muscular);
Dependência total para atividades diárias;
Maior risco de infecções e complicações.
Os sintomas motores e de deglutição que você descreve sugerem que ele pode estar em estágio moderado a avançado, com provável comprometimento de vias neuromotoras. Mesmo assim, há muito que pode ser feito para preservar conforto e qualidade de vida, incluindo:
Cuidados com a alimentação e risco de aspiração (orientação fonoaudiológica);
Fisioterapia neurológica para mobilidade e postura;
Acompanhamento neurológico regular para controle de rigidez, sono e humor;
Apoio psicológico e capacitação da equipe cuidadora.
Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O acompanhamento com seu neurologista é essencial para avaliar sua resposta e garantir segurança no uso.
Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, medicina do sono, distúrbios cognitivos, demências e cuidados de longo prazo, sempre com uma abordagem técnica e humanizada.
Dra. Patrícia Gomes Damasceno – Neurologista | Especialista em Medicina do Sono
CRM 11930-CE | RQE nº 7771 | RQE nº 8082
O quadro que você descreve é bastante sugestivo de um processo demencial neurodegenerativo, e os sintomas apresentados pelo seu pai — mudança de comportamento, impulsividade, desinibição, agressividade, perda de equilíbrio, fraqueza muscular, dificuldade para engolir (disfagia) e redução da fala (hipofonia ou mutismo progressivo) — indicam um estágio mais avançado da doença, com comprometimento não apenas cognitivo, mas também motor e funcional. A tomografia de crânio é útil para excluir tumores, AVC ou hidrocefalia, mas muitas vezes não mostra alterações específicas nos estágios iniciais ou moderados da demência, especialmente nas formas degenerativas (como Alzheimer, demência frontotemporal ou demência por corpos de Lewy). A confirmação costuma exigir ressonância magnética cerebral, testes neuropsicológicos e avaliação neurológica detalhada.
De modo geral, as demências evoluem em estágios, que variam conforme o tipo, mas podem ser resumidos assim:
1. Estágio inicial (leve): surgem esquecimentos sutis, dificuldade para planejar tarefas, irritabilidade, redução de empatia e alterações discretas de julgamento. Muitas vezes a família interpreta como “coisas da idade”.
2. Estágio intermediário (moderado): há piora significativa da memória recente, dificuldade de linguagem, desorientação, comportamento inadequado em público, impulsividade, perda parcial da autonomia e mudanças marcantes de personalidade. Nesse período também podem surgir sintomas motores leves e comprometimento do equilíbrio.
3. Estágio avançado (grave): ocorre perda da capacidade de comunicação, incontinência, disfagia (engasgos frequentes), rigidez muscular e imobilidade progressiva. O paciente torna-se totalmente dependente de cuidados e pode apresentar atrofia muscular devido à imobilização e desnutrição secundária à dificuldade de deglutição.
Pelos sintomas que você descreve — impulsividade precoce, desinibição e lentificação motora com rigidez e disfagia — seria importante investigar uma forma de demência frontotemporal variante comportamental ou demência parkinsoniana (como demência com corpos de Lewy ou paralisia supranuclear progressiva), que podem evoluir com alterações motoras e cognitivas simultaneamente.
Mesmo sem cura definitiva, há muito o que fazer para melhorar conforto, segurança e qualidade de vida, como acompanhamento com neurologista especialista em distúrbios cognitivos, fonoaudiólogo (para disfagia), fisioterapeuta e nutricionista, além de estratégias para manejo comportamental e prevenção de quedas.
Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O acompanhamento com seu neurologista é essencial para confirmar o diagnóstico e garantir segurança no uso. Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, distúrbios cognitivos, demências e regulação neurofuncional, sempre com uma abordagem técnica, empática e humanizada. Dra. Camila Cirino Pereira - Neurologista | Especialista em TDAH | Especialista em Medicina do Sono | Especialista em Saúde Mental CRM CE 12028 | RQE Nº 11695 | RQE Nº 11728
De modo geral, as demências evoluem em estágios, que variam conforme o tipo, mas podem ser resumidos assim:
1. Estágio inicial (leve): surgem esquecimentos sutis, dificuldade para planejar tarefas, irritabilidade, redução de empatia e alterações discretas de julgamento. Muitas vezes a família interpreta como “coisas da idade”.
2. Estágio intermediário (moderado): há piora significativa da memória recente, dificuldade de linguagem, desorientação, comportamento inadequado em público, impulsividade, perda parcial da autonomia e mudanças marcantes de personalidade. Nesse período também podem surgir sintomas motores leves e comprometimento do equilíbrio.
3. Estágio avançado (grave): ocorre perda da capacidade de comunicação, incontinência, disfagia (engasgos frequentes), rigidez muscular e imobilidade progressiva. O paciente torna-se totalmente dependente de cuidados e pode apresentar atrofia muscular devido à imobilização e desnutrição secundária à dificuldade de deglutição.
Pelos sintomas que você descreve — impulsividade precoce, desinibição e lentificação motora com rigidez e disfagia — seria importante investigar uma forma de demência frontotemporal variante comportamental ou demência parkinsoniana (como demência com corpos de Lewy ou paralisia supranuclear progressiva), que podem evoluir com alterações motoras e cognitivas simultaneamente.
Mesmo sem cura definitiva, há muito o que fazer para melhorar conforto, segurança e qualidade de vida, como acompanhamento com neurologista especialista em distúrbios cognitivos, fonoaudiólogo (para disfagia), fisioterapeuta e nutricionista, além de estratégias para manejo comportamental e prevenção de quedas.
Reforço que esta resposta tem caráter informativo e não substitui uma consulta médica individual. O acompanhamento com seu neurologista é essencial para confirmar o diagnóstico e garantir segurança no uso. Coloco-me à disposição para ajudar e orientar, com consultas presenciais e atendimento online em todo o Brasil, com foco em neurologia clínica, distúrbios cognitivos, demências e regulação neurofuncional, sempre com uma abordagem técnica, empática e humanizada. Dra. Camila Cirino Pereira - Neurologista | Especialista em TDAH | Especialista em Medicina do Sono | Especialista em Saúde Mental CRM CE 12028 | RQE Nº 11695 | RQE Nº 11728
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