Existe relação ou comparação entre a diacereína e a glucosamina condroitina e MSM?
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Existe relação ou comparação entre a diacereína e a glucosamina condroitina e MSM?
DIACEREÍNA
Atua principalmente pela inibição dos efeitos da IL-1 esta degrada a proteína inibidora do fator nuclear capa beta, que leva à transcrição de óxido nítrico, IL-1, TGF e metaloproteinases e também tem propriedades anabólicas, estimulando a produção de TGF-B e proteoglicanos, colágeno e ácido hialurônico.
Além de eficaz no alívio sintomático da artrose, foi comprovada em estudo de longo prazo (três anos), multicêntrico e prospectivo, a ação modificadora da doença pela menor diminuição do espaço articular em relação ao placebo, isto é, nível de evidência IA de que é uma droga modificadora da doença osteoartrítica, retardando a evolução da OA.
GLUCOSAMINA
A glucosamina participa da síntese das glicosaminoglicanas (GAGs), proteoglicanas e hialuronato da cartilagem articular, apesar de o mecanismo exato ainda não estar elucidado. Além de funcionar como substrato, age diretamente no condrócito, estimulando a síntese de proteoglicanas e inibindo a de metaloproteases. Inibe os efeitos da IL-1 sobre o fator nuclear capa beta dentro do condrócito, também inibindo a produção de óxido nítrico, mais IL-1 e TGF. Tem ação sobre o osteoclasto e sobre a sinóvia.
Meta-análises recentes mostraram que a droga tem eficácia superior à do placebo, tendo, além da melhora sintomática, um efeito de diminuir o estreitamento articular. Há três tipos de glucosamina no mercado. A glucosamina hidroclorídrica (HCl - retirada da casca de caranguejo), a glucosamina sulfatada (retirada da casca de camarões de águas profundas) e a glucosamina sintética (sulfatada). Há nível de evidência IA de que a glucosamina sintética retarda a evolução da OA (uso contínuo por três anos) e esse efeito se mantém mesmo após a suspensão do uso da droga por cinco anos.
CONDROITINA
O sulfato de condroitina é uma GAG encontrada em vários tecidos humanos, inclusive na cartilagem hialina. Estudos mostram, além de estimulação direta da cartilagem, ação de inibição da IL-1 e metaloproteases.
A condroitina é uma molécula grande, que é quebrada ao ser absorvida pelo intestino. Na sua formação, há glucosamina.
Meta-análises recentes mostraram que a droga tem eficácia superior à do placebo, com efeito predominante no alívio dos sintomas, sem diminuir o estreitamento articular.
ASSOCIAÇÃO DE GLUCOSAMINA E CONDROITINA
A associação das drogas, por agirem em vias diferentes tendo efeitos complementares, seria melhor do que o uso isolado. A dosagem usual é de 1.500mg de glucosamina e 1.200mg de condroitina em dose única diária ou dividida, dependendo da apresentação comercial. Apresenta boa tolerabilidade ao uso prolongado, com poucos efeitos colaterais.
O estudo GAIT (Glucosamine HCl/chondroitin Arthritis Intervention Trial), multicêntrico, duplo-cego, randomizado, controlado com grupo placebo e grupo celecoxibe (AINH inibidor seletivo da COX-2) foi publicado recentemente. Foram incluídos 1.583 pacientes e os resultados após 24 semanas mostraram que no grupo geral a associação das drogas, do ponto de vista de analgesia, não foi superior à do placebo, enquanto o celecoxibe o foi. Separando-se apenas os pacientes com dor moderada ou severa, houve diferença estatística em relação ao grupo placebo, sugerindo maior benefício nesse grupo de pacientes.
Atua principalmente pela inibição dos efeitos da IL-1 esta degrada a proteína inibidora do fator nuclear capa beta, que leva à transcrição de óxido nítrico, IL-1, TGF e metaloproteinases e também tem propriedades anabólicas, estimulando a produção de TGF-B e proteoglicanos, colágeno e ácido hialurônico.
Além de eficaz no alívio sintomático da artrose, foi comprovada em estudo de longo prazo (três anos), multicêntrico e prospectivo, a ação modificadora da doença pela menor diminuição do espaço articular em relação ao placebo, isto é, nível de evidência IA de que é uma droga modificadora da doença osteoartrítica, retardando a evolução da OA.
GLUCOSAMINA
A glucosamina participa da síntese das glicosaminoglicanas (GAGs), proteoglicanas e hialuronato da cartilagem articular, apesar de o mecanismo exato ainda não estar elucidado. Além de funcionar como substrato, age diretamente no condrócito, estimulando a síntese de proteoglicanas e inibindo a de metaloproteases. Inibe os efeitos da IL-1 sobre o fator nuclear capa beta dentro do condrócito, também inibindo a produção de óxido nítrico, mais IL-1 e TGF. Tem ação sobre o osteoclasto e sobre a sinóvia.
Meta-análises recentes mostraram que a droga tem eficácia superior à do placebo, tendo, além da melhora sintomática, um efeito de diminuir o estreitamento articular. Há três tipos de glucosamina no mercado. A glucosamina hidroclorídrica (HCl - retirada da casca de caranguejo), a glucosamina sulfatada (retirada da casca de camarões de águas profundas) e a glucosamina sintética (sulfatada). Há nível de evidência IA de que a glucosamina sintética retarda a evolução da OA (uso contínuo por três anos) e esse efeito se mantém mesmo após a suspensão do uso da droga por cinco anos.
CONDROITINA
O sulfato de condroitina é uma GAG encontrada em vários tecidos humanos, inclusive na cartilagem hialina. Estudos mostram, além de estimulação direta da cartilagem, ação de inibição da IL-1 e metaloproteases.
A condroitina é uma molécula grande, que é quebrada ao ser absorvida pelo intestino. Na sua formação, há glucosamina.
Meta-análises recentes mostraram que a droga tem eficácia superior à do placebo, com efeito predominante no alívio dos sintomas, sem diminuir o estreitamento articular.
ASSOCIAÇÃO DE GLUCOSAMINA E CONDROITINA
A associação das drogas, por agirem em vias diferentes tendo efeitos complementares, seria melhor do que o uso isolado. A dosagem usual é de 1.500mg de glucosamina e 1.200mg de condroitina em dose única diária ou dividida, dependendo da apresentação comercial. Apresenta boa tolerabilidade ao uso prolongado, com poucos efeitos colaterais.
O estudo GAIT (Glucosamine HCl/chondroitin Arthritis Intervention Trial), multicêntrico, duplo-cego, randomizado, controlado com grupo placebo e grupo celecoxibe (AINH inibidor seletivo da COX-2) foi publicado recentemente. Foram incluídos 1.583 pacientes e os resultados após 24 semanas mostraram que no grupo geral a associação das drogas, do ponto de vista de analgesia, não foi superior à do placebo, enquanto o celecoxibe o foi. Separando-se apenas os pacientes com dor moderada ou severa, houve diferença estatística em relação ao grupo placebo, sugerindo maior benefício nesse grupo de pacientes.
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