Estou muito preocupada com meu filho mais velho, tem 25 anos e nunca namorou. Os outros dois namoram

22 respostas
Estou muito preocupada com meu filho mais velho, tem 25 anos e nunca namorou. Os outros dois namoram e ele não. Eu quero ajudá-lo nessa questão. Ele é muito calmo e introvertido.
 Caliandra Maiochi Cabral
Psicólogo
São Paulo
Bom dia!
É bem comum é natural que você como mãe tenha essa preocupação é lhe chame a atenção no comportamento do seu filho. Há muitas maneiras de podermos pensar sobre essa questão. No entanto, somente ele pode dizer sobre. Quais seus anseios, seus desejos, seus medos. Talvez você já tenha tentado conversar com ele sobre, embora possam ter uma boa relação, há certos assuntos que não nos sentimos muito confortáveis em falar toda a verdade com alguém muito próximo. Sugiro que você coloque essa sua observação a ele e se precisar de ajuda, estou à disposição!

Tire todas as dúvidas durante a consulta online

Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.

Mostrar especialistas Como funciona?
 Priscila Gadotti Lehmann
Psicólogo
Balneário Camboriú
Olá. Por ele ser uma pessoa intrometida pode ter mais dificuldade em iniciar um relacionamento. Isso é uma preocupação dele ou somente sua? Se for dele também seria importante fazer terapia com psicólogo da TCC para avaliação de algum possível transtorno e/ ou trabalho com essa dificuldade de relacionamentos aprendendo técnicas para melhorar essa condição.
 Daniela Prado Rocha Silva
Psicólogo
São Paulo
Olá! Entendo a sua preocupação em relação ao seu filho mais velho, mas cada indivíduo possui um caminho único de desenvolvimento e crescimento.

A introversão e a calma do seu filho podem influenciar a forma como ele se relaciona com os outros. Pessoas introvertidas tendem a valorizar conexões mais profundas e significativas em comparação com relacionamentos superficiais. Isso pode significar que ele está buscando um relacionamento que seja genuinamente significativo para ele.

Como mãe, você pode oferecer apoio ao seu filho ao demonstrar interesse genuíno em sua vida, ouvindo-o e permitindo que ele compartilhe seus pensamentos e sentimentos. Encoraje-o a explorar seus próprios interesses e paixões, o que pode eventualmente levar a oportunidades de conhecer pessoas com interesses semelhantes. O importante é que seu filho esteja se sentindo feliz e realizado em sua jornada, independentemente das expectativas externas.

Espero ter ajudado! Abraços!
Bom dia! Primeiramente é importante lembrar que cada pessoa é diferente e tem o seu tempo. Mesmo que recebam a mesma educação da mãe, cada filho é diferente e não necessariamente seguirão o mesmo caminho. O fato do seu filho ser mais calmo e introvertido pode influenciar na forma como ele se relaciona com o outro. É importante conversar com ele e entender se essa é uma preocupação só sua ou também dele. É preciso entender por exemplo, se ele se sente inseguro ou se ele ainda não quer se envolver em um relacionamento. Se for uma preocupação também do seu filho, ou se ele está se sentindo prejudicado e infeliz seria interessante a conversa dele com um profissional.
Converse com ele e veja se isso é uma preocupação dele também ou se ela está bem assim.
É natural que, como mãe, você esteja preocupada com o bem-estar e felicidade do seu filho. Inicialmente é importante lembrar que cada pessoa tem seu próprio ritmo e maneira de lidar com relacionamentos.
Respeite a individualidade dele, porque é essencial lembrar que a vida amorosa de cada pessoa é única. Não há um roteiro a ser seguido. Algumas pessoas preferem passar mais tempo sozinhas, enquanto outras são mais extrovertidas. Respeitar a personalidade dele é fundamental para que ele se sinta confortável com si mesmo.
Fale abertamente com ele. Busque sempre ser empática e agir sem julgar. Pergunte como ele se sente em relação ao namoro e explique que sua preocupação vem de um lugar de carinho e apoio, não de pressão. Ouça atentamente o que ele compartilha e tente entender os sentimentos dele.
A autoconfiança é um ponto importate a ser encorajada nele, para isso você pode ajudá-lo a reconhecer suas qualidades e pontos fortes. Uma autoestima saudável pode ajudá-lo a se sentir mais seguro em relação a si mesmo e, consequentemente, nas interações sociais.
Uma outra ação importante é promover oportunidades sociais, como incentivá-lo a participar de atividades ou grupos que possam interessá-lo. Isso pode aumentar as chances dele conhecer pessoas com interesses similares e estabelecer conexões.
E nunca se esqueça de apoiar o crescimento pessoal dele. Incentive-o a buscar hobbies, interesses e metas pessoais. Quanto mais ele se envolver em atividades que ama, mais confiante e realizado ele se sentirá, o que pode influenciar positivamente suas interações sociais.
Também é importante lembrar que relacionamentos não podem ser apressados. Ele pode estar focado em outras áreas de sua vida no momento, como estudos ou carreira. É importante permitir que ele desenvolva relacionamentos no seu próprio ritmo.
E, jamais hesite em oferecer ajuda profissional de uma psicóloga.Se você sentir que as preocupações dele estão afetando negativamente sua vida emocional e social, pode ser útil sugerir a possibilidade de procurar a terapia, para que ele se sinta acolhido e tenha oportunidade de explorar questões pessoais e desenvolver estratégias para lidar com qualquer ansiedade ou insegurança.
Lembre-se de que, no final das contas, o objetivo é apoiar seu filho em sua jornada pessoal e emocional, independentemente das escolhas que ele faça em relação aos relacionamentos.
Te aconselho a também buscar a terapia para ter mais apoio diário nestas e outras questões. Conte comigo!




Te convidamos para uma consulta: Consulta psicológica online
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
 Gisele Rodrigues
Psicólogo
Florianópolis
Olá. Converse com seu filho, fale sobre seus sentimentos e pergunte como você pode ajudar, ele é a melhor pessoa para te responder isso. Abraço
Olá! Há pessoas que demoram mais tempo para amadurecer, querer relacionamentos afetivos. Entendo a sua preocupação como mãe, mas é importante saber dele o que pensa sobre este tema, se tem interesse, dificuldade, enfim o que acontece com ele. Se tiver abertura para conversar seria o ideal e caso ele entenda que precisa de ajuda profissional fico à disposição. Abraço
Dra. Bruna Borges
Psicólogo
Patrocínio
Temos uma tendência a seguir padrões sociais. Isso muitas vezes pode ser prejudicial e gerar muitas preocupações como essa. Pode ser que seu filho realmente não queira namorar e isso não é um problema, fique tranquila. Além disso, cada um funciona de uma forma diferente e talvez ele ainda não encontrou a pessoa ideal.
Não ocupe sua mente com pré ocupações que so irão te deixar mais ansiosa.
Se puder, busque ajuda profissional para que você entenda melhor sobre o assunto.
Lembre-se sempre que este canal não substitui um acompanhamento médico e/ou psicológico.
Um beijo.
 Rafaela Freitas
Psicólogo
Águas Claras
Olá, ser mãe é um desafio diário, mesmo quando os filhos já estão crescidos, é comum uma mãe continuar se preocupando. Um processo psicoterapêutico pode te ajudar a lidar melhor com as questões da maternidade e também outros desafios que você enfrenta no seu dia a dia.
Concomitantemente seu filho pode fazer o processo psicoterapêutico dele, para que ele possa se compreender melhor, descobrir seus objetos e desejos na vida amorosa e também em outras áreas.
Te convidamos para uma consulta: Psicoterapia online - R$ 250
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
 Izabel Bueno de Souza
Psicólogo
São Caetano do Sul
É muito comum você como mãe ter essa preocupação com seu filho, porém somente ele poderá te dar uma resposta sobre esse assunto, se ele também se preocupa com isso. Seria importante você buscar ajuda profissional.
Te convidamos para uma consulta: Consulta psicologia - R$ 120
Você pode reservar uma consulta através do site Doctoralia, clicando no botão agendar consulta.
 Maria Antonia Jubé
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá, boa tarde. Entendo que possa ser uma preocupação sua, mas é preciso ponderar se ele tem o desejo de se relacionar com outras pessoas. Por isso é importante que você tenha uma conversa franca com ele. Se ele expressar que essa situação o incomoda, então seria interessante procurar alguma psicóloga que possa auxiliá-lo nessa questão.
 Bruna Machado
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Olá! Namorar ou não namorar não é indicativo de saúde emocional. Existem pessoas que namoram e estão em relações extremamente adoecidas. Converse com ele e pergunte se isso é um incômodo pra ele e se ele gostaria de compreender o porque não namora. Talvez ele mesmo possa responde-la. Caso tenha mais dúvidas ou sinta a necessidade de avaliação do seu caso, coloco-me a disposição. @psibrunamachado
 Ana Angélica Toledo
Psicanalista, Psicólogo
Rio Bonito
Oi mãe , entendo sua preocupação. Mas não se preocupe tanto , esteja disponível para quando ele quiser falar sobre esse assunto. Também não julgue e não compare com os irmãos . Simplesmente acolha !!!! Ele precisa saber que ele é amado do jeito que ele é.
 Silvia Okada
Psicólogo
Pouso Alegre
Cada pessoa tem seu próprio tempo e maneira de lidar com questões de relacionamento. Ele pode estar focado em outros aspectos de sua vida no momento. No entanto, se ele expressar o desejo de buscar relacionamentos, talvez seja útil considerar o apoio de um profissional para orientação.
 Cirano Araújo
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Olá, como está?
Seria interessante saber se namoro é importante para ele antes de tentar ajudar, pois parece ser mais importante para você do que para ele, contudo caso não tenha conversado com ele pergunte como ele se sente ao pensar nessa ideia, por que nunca namorou, como que ele vê a possibilidade de namoro e caso ele queira, pode ser interessante que ele busque alguma ajuda profissional se junto a essa questão do namoro existirem outras questões de vida, sintomáticas ou que trazem algum sofrimento.
Espero ter ajudado em algo, até mais.
 Claudia Cecilia Daniel
Psicólogo, Psicanalista
São José dos Campos
É natural que como mãe você se preocupe com a vida amorosa de seu filho mais velho, no entanto, é importante lembrar que cada pessoa tem seu próprio tempo e forma de se relacionar. Ser calmo e introvertido não significa necessariamente que há algo de errado com ele.

É importante que você converse com seu filho abertamente sobre suas preocupações, mas é igualmente importante respeitar seu espaço e individualidade. Se ele expressar o desejo de ter um relacionamento, você pode incentivá-lo a participar de atividades que o coloquem em contato com pessoas que compartilham de seus interesses e valores.

É importante também considerar que sua preocupação pode estar relacionada a expectativas sociais e culturais sobre o que é considerado "normal" no que diz respeito a relacionamentos amorosos. Lembre-se que cada pessoa é única e segue seu próprio caminho.

Se você acha que a situação está causando sofrimento emocional ao seu filho, pode ser útil procurar a orientação de um psicólogo ou psicanalista para ajudá-lo a entender melhor suas questões e encontrar formas saudáveis de lidar com elas. Lembre-se que o mais importante é o bem-estar e a felicidade de seu filho, independentemente de sua situação amorosa.
Dra. Sarah Azevedo
Psicólogo
Rio de Janeiro
Entendo sua preocupação com seu filho e sua vontade de ajudá-lo. É importante aceitar e valorizar a natureza introvertida e calma do seu filho. Nem todos os indivíduos têm o mesmo estilo de vida social ou são igualmente motivados a namorar em determinadas fases da vida. Evite pressioná-lo ou fazer comparações com seus irmãos. Cada pessoa tem seu próprio ritmo para desenvolver relacionamentos românticos, e forçar situações pode causar desconforto ou ansiedade. Em vez de focar diretamente em namoro, encoraje seu filho a participar de atividades que ele goste e que possam expandir seu círculo social de maneira natural. Isso pode incluir hobbies, grupos de interesse ou eventos sociais mais informais. Abra espaço para conversas abertas sobre relacionamentos e sentimentos. Demonstre interesse genuíno em seu bem-estar emocional, independentemente de sua situação romântica atual. Se você perceber que seu filho está enfrentando dificuldades significativas em estabelecer conexões sociais ou se sentir isolado, considerar uma consulta com um psicólogo pode ser útil. Um profissional pode ajudar a explorar questões como autoestima, habilidades sociais e ansiedade social, se aplicável.

Lembre-se de que cada indivíduo é único, e o desenvolvimento de relacionamentos românticos pode ocorrer em diferentes momentos da vida de cada pessoa. Ao apoiar seu filho com respeito à sua personalidade e oferecendo um ambiente de apoio emocional, você está proporcionando a ele espaço para crescer e se desenvolver de acordo com suas próprias necessidades e ritmo.
Olá.É compreensível que como mãe você se preocupe com o bem-estar emocional de seu filho, mas é importante lembrar que cada pessoa tem seu próprio ritmo e conforto em relação à intimidade emocional e romântica.

Falar com seu filho sobre sua preocupação pode ser uma boa ideia, mas é vital que ele saiba que você está lá para apoia-lo e que ele pode seguir seu próprio caminho. É importante não pressioná-lo ou compará-lo com os outros filhos, pois pode fazer com que ele se sinta mais ansioso e inseguro.

Em vez disso, você pode oferecer a ele a oportunidade de conversar sobre como ele se sente a respeito da situação e se ele gostaria de fazer alguma mudança. Ele pode ser introvertido e confortável com sua própria companhia, e isso é perfeitamente normal e não é um sinal de que algo esteja errado.

Se ele expressar o desejo de namorar ou se relacionar mais emocionalmente, você pode sugerir a ele algumas maneiras de conhecer pessoas novas, como participar de atividades em grupo (como clubes esportivos ou grupos de interesse), se inscrever em aplicativos de namoro ou pedir a ajuda de amigos e familiares para apresentá-lo a novas pessoas ou mesmo por sessoes de psicoterapia.

Em última análise, é importante que seu filho saiba que você o ama e que está lá para apoiá-lo. Ao respeitar o ritmo dele e oferecer um ambiente acolhedor e amoroso, ele se sentirá mais seguro em explorar sua vida romântica e seguir seu coração.
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem?
Entendo sua preocupação como mãe, especialmente ao observar que seu filho mais velho, aos 25 anos, nunca namorou, enquanto os outros filhos estão em relacionamentos. É natural querer ajudar, mas é importante lembrar que cada pessoa tem seu ritmo, estilo de personalidade e forma de se relacionar com o mundo. Seu filho, sendo calmo e introvertido, pode apenas ter um jeito diferente de vivenciar suas relações sociais, o que não significa necessariamente que haja algo de errado com ele.
Do ponto de vista da neurociência e da psicologia, pessoas introvertidas tendem a buscar menos estímulos externos e preferem conexões mais profundas e significativas em vez de interações superficiais. O cérebro introvertido, em geral, tem uma atividade maior no córtex pré-frontal, uma área ligada à introspecção, à reflexão e ao pensamento mais analítico. Isso pode fazer com que pessoas introvertidas sejam mais seletivas em seus relacionamentos, preferindo esperar pelo momento certo ou pela pessoa certa em vez de se envolver apenas por pressão social.
Seu filho, por ser mais calmo e reservado, pode sentir-se mais confortável em ambientes com menos pressão social ou em interações um a um, em vez de grandes grupos. Isso é uma característica de personalidade e não um problema. Muitas vezes, a preocupação da família pode, mesmo sem querer, aumentar a pressão sobre ele, o que pode gerar um desconforto maior ou até uma insegurança em relação a essa área da vida.
Se você deseja ajudá-lo, o ideal é adotar uma postura de acolhimento e abertura, oferecendo um espaço seguro para que ele possa se expressar caso deseje. Perguntas curiosas, mas respeitosas, como "Como você se sente em relação a namorar ou se relacionar com alguém?" ou "Você tem interesse em conhecer pessoas novas?" podem ajudar a entender melhor a perspectiva dele. Isso demonstra que você está disposta a apoiá-lo, sem pressionar.
Além disso, se ele demonstra algum nível de insegurança ou desconforto ao socializar, incentivá-lo a participar de atividades que estejam alinhadas com seus interesses pode ser uma boa ideia. Ambientes onde ele se sinta confiante, como cursos, grupos de hobbies, voluntariado ou encontros que incentivem interações naturais, podem ajudá-lo a desenvolver vínculos genuínos. É nesses contextos que pessoas introvertidas muitas vezes encontram conexões mais profundas e significativas.
Por fim, lembre-se de que a vida afetiva de cada pessoa é única. Seu filho pode estar no momento de focar em outras áreas, como a profissional ou a individual, e isso não deve ser motivo de preocupação, desde que ele esteja feliz e realizado consigo mesmo. Caso ele esteja demonstrando sinais de isolamento, tristeza ou angústia em relação à vida social, sugerir um espaço terapêutico pode ser uma oportunidade acolhedora para que ele explore suas emoções e desenvolva sua confiança em relacionamentos.
Estarei à disposição caso você precise de mais orientações ou apoio para lidar com essa situação de forma leve e saudável, priorizando o bem-estar e o ritmo do seu filho.
Olá. Os filhos não nasceram para sanar nossas expectativas. Cada um tem seu tempo e suas particularidades. Converse com ele, esteja junto dele. Sem expectativas de que ele faça o que vc acha o melhor. Busque observar se ele é feliz. Não o compare com os outros filhos. Podemos conversar mais à respeito se assim vc quiser. Meu nome é Dra Lourdes Avelar e será um prazer se pudermos conversar. A primeira sessão é em cortesia.
 Ana Paula Vitari
Psicólogo
São Caetano do Sul
Mostre para ele como a dificuldade social atrapalha a vida dele.Incentive-o a fazer psicoterapia.
Estou disponibilizando breve consulta gratuitamente.

Especialistas

Agnes Meri Yasuda

Agnes Meri Yasuda

Médico de família, Generalista

Ribeirão Preto

Quetlin Prá Menegat

Quetlin Prá Menegat

Psicólogo

Florianópolis

Isabela Pereira

Isabela Pereira

Psicólogo, Psicanalista, Terapeuta complementar

Belo Horizonte

Renata Camargo

Renata Camargo

Psicólogo

Camaquã

Luis Falivene Roberto Alves

Luis Falivene Roberto Alves

Psiquiatra

Campinas

Ana Larissa Marques Perissini

Ana Larissa Marques Perissini

Psicólogo, Sexólogo

São José do Rio Preto

Perguntas relacionadas

Você quer enviar sua pergunta?

Nossos especialistas responderam a 79 perguntas sobre Transtorno Da Personalidade Anti-Social
  • A sua pergunta será publicada de forma anônima.
  • Faça uma pergunta de saúde clara, objetiva seja breve.
  • A pergunta será enviada para todos os especialistas que utilizam este site e não para um profissional de saúde específico.
  • Este serviço não substitui uma consulta com um profissional de saúde. Se tiver algum problema ou urgência, dirija-se ao seu médico/especialista ou provedor de saúde da sua região.
  • Não são permitidas perguntas sobre casos específicos, nem pedidos de segunda opinião.
  • Por uma questão de saúde, quantidades e doses de medicamentos não serão publicadas.

Este valor é muito curto. Deveria ter __LIMIT__ caracteres ou mais.


Escolha a especialidade dos profissionais que podem responder sua dúvida
Iremos utilizá-lo para o notificar sobre a resposta, que não será publicada online.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.