Era de madrugada e eu ouvi um barulho muito alto de uma porta batendo... De cara eu já me assustei e

33 respostas
Era de madrugada e eu ouvi um barulho muito alto de uma porta batendo... De cara eu já me assustei e comecei a ter tremedeira e respiração ofegante

Isso foi uma síndrome do pânico?
Olá tudo bem?
Podemos considerar que isso possa ter sido, desde um medo muito grande, um susto muito forte e até um episódio de pânico sim. Porém devemos ficar alerta se isso se torna frequente, e se está tendo algum prejuízo na vida pessoal. Caso venha a se tornar recorrente, o entendimento e o tratamento pode vir a ser uma ajuda muito importante para que não se estenda para outras questões da vida. Espero ter ajudado. um grande abraço Diego Raizi

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Dra. Marcella Motta
Psicólogo
Rio de Janeiro
Oi!! Calma, o que torna a síndrome de pânico uma psicopatologia é essencialmente seu caráter recorrente. Não podemos concluir um diagnóstico a partir de um único episódio.
Os sintomas dominantes de uma síndrome do pânico são de inicio súbito (as vezes nada esta acontecendo ao redor dela. Não existe gatilho aparente). Provocando palpitações, dor no peito, tontura, sensação de perda de controle.
Talvez você tenha experimentado um medo agudo, um susto, por todo o contexto... ser de madrugada, ter escutado um barulho... Talvez tenha se sentido vulnerável.
De qualquer forma, busque sempre um psicólogo se isso persistir!
 Rita R. de Macedo
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá,
Penso que somente esse episódio, não nos dá base para tal diagnóstico. O fato de ser madrugada, a porta bater, vc levar um tremendo susto, pode ocasionar tudo o que vc relata. Necessário se faz, observar se há esses mesmos sintomas em contextos distintos, se é recorrente e se está associado a algum evento traumático.
O medo de ter as crises, muitas vezes, se torna o gatilho para novas crises. Reflita, analise e procure um profissional caso necessite de ajuda.
Abraço!
Olá, pelo seu relato não parece ser crise de Pânico, e sim uma reação natural do seu corpo pelo estímulo (barulho) que escutou, ou seja, pelo susto. Porém se você sentir esses sintomas de novo, deverá avaliar melhor. Se achar necessário, ou essa questão te trouxer algum tipo de sofrimento ou prejuízo, procure um Psicólogo, certamente ele irá te ajudar. Espero ter ajudado. Um abraço!
Olá.
Me parece que você teve uma crise de ansiedade, pois se encaixam mais dentro da sua narrativa. A crise de ansiedade tem causas mais lógicas e concretas, como um desafio a ser enfrentado ou algo que está para acontecer, já no caso do pânico que se trata de uma patologia, não existem um gatilho ou seja, não há motivos para começar, além dessas crises aparecerem com uma certa recorrência. Lembrando que, o autodiagnostico pode ser prejudicial, procure um Psicólogo (a) de sua confiança, para entender o que realmente acontece com você. Espero ter ajudado, boa sorte. Um abraço!
 Michele Alves Brondani
Psicólogo
Santa Maria
Olá!
Inicialmente, procure observar se esse fato tem se repetido ou se foi algo isolado, se situações semelhantes que aconteceram ou poderão vir a ocorrer te causaram esses sintomas. O Transtorno de Pânico requer uma avaliação com um profissional de saúde mental, que pode ser um psiquiatra para recomendar as medicações necessárias e um psicólogo, que irá lhe auxiliar a lidar com essas situações que provocam medo e angústia. Não há como avaliar neste momento apenas se seria uma crise isolada de pânico ou ansiedade. Isso irá depender de um bom acompanhamento com seu psicólogo. Procure um bom profissional e observe suas reações diante de situações que te causam ansiedade e medo. Estou disponível para mais esclarecimentos!
 Gustavo Andrade
Psicólogo
Belo Horizonte
Olá! Não necessariamente isso aponta para uma síndrome do pânico. Mas, fico me perguntando o que leva você a cogitar essa possibilidade. Gostaria de poder saber mais sobre você para entender melhor o que está vivendo.
Boa noite ! Acordar com um barulho intenso, pode gerar diversas manifestações no corpo em função do susto que levou. Podemos dizer que sua ansiedade ficou elevada produzindo esses sintomas, mas não caracteriza uma síndrome.
 Fernanda Santos
Psicólogo
Belém do Pará
Olá, existe possibilidade de ser sim, sindrome do pânico, se houverem outras ocorrências semelheantes a essa, em situação de perigo real /existente (como este que parece ter sido), mas considere que a sindrome do Panico não depende de um perigo real existente, ela pode ocorrer diante de um "perigo" não real ou imaginário, produzido pelo aumento de ansiedade em forma de funcionamento psíquico. Compreendo que sua dúvida faz sentido porque - medo, ansiedade e pânico, produzem reações orgânicas semelhantes. Mas considere que também tenha sido mera ansiedade (natural) como forma de defesa diante do medo, ou apenas um medo ou susto pelo ocorrido. Se me permite, devo te aconselhar a não buscar tanto um 'nome ou diagnóstico', mas busque se conhecer mais, se compreender melhor, busque também o equilibrio, saúde, tranquilidade, e se houver sofrimento, procure ajuda de profissional para melhorar a sua tranquilidade de vida! Um especialista em saúde mental pode ter muito a oferecer, principalmente se tiver muita experiência em acompanhamentos nesse sentido.
Dra. Sarah Azevedo
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá!
Com base no que foi informado o que ocorreu te trouxe um sensação muito ruim, muito parecida com um episódio de pânico. Procure um psicólogo para te ajudar a analisar a situação e observar o seu comportamento em outras situações... creio que irá te ajudar!
Olá!
Acordar assustada por causa de um barulho é natural. Os sintomas que você refere, são consequências do susto. É a forma como o nosso corpo reage quando percebe um perigo, no caso o barulho repentino, ele então, entra em estado de alerta. Contudo, se você perceber que essa situação se torna continua, aí sim seria importante buscar ajuda de um psicólogo. Abraço
Dr. Patric Chaad
Psicólogo
São Paulo
Pode ter sido sido só um susto. O importante é medir a frequência com que essas sensações ocorrem e por quanto tempo ela permanece. Há quanto tempo tem isso? Com essas respostas, fica mais fácil de dizer o que pode ter acontecido.
 Patrícia Mateos Machado
Psicólogo
São José
Bom dia. Isso pode ter sido uma reação normal do seu corpo frente ao que estava acontecendo. Mas para você ficar mais tranquila sobre o ocorrido converse com um especialista e veja sua orientação . Abçs!
 Julia Pereira
Psicólogo
Campinas
Olá, uma característica marcante da síndrome do pânico é a ausência de um estímulo real. Ela vem e vai espontaneamente. Acordar no meio da noite com a porta batendo é algo bastante assustador a qualquer um. Fique a tento(a) se isso se tornar recorrente sem causas reais para isso. Neste caso busque um psiquiatra e um psicólogo pois o protocolo para tratamento de pânico inclui a associação das duas terapias. Espero que fique bem! estou a disposição para ajudar! Forte Abraço!!
 Lilian Beatriz Zucca
Psicólogo, Psicanalista
Caraguatatuba
Os meus colegas já explicaram muito bem que esse episódio pelo qual passou deixou-a muito assustada, e o medo tem suas reações psicossomáticas. Mas você é uma pessoa apavorada? Nesses tempos difíceis, às vezes as pessoas ficam com muita desconfiança e com medos que podem atrapalhar a sua vida cotidiana. Se você se enquadra nesse perfil, seria bom você procurar um psicólogo para se sentir mais segura de si no dia a dia, e não entrar em pânico.
Para todos transtornos mentais existem critérios a serem preenchidos. Um único fator ou uma situação isolada não é suficiente para diagnóstico de transtorno de pânico.
Dra. Mayara Maia
Psicólogo
Brasília
A síndrome de pânico caracteriza-se pelo aceleramento dos batimentos cardíacos de forma abrupta e/ou inesperada, mãos geladas e mal estar súbito tanto de ordem física quanto orgânica. Se assemelha a uma síndrome de ansiedade que diante do desencadeamento de fatores externos e/ou internos predispõem uma alta intensidade de reações a nível sintomático. Talvez seja pertinente compreender a frequência com que esses sintomas aparecem e quais os fatores suscitam esse desencadeamento. Aconselho que busque profissionais que lhe auxiliem nesse processo, sobretudo, psicanalistas por visarem uma maior profundidade das instâncias psíquicas nos atendimentos. É provável que esse tipo de trabalho lhe suscitaria uma maior clareza.
 Pricila Costa
Psicólogo
Rio de Janeiro
Olá! Com qual frequência tem ocorrido esses episódios? Basear apenas em um único episódio, é muito vago para tal diagnóstico. É preciso entender melhor seu caso através de uma avaliação detalhada e cuidadosa. Sugiro que procure um Psicólogo, para trabalhar seus medos, suas angústias, você ficará mais calma compartilhando suas angústias com um profissional. Vai ficar tudo bem! Será um prazer te ajudar! Estou disponível para qualquer dúvida. Abraço!
 Nelcimar Menezes da Rocha
Psicólogo
Rio de Janeiro
Ola, Procure observar se tem sintomas parecidos em outras situações. Pelo seu relato, parece ser apenas uma resposta natural ao susto. (Nosso cérebro é preparado pra identificar situações de perigo e nos envia sinais de alerta). Se aconteceu uma vez só, parece estar tudo bem. Caso seja um sintoma recorrente, busque ajuda de um psicólogo para falar melhor sobre isso.
 Janaina Monteiro
Psicólogo
Jandira
Olá.
A Síndrome do Pânico é uma psicopatologia, e por sua vez os sintomas costumam acontecer de forma súbita e recorrente.
Aconselho um acompanhamento psicoterápico, para que seja investigado situações similares e se existe um gatilho especifico para aciona-las.
Parabéns pela iniciativa de procurar se informar mais pelo assunto, espero que consiga apoio profissional para um acompanhamento e melhora dos sintomas.

A disposição.
 Ricardo Alexandre Ribeiro
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Aparentemente não pelo seu relato já que houve um estímulo gerador de medo (a porta batendo) que lhe causou ansiedade pelo acionamento de uma resposta instintiva de sobrevivencia naquele momento. No entanto, seria necessário um aprofundamento nesta experiência para compreender melhor o ocorrido.
 Amanda Morais
Psicólogo
Piumhi
Olá! Quando dormimos permanecemos em um estado de maior relaxamento, entrega, vulnerabilidade. Dependendo do que se está vivenciando em determinado momento da vida, essa sensação de vulnerabilidade pode estar mais prevalente, fazendo com que o corpo reaja de formas mais intensas, ligadas ao instinto de sobrevivência. Se foi uma experiência que tenha lhe marcado muito, e que pode estar recorrente, é aconselhável procurar um profissional da psicologia para compreendê-lo melhor e ajudar no cuidado para que não se agrave e afete sua qualidade de vida nesta e em demais áreas. Espero ter lhe ajudado de alguma forma, abraços!
 Fabrícia Vieira
Psicólogo
Uberlândia
Olá! Um episódio único de medo e ansiedade não caracteriza a síndrome do pânico. O que aconteceu a você pode ter sido uma reação normal de medo diante de uma situação ameaçadora. (Escutar um barulho alto).

A síndrome do pânico tem como características ataques de pânico recorrentes e inesperados. Um ataque de pânico é um surto abrupto de medo intenso ou desconforto intenso que alcança um pico em minutos e durante o qual ocorrem quatro (ou mais) dos seguintes sintomas: (O surto abrupto pode ocorrer a partir de um estado calmo ou de um estado ansioso).
Palpitações, coração acelerado, taquicardia. Sudorese.
Tremores ou abalos.
Sensações de falta de ar ou sufocamento. Sensações de asfixia. Dor ou desconforto torácico.
Náusea ou desconforto abdominal.
Sensação de tontura, instabilidade, vertigem ou desmaio. Calafrios ou ondas de calor.
Parestesias (anestesia ou sensações de formigamento).
Desrealização (sensações de irrealidade) ou despersonalização (sensação de estar distanciado de si mesmo).
Medo de perder o controle ou “enlouquecer”.
Medo de morrer.
Pelo menos um dos ataques foi seguido de um mês (ou mais) de uma ou de ambas as seguintes características:
1. Apreensão ou preocupação persistente acerca de ataques de pânico adicionais ou sobre
suas conseqüências (p. ex., perder o controle, ter um ataque cardíaco, “enlouquecer”).
2. Uma mudança desadaptativa significativa no comportamento relacionada aos ataques (p. ex., comportamentos que têm por finalidade evitar ter ataques de pânico, como a esquiva
de exercícios ou situações desconhecidas).
 Patricia Moraes Borges
Psicólogo
São Paulo
Olá! Eu diria que você teve uma reação de alerta. Está mais sensível do que seria o esperado. Já foi assaltado(a) residindo nesta casa? Estava distraído(a) com outra coisa e se surpreendeu com o barulho? Estava fazendo algo que sabia que não deveria e achou que alguém seria testemunha? Síndrome do pânico é um conjunto de várias crises, cada vez mais frequentes, em que geralmente o paciente acha que vai morrer (mas não vai) porque percebe batimentos cardíacos acelerados, pode ter também espasmos musculares/tremores falta de ar, agitação, sudorese, tontura, formigamento (parecendo que vai desmaiar) e respiração acelerada. Aparecem de repente. Há vezes em que o paciente consegue entender qual é o gatilho (o mesmo local de algum ataque anterior, por exemplo, ou uma discussão/briga). Como fazer? Como resolver? A compreensão é a chave! Psicoterapia ajuda muito. Geralmente precisa de medicação também. Observe se este tipo de reação volta a acontecer. A princípio, pode ter sido um susto. Até mais!
Luta e fuga. Sim, nosso sistema parassimpático e simpático possuem uma função essencial na sobrevivência humana. Diante de situações de perigo, medo, susto, produzimos neurotransmissores como acetilcolina e noradrenalina, com funções de produzirem no organismo uma defesa para se proteger. Quando ativamos tais sistemas, é natural que tenhamos sudorese, tremores, taquicardia entre outros sintomas, visto que o organismo se armou para te defender de algo. Logo, pelo seu relato, podemos pensar aqui que seu organismo apenas esta respondendo bem a situações de perigo. Que espetáculo é o corpo humano, não é?

Transtorno do Pânico é uma psicopatologia, que envolve prejuízo na vida profissional, pessoal e até mesmo financeiro. Existem critérios de diagnóstico.

Caso sinta que ainda assim inseguro ou em dúvidas, uma consulta com psicólogo poderá te ajudar!

Abraços!

 Andressa Tanan de Jesus
Psicólogo
São Paulo
Olá! Me parece que você teve uma resposta de sobressalto — esperada, dado o barulho alto. Esses comportamentos teve e ainda têm, grande valor de sobrevivência para nossa espécie. Já pensou se nossos ancestrais, diante do rugido alto dos leões da montanhas, ficassem emocionalmente tranquilos no meio da savana? Com certeza, não estaríamos aqui, né? Algumas emoções podem aparecer assustadoras, mas nem sempre indicam algum quadro psicopatológico. Seu organismo somente está te enviando sinais de alerta e te preparando para uma possível situação de luta ou fuga. Se cuide e um abraço!
 Bacellar Cazão
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Talvez, mas se nada te incomoda (o que é raro), tudo bem, é passado.
 Gisele Rodrigues
Psicólogo
Florianópolis
Não necessariamente, é preciso investigar mais fatores para caracterizar a síndrome do pânico. Se você está bem e não tem incomodos no presente por essa situação que aconteceu, então penso que não há motivos para se preocupar. Abraço
 Adriana de Araújo
Psicólogo
São Paulo
Olá! Tudo bem? A situação que você descreve, com susto, tremedeira e respiração ofegante, pode ter sido uma resposta aguda ao susto, mas isso por si só não necessariamente indica uma síndrome do pânico.
A síndrome do pânico é caracterizada por ataques de pânico recorrentes e inesperados, acompanhados por sintomas como palpitações, sudorese, tremores, falta de ar, sensação de sufocamento e medo intenso. Geralmente, esses ataques não estão necessariamente relacionados a uma situação específica.
No entanto, é importante notar que reações intensas a situações de susto podem variar de pessoa para pessoa. Se esses sintomas persistirem ou se você notar um impacto significativo em sua vida diária, pode ser útil procurar o suporte de um profissional de saúde mental, como um psicólogo. Será que já aconteceu antes ou acontece com frequência?
A terapia pode oferecer um espaço seguro para explorar essas reações, compreender possíveis gatilhos e desenvolver estratégias para lidar com o medo e a ansiedade. Estou aqui para fornecer apoio e incentivar você a considerar a busca de ajuda profissional para compreender melhor essas reações e promover o seu bem-estar emocional. Se desejar, posso acompanha você neste processo! Estou à disposição para lhe atender! Entre em contato! Sucesso naquilo que busca e até breve! Psicóloga, Adriana de Araújo.
É essencial avaliar o contexto antes de considerar qualquer diagnóstico. A síndrome do pânico é caracterizada por ataques intensos e repentinos de ansiedade. Considerando seu relato, parece que você teve uma resposta natural ao susto que experimentou. Seria útil examinar as circunstâncias que antecederam o evento para entender melhor o que aconteceu e por que sua reação o preocupou tanto ao ponto de considerar ser um episódio de síndrome do pânico. De qualquer forma, se os sintomas descritos forem recorrentes, é importante buscar ajuda profissional para uma avaliação mais aprofundada. Espero ter ajudado.
Dra. Caína Bernardo
Psicólogo, Terapeuta complementar
Curitiba
Oi, tudo bem? Será que não foi só um susto? Um diagnóstico de Síndrome do Pânico requer uma investigação sobre os sintomas, a frequência e intensidade dos sintomas e se isto atrapalha a sua vida.
Precisaríamos de mais informações. Qualquer dúvida, estou por aqui! Abraço
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem?

O que você descreveu pode ter sido uma reação de ansiedade aguda ou uma resposta ao susto causado pelo barulho, mas não necessariamente uma síndrome do pânico. A diferença principal entre uma crise de pânico e uma resposta de susto está na duração e na intensidade dos sintomas, bem como na ausência de um gatilho óbvio no caso do pânico.

Quando você ouviu o barulho alto da porta batendo, seu corpo pode ter ativado o sistema de "luta ou fuga", que é uma resposta natural do organismo diante de algo percebido como uma ameaça. Isso explicaria a tremedeira, a respiração ofegante e o susto inicial. Esse tipo de reação é comum e faz parte do sistema de proteção do corpo, especialmente em situações inesperadas.

Por outro lado, uma crise de pânico ocorre frequentemente de forma inesperada, sem um gatilho claro, e inclui sintomas como sensação de morte iminente, tontura, formigamento, sensação de sufocamento, sudorese e uma intensa sensação de descontrole ou terror. Essas crises geralmente duram cerca de 10 a 20 minutos, embora os efeitos residuais possam ser sentidos por mais tempo.

Se esse episódio foi isolado e diretamente ligado ao susto com o barulho, é provável que tenha sido uma reação natural ao medo. No entanto, se você percebe que episódios semelhantes acontecem frequentemente, mesmo sem um motivo evidente, ou se a intensidade do medo parece desproporcional, pode ser importante investigar mais profundamente. Crises recorrentes podem ser um sinal de Transtorno do Pânico ou outra condição de ansiedade.

Nesse caso, práticas como respiração controlada podem ajudar a reduzir os sintomas físicos rapidamente. Inspirar profundamente pelo nariz, segurar o ar por alguns segundos e expirar lentamente pela boca pode ajudar a desacelerar a resposta do corpo ao estresse.

Se esses episódios estiverem afetando sua qualidade de vida ou se você sentir dificuldade em controlar as reações, buscar o apoio de um psicólogo ou médico pode ser uma boa ideia. Eles poderão ajudar a identificar a causa e oferecer estratégias para lidar com isso de forma mais tranquila. Se precisar de mais orientações ou quiser conversar sobre isso, estarei à disposição!
Dr. Leonir Troscki
Psicólogo
Jaraguá Do Sul

Olá!

A experiência que você descreve parece ser uma reação de ansiedade aguda, que pode ter características semelhantes a um ataque de pânico. Quando somos expostos a um estímulo inesperado e intenso, como um barulho alto, nosso corpo pode entrar em um estado de alerta, ativando respostas físicas como tremores e respiração ofegante. Essas reações são parte do nosso sistema de "luta ou fuga", uma resposta instintiva para lidar com o perigo.

Na psicoterapia cognitivo-comportamental, trabalhamos para entender esses gatilhos e desenvolver estratégias que ajudem a manejar a ansiedade de forma mais eficaz. É importante diferenciar entre um episódio isolado de ansiedade e a síndrome do pânico, que se caracteriza por ataques de pânico recorrentes e preocupações constantes sobre quando o próximo ataque pode ocorrer.

Se esses episódios se tornarem frequentes ou começarem a impactar sua qualidade de vida, é essencial buscar apoio profissional. Um psicólogo pode ajudar a explorar essas experiências e oferecer ferramentas para enfrentar e reduzir a ansiedade.

Estou disponível para ajudar nesse processo. Para mais informações, acesse meu perfil no Doctoralia ou o site HumanaMente Falando.

Fico à disposição, fique bem!

Com afeto,
Leonir Troscki - CRP12/12755.

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