Combivent - Informações, especialistas e perguntas frequentes
Uso de Combivent
Indicações de Combivent
Tratamento do broncospasmo associado à doença pulmonar obstrutiva crônica moderada e severa em pacientes que requerem mais de um broncodilatador.
Contra-Indicações de Combivent
Em pacientes com história de hipersensibilidade a qualquer um de seus componentes, ou à atropina e seus derivados.
Tratamento do broncospasmo associado à doença pulmonar obstrutiva crônica moderada e severa em pacientes que requerem mais de um broncodilatador.
Contra-Indicações de Combivent
Em pacientes com história de hipersensibilidade a qualquer um de seus componentes, ou à atropina e seus derivados.
Precauções especiais
Como Usar (Posologia)
Adultos (inclusive pacientes geriátricos): 2 inalações do aerossol, 4 vezes ao dia. Caso necessário, pode aumentar a dose até o limite de 12 inalações, num período de 24 horas. Crianças: não há experiência com o uso de Combivent em crianças abaixo de 12 anos de idade. Deve-se consultar imediatamente o médico ou procurar o hospital mais próximo, caso ocorra dispnéia aguda ou rápida piora da dispnéia (dificuldade na respiração), se inalações adicionais não produzirem a melhora esperada. - Superdosagem: sintomas: os eventuais sintomas de superdosagem relacionam-se basicamente ao salbutamol, uma vez que o brometo de ipratrópio não é absorvido após a inalação ou a administração oral e, conseqüentemente, não deve provocar fenômenos de intoxicação aguda. As manifestações de superdosagem com o salbutamol incluem angina de peito, hipertensão, hipopotassemia e taquicardia. Tratamento: o principal antídoto para o tratamento da superdosagem com o salbutamol é um agente betabloqueador cardiosseletivo. Contudo, deve-se ter cautela ao administrar tal tipo de droga em pacientes com história de broncospasmo.
Laboratório
Boehringer Ingelheim
Precauções
Embora raros, já foram relatados efeitos oculares como midríase, visão embaçada e dor ocular, quando o conteúdo de aerossóis contendo brometo de ipratrópio atingiu inadvertidamente os olhos. Portanto, deve-se evitar o contato de Combivent com os olhos. Caso os pacientes desenvolvam efeitos oculares, devem procurar orientação médica. Os pacientes devem ser instruídos a cumprir exatamente as instruções de uso de Combivent Aerossol. Na presença de cardiomiopatia obstrutiva hipertrófica, taquiarritmia, diabetes melito não controlado, infarto recente do miocárdio, distúrbios orgânicos cardíacos ou vasculares graves e hipertireoidismo, Combivent Aerossol somente deverá ser empregado após cuidadosa avaliação da relação risco/benefício, especialmente quando for utilizado em doses acima das recomendadas. Os pacientes devem ser orientados a procurar imediatamente o médico em caso de dispnéia aguda ou de piora rápida da dispnéia. Se a obstrução brônquica piorar, é pouco apropriado e eventualmente perigoso simplesmente aumentar o uso de Combivent além da dose recomendada, por períodos de tempo prolongados. O esquema terapêutico do paciente deverá ser revisto quando forem necessárias doses maiores que as usuais para o controle dos sintomas. O tratamento com beta-2-agonistas pode causar hipopotassemia potencialmente severa. Recomenda-se precaução em caso de obstrução respiratória grave, uma vez que esse efeito pode ser potencializado pela administração concomitante de derivados xantínicos, esteróides e diuréticos. Além disso, a hipoxia pode agravar os efeitos da hipopotassemia sobre o ritmo cardíaco. Nessas situações, recomenda-se a monitorização dos níveis séricos, de potássio. Gravidez e lactação: Combivent somente poderá ser utilizado durante a gravidez e a lactação quando os benefícios esperados justificarem os riscos potenciais envolvidos. - Interações medicamentosas: beta-adrenérgicos, corticosteróides e derivados xantínicos podem aumentar os efeitos de Combivent. A administração concomitante de outros betamiméticos, anticolinérgicos sistêmicos e derivados xantínicos pode aumentar a incidência de efeitos colaterais. O uso simultâneo de betabloqueadores pode provocar uma importante redução dos efeitos de Combivent. Por outro lado, Combivent pode aumentar os efeitos anticolinérgicos de outras drogas.
Adultos (inclusive pacientes geriátricos): 2 inalações do aerossol, 4 vezes ao dia. Caso necessário, pode aumentar a dose até o limite de 12 inalações, num período de 24 horas. Crianças: não há experiência com o uso de Combivent em crianças abaixo de 12 anos de idade. Deve-se consultar imediatamente o médico ou procurar o hospital mais próximo, caso ocorra dispnéia aguda ou rápida piora da dispnéia (dificuldade na respiração), se inalações adicionais não produzirem a melhora esperada. - Superdosagem: sintomas: os eventuais sintomas de superdosagem relacionam-se basicamente ao salbutamol, uma vez que o brometo de ipratrópio não é absorvido após a inalação ou a administração oral e, conseqüentemente, não deve provocar fenômenos de intoxicação aguda. As manifestações de superdosagem com o salbutamol incluem angina de peito, hipertensão, hipopotassemia e taquicardia. Tratamento: o principal antídoto para o tratamento da superdosagem com o salbutamol é um agente betabloqueador cardiosseletivo. Contudo, deve-se ter cautela ao administrar tal tipo de droga em pacientes com história de broncospasmo.
Laboratório
Boehringer Ingelheim
Precauções
Embora raros, já foram relatados efeitos oculares como midríase, visão embaçada e dor ocular, quando o conteúdo de aerossóis contendo brometo de ipratrópio atingiu inadvertidamente os olhos. Portanto, deve-se evitar o contato de Combivent com os olhos. Caso os pacientes desenvolvam efeitos oculares, devem procurar orientação médica. Os pacientes devem ser instruídos a cumprir exatamente as instruções de uso de Combivent Aerossol. Na presença de cardiomiopatia obstrutiva hipertrófica, taquiarritmia, diabetes melito não controlado, infarto recente do miocárdio, distúrbios orgânicos cardíacos ou vasculares graves e hipertireoidismo, Combivent Aerossol somente deverá ser empregado após cuidadosa avaliação da relação risco/benefício, especialmente quando for utilizado em doses acima das recomendadas. Os pacientes devem ser orientados a procurar imediatamente o médico em caso de dispnéia aguda ou de piora rápida da dispnéia. Se a obstrução brônquica piorar, é pouco apropriado e eventualmente perigoso simplesmente aumentar o uso de Combivent além da dose recomendada, por períodos de tempo prolongados. O esquema terapêutico do paciente deverá ser revisto quando forem necessárias doses maiores que as usuais para o controle dos sintomas. O tratamento com beta-2-agonistas pode causar hipopotassemia potencialmente severa. Recomenda-se precaução em caso de obstrução respiratória grave, uma vez que esse efeito pode ser potencializado pela administração concomitante de derivados xantínicos, esteróides e diuréticos. Além disso, a hipoxia pode agravar os efeitos da hipopotassemia sobre o ritmo cardíaco. Nessas situações, recomenda-se a monitorização dos níveis séricos, de potássio. Gravidez e lactação: Combivent somente poderá ser utilizado durante a gravidez e a lactação quando os benefícios esperados justificarem os riscos potenciais envolvidos. - Interações medicamentosas: beta-adrenérgicos, corticosteróides e derivados xantínicos podem aumentar os efeitos de Combivent. A administração concomitante de outros betamiméticos, anticolinérgicos sistêmicos e derivados xantínicos pode aumentar a incidência de efeitos colaterais. O uso simultâneo de betabloqueadores pode provocar uma importante redução dos efeitos de Combivent. Por outro lado, Combivent pode aumentar os efeitos anticolinérgicos de outras drogas.
Efeitos adversos e efeitos colaterais
Efeitos Colaterais de Combivent
Da mesma forma com outros beta-agonistas, os efeitos colaterais mais freqüentemente observados com o uso de Combivent são ligeiro tremor dos músculos esqueléticos e nervosismo. Também podem ocorrer, embora com menor freqüência, taquicardia, tontura, palpitações e cefaléia, especialmente em pacientes hipersensíveis. Pode ocorrer hipopotassemia potencialmente grave como resultado da terapia com beta-2-agonista. Foram relatados casos isolados de reações locais, como secura da boca, irritação da garganta ou reações alérgicas. Da mesma forma que com outros broncodilatadores, pode ocorrer tosse e, mais raramente, broncoconstrição paradoxal. O uso de agentes anticolinérgicos como o brometo de ipratrópio pode provocar retenção urinária, particularmente em pacientes com obstrução preexistente do fluxo urinário.
Da mesma forma com outros beta-agonistas, os efeitos colaterais mais freqüentemente observados com o uso de Combivent são ligeiro tremor dos músculos esqueléticos e nervosismo. Também podem ocorrer, embora com menor freqüência, taquicardia, tontura, palpitações e cefaléia, especialmente em pacientes hipersensíveis. Pode ocorrer hipopotassemia potencialmente grave como resultado da terapia com beta-2-agonista. Foram relatados casos isolados de reações locais, como secura da boca, irritação da garganta ou reações alérgicas. Da mesma forma que com outros broncodilatadores, pode ocorrer tosse e, mais raramente, broncoconstrição paradoxal. O uso de agentes anticolinérgicos como o brometo de ipratrópio pode provocar retenção urinária, particularmente em pacientes com obstrução preexistente do fluxo urinário.
Perguntas sobre Combivent
Nossos especialistas responderam a 7 perguntas sobre Combivent
Quais profissionais prescrevem Combivent?
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